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Tempo Real: Ibovespa (IBOV) firma alta nesta segunda-feira

05 fev 2024, 7:38 - atualizado em 17 nov 2025, 16:38
Ibovespa
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: Diana Cheng/Money Times)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV), que operava entre quedas e altas nesta segunda-feira (5), se firmou no campo positivo durante a tarde. Na última semana, o índice fechou em baixa de 1,38%, tendo recuado 1,01%, a 127.182,25 pontos, no pregão de sexta-feira (2).

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A agenda de indicadores no Brasil está esvaziada hoje, contando apenas com o PMI do Setor de Serviços e Composto, referentes a janeiro.

Nesta semana, o mercado espera a divulgação da ata do Copom e os dados do primeiro Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024. 

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados hoje em tempo real



Ao vivo
Dividendos: Banco do Brasil (BBAS3) que se cuide; Itaú (ITUB4) está na rabeira, destaca analista

O Itaú (ITUB4) demostrou, novamente, a sua capacidade de entregar resultados de encher os olhos. Entre outubro e dezembro, o banco lucrou R$ 9,4 bilhões, alta de 22,6% em relação ao mesmo período de 2022.

De acordo com Matheus Nascimento, da Levante Investimentos, os resultados do bancão foram positivos, com performance interessante ante os outros bancos no setor.

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Vale (VALE3) amplia perdas na bolsa e cai aos R$ 65; analista chama atenção para o desconto do papel

A Vale (VALE3) estendeu o movimento de queda na bolsa nesta segunda-feira (5). Marcando o sexto pregão consecutivo de perdas, a ação da mineradora recuou para o patamar dos R$ 65. No ano, os papéis da companhia já acumulam uma desvalorização de 15%.

Com um início de ano tão negativo, teria a Vale atingido o fundo? Para João Paiva, analista de Renda Variável e Estruturados da Arton Advisors, ligada ao BTG Pactual, pode ser cedo demais para comemorar.

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Cielo (CIEL3): Banco do Brasil e Bradesco oferecem R$ 5,35 por ação para tirar empresa da Bolsa

A Cielo (CIEL3) deve deixar de ser uma companhia listada no Novo Mercado da B3, caso a oferta de compra de ações lançada por seus controladores (Banco do Brasil e Bradesco) seja bem-sucedida. Segundo fato relevante divulgado nesta segunda-feira (5), os bancos estão dispostos a pagar R$ 5,35 por ação da Cielo para adquirir a totalidade dos papéis em circulação.

O valor ofertado representa um ágio de apenas 6,36% sobre os R$ 5,03 com que o papel fechou hoje. Juntos, Banco do Brasil e Bradesco detêm 58,71% do capital da Cielo, que é representado por um total de 2,717 bilhões de ações ordinárias.

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Fundo imobiliário que dividendo pode crescer 22% reduz vacância em SP

O índice de fundos imobiliários (Ifix) abriu a primeira semana cheia de fevereiro em queda, devolvendo parte dos ganhos na sexta-feira (02).

Com isso, o Ifix recuou 0,15% (após ajustes) no pregão desta segunda-feira (05), aos 3.327 pontos.

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Itaú (ITUB4) vai acelerar crescimento da carteira de crédito em 2024, mostra seu guidance

O Itaú Unibanco (ITUB4) pretende acelerar o crescimento de sua carteira total de crédito em 2024, segundo o guidance com os principais números que o banco perseguirá nos próximos meses, divulgado nesta segunda-feira (5) junto com os resultados do quarto trimestre (4T23) e do ano completo de 2023.

O Itaú espera que sua carteira total de crédito cresça entre 6,5% e 9,5%. Como comparação, no acumulado do ano passado, a carteira ajustada aumentou 3,1%, chegando a R$ 1,2 trilhão. Estão incluídas, nesta conta, as garantias financeiras prestadas e títulos privados.

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Itaú (ITUB4) paga R$ 1,12 por ação em dividendos; banco vai recomprar até 75 mi de ações

O Itaú (ITUB4) pagará R$ 1,125125 em dividendos por ação, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (5).

Segundo o documento, o pagamento ocorrerá 08 de março de 2024, tento como base de cálculo a posição acionária final registrada em 21 de fevereiro de 2024.

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Natura (NTCO3) estuda separar Natura&Co Latam e Avon em duas empresas

O conselho de administração autorizou a diretoria da Natura (NTCO3) a avaliar uma possível separação da Natura & Co Latam e da Avon, criando, assim, “duas companhias de beleza independentes e de capital aberto, a fim de gerar ainda mais valor para os acionistas”, segundo o fato relevante divulgado nesta segunda-feira (5).

De acordo com a empresa, a eventual separação atenderia à estratégia do grupo de “simplificar sua estrutura corporativa e proporcionar mais autonomia para suas unidades de negócios, após as recentes vendas de Aesop e The Body Shop.”

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Cielo (CIEL3) aprova R$ 410 milhões em juros sobre capital próprio; confira datas

A Cielo (CIEL3) aprovou nesta segunda-feira (5), em reunião do conselho de administração, o pagamento de R$ 410 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) adicionais, à conta de reserva de lucros.

O valor estimado bruto por ação, passível de alteração até a data-base, é de R$ 0,15198153370, mostra o comunicado divulgado aos acionistas.

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Irani (RANI3) cancela o equivalente a 2,65% de suas ações

A Irani Papel e Embalagens (RANI3) comunicou, nesta segunda-feira (5), o cancelamento de 6,5 milhões de ações ordinárias que eram mantidas em tesouraria. Com isso, o capital social da empresa passou a ser representado por 239,8 milhões de ações, volume 2,65% menor que o inicial.

O conselho de administração também determinou, hoje, a extinção do programa de recompra de ações aprovado em 17 agosto de 2022, quando o papel fechou cotado em R$ 6,92. Desde então, apesar da natural volatilidade do mercado, suas ações se valorizaram progressivamente.

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Cielo (CIEL3) tem lucro de R$ 480,8 milhões no 4T23

A Cielo (CIEL3) reportou lucro líquido recorrente de R$ 480,8 milhões no quarto trimestre de 2023, queda de 1,9% em relação ao mesmo período de 2022, mas avanço sequencial de 5,3%, mostra relatório divulgado nesta segunda-feira (5).

Os números superaram as projeções do mercado. Segundo dados levantados pela Bloomberg, o consenso esperava ganhos na ordem de R$ 325 milhões.

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Itaú (ITUB4) lucra R$ 9,4 bilhões no 4T23, acima das expectativas

O Itaú Unibanco (ITUB4) encerrou o quarto trimestre de 2023 com lucro líquido recorrente de R$ 9,4 bilhões, alta de 22,6% em relação ao mesmo período de 2022, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (5).

O número ficou acima do esperado pelo compilado da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 9,2 bilhões.

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Ibovespa (IBOV) tem leve respiro em pregão agitado pelo noticiário corporativo; VALE3 em nova queda

O Ibovespa (IBOV) fechou o pregão volátil desta segunda-feira (5) no azul, apesar da nova queda das ações da Vale (VALE3), de peso relevante para o índice.

Na contramão de Wall Street, o Ibovespa terminou hoje em alta de 0,32%, a 127.593,49 pontos.

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Ex-Boeing (BOEI34) dispara: Mais preocupada em lançar aviões do que com qualidade

Durante as negociações pré-mercado dos Estados Unidos nesta segunda-feira (05), as ações da Boeing (BOEI34) despencavam. O motivo foram os problemas de fuselagem em jatos 737, que poderia levar ao atraso de entregas.

O presidente da Boeing, Stan Deal, afirmou que os 737s poderiam continuar levantando voo com segurança, mas que a empresa teria de realizar uma segunda verificação em 50 das aeronaves.

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Índice de fundos imobiliários (Ifix) fecha em queda de 0,17%, aos 3.327 pontos (dados preliminares)
Ibovespa (IBOV) fecha em alta de 0,37%, a 127.650,82 pontos, de acordo com dados preliminares
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Presidente da Arezzo diz que principal sinergia com Soma virá da criação de calçados e acessórios para marcas Farm e Animale

O presidente da Arezzo&Co (ARZZ3), Alexandre Birman, afirmou nesta segunda (5) que uma das principais sinergias da associação com o Grupo Soma para a formação da maior “house of brands” da América Latina virá da criação de calçados, bolsas e acessórios para marcas Farm, NV, Animale e Hering.

O executivo, que será o CEO da nova companhia, preferiu não divulgar valores relacionados às sinergias da operação, mas afirmou, ao lado do presidente do Grupo Soma, Roberto Jatahy, em apresentação a analistas e investidores, que estavam “muito convictos de que os números fazem bastante sentido”.

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China deve pagar menos por carnes do Brasil em 2024; quando o jogo vai virar?

Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta um crescimento econômico da China em 2024, de 4,6%, contra uma estimativa anterior de 5,4%. Para os padrões chineses, que acostumou os analistas com números bem maiores, a previsão é considerada modesta.

Além disso, de 2024 a 2028, a expectativa do FMI é de que a China enfrente um ciclo de desaceleração econômica. Para 2028, a expectativa é de uma alta de 3,4%. Essa freada, de acordo com especialistas, trará inevitáveis impactos sobre o mercado internacional.

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Petrobras (PETR4) pode ter quase R$ 500 milhões de prejuízo em operação, vê TCU

O Tribunal de Contas da União (TCU), por meio do ministro Benjamin Zymler, solicitou explicações da Petrobras (PETR4) sobre um contrato firmado com a Unigel, que pode acarretar um prejuízo de quase R$ 487 milhões para a estatal.

O caso foi revelado pelo portal Poder360. O contrato, assinado em dezembro e voltado à produção de fertilizantes por encomenda nas fábricas da Bahia e de Sergipe, foi assinado em dezembro de 2023, tem um valor total de R$ 759,2 milhões e se refere às unidades de Camaçari (BA) e Laranjeiras (SE).

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Maduro, EUA, Houthis e mais: Petróleo agitou mercados em janeiro; veja os assuntos mais debatidos

O começo de 2024 chegou conturbado para o petróleo. Em janeiro, a commodity dominou os noticiários, inclusive com o temor de que conflitos internacionais fizessem com que os preços da gasolina e diesel brasileiros ficassem mais caros.

Entre os principais assuntos, os ataques do grupo rebelde Houthi, o cenário econômico dos Estados Unidos (EUA) e a política interna do governo de Nicolás Maduro, na Venezuela, estiveram entre os maiores influenciadores do preço do petróleo.

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Caixa Seguridade (CXSE3) entra em carteira de ações do BB para fevereiro; confira

O BB Investimentos realizou uma troca entre ações em sua carteira recomendada para fevereiro, retirando Gerdau (GGBR4) para dar lugar a Caixa Seguridade (CXSE3).

Os analistas da corretora ainda sustentam a tese de que a bolsa tende a oferecer um dos melhores retornos entre as classes de ativos em 2024, mas pontuam que a dependência externa de curto prazo os deixa mais cautelosos em diversificar assimetricamente as recomendações para ações mais cíclicas.

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