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TIM (TIMS3) lucra R$ 606 milhões no 1T26, alta de 1,6%

05 maio 2026, 19:46 - atualizado em 05 maio 2026, 19:46
TIM TIMS3
(Imagem: REUTERS/Stefano Rellandini)

A TIM Brasil (TIMS3) registrou lucro líquido de R$ 606 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia lucrado R$ 597 milhões.

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O avanço modesto do resultado veio com melhoras nas principais linhas operacionais. A receita líquida totalizou R$ 6,8 bilhões entre janeiro e março, crescimento de 6,5% na comparação anual.

Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado pelo avanço das receitas de serviços e de produtos, com destaque para a operação móvel. A receita de serviço móvel (RSM) chegou a R$ 6,253 bilhões, alta de 5,6% em um ano, enquanto a receita de serviço fixo avançou 22,8%, para R$ 391 milhões.

“O desempenho da RSM refletiu mais uma vez a consistência do pós-pago, que segue como principal motor de crescimento do segmento”, afirmou a TIM no release de resultados.

No segmento fixo, a companhia destacou a recuperação da Ultrafibra nos últimos dois trimestres e a consolidação da V8.Tech, após a conclusão da aquisição da totalidade do capital social da empresa.

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O Ebitda ajustado somou R$ 3,281 bilhões no trimestre, crescimento de 7,1% ante o 1T25. A margem Ebitda ajustada ficou em 48,2%, avanço de 0,3 ponto percentual na comparação anual.

Do lado dos custos, as despesas operacionais somaram R$ 3,526 bilhões, alta de 5,9%. A TIM atribuiu o aumento principalmente a maiores pressões nas linhas de rede e interconexão, além do incremento de custos ligados à V8.Tech.

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 740 milhões, uma melhora de 5,9% frente ao prejuízo financeiro de R$ 786 milhões registrado um ano antes. A companhia afirmou que a variação decorre da combinação entre aumento das despesas financeiras, compensado por maiores receitas financeiras e ganho na variação cambial.

Na operação, a base móvel da TIM somou 61,986 milhões de usuários, queda de 0,1% em relação ao 1T25. O pré-pago recuou 7,7%, para 28,871 milhões de clientes, enquanto o pós-pago avançou 7,6%, para 33,116 milhões.

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O ARPU móvel ficou em R$ 33,70, alta de 5,8% em um ano. Na Ultrafibra, a base de clientes atingiu 880 mil conexões, crescimento de 11,4%, enquanto a base de fibra até a casa (FTTH) avançou 15,1%.

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Editor
Jornalista formado pela Unesp, tem passagens pelo InfoMoney, CNN Brasil e Veja. Pautas para vitor.azevedo@moneytimes.com.br
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