Wall Street

Wall Street avança apesar da escalada de tensão no Oriente Médio

02 set 2026, 11:36 - atualizado em 02 set 2026, 11:46
offshore investimentos internacionais
(imagem: Canva Pro/kasto)

Wall Street iniciou o pregão desta quarta-feira (2) em alta, diante da moderação nos preços do petróleo e também nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries, após forte avanço no começo da sessão.

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Confira o desempenho dos índices por volta das 11h36 (horário de Brasília):

  • S&P 500: +0,56%, aos 7.673,84 pontos;
  • Dow Jones: +0,76%, aos 53.170,33 pontos;
  • Nasdaq: +0,46%, aos 26.220,547 pontos.

O que mexe com Wall Street hoje?

A tensão geopolítica no Oriente Médio, com troca de ataques entre EUA e Irã, tem impulsionado o preço do petróleo, que permanece elevado, apesar da moderação na sessão desta quarta, o que pressiona custos e reacende temores inflacionários. O barril do Brent recua cerca de 0,4%, na faixa dos US$ 94.

Além disso, o rendimento do título do Tesouro americano de 10 anos atingiu seu maior nível desde novembro de 2023, mas inverteu o sinal e opera no terreno negativo.

O movimento pressionou os títulos ao redor do mundo, com o rendimento dos títulos do governo de 10 anos negociado próximo às máximas das últimas décadas no Japão. Também fica no radar dos investidores uma possível alta dos juros em setembro pelo Banco do Japão (BoJ) após fala do presidente da instituição, Kazuo Ueda.

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No front macro, o número de empregos no setor privado registrou desaceleração em agosto, segundo o Relatório Nacional de Emprego da ADP divulgado nesta quarta-feira.

O emprego no setor privado cresceu em 38 mil postos de trabalho no mês passado, após um aumento revisado para 46 mil em julho. Economistas consultados pela Reuters previam que o emprego no setor privado avançaria em 48 mil, após um aumento anteriormente divulgado de 44 mil em julho.

O mercado aguarda ainda a principal métrica do mercado de trabalho nos EUA, o payroll, que é acompanhado de perto pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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