Empresas

As duas únicas empresas não financeiras da B3 com receitas trimestrais acima de R$ 100 bilhões

14 set 2026, 11:51
b3 ações empresas gringos
(Imagem: Money Times/Diana Cheng)

Apenas duas empresas não financeiras listadas na B3 registram receitas líquidas operacionais superiores a R$ 100 bilhões em um único trimestre: Petrobras (PETR3;PETR4) e JBS (JBSS32).

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A estatal já operava acima desse patamar, enquanto a companhia de alimentos passou a integrar o seleto grupo no segundo trimestre de 2024. Desde então, as duas empresas seguem isoladas no topo do ranking, segundo levantamento da Elos Ayta.

O estudo exclui bancos, seguradoras e outras instituições financeiras, uma vez que as receitas dessas empresas seguem critérios contábeis e possuem composição diferente daquela observada em companhias dos setores produtivo, industrial, comercial e de serviços.

No segundo trimestre de 2026, a Petrobras liderou a lista, com receita líquida operacional de R$ 169,53 bilhões. Na sequência apareceu a JBS, com R$ 120,65 bilhões.

A distância para as demais companhias evidencia a dimensão das duas líderes. Terceira colocada, a Vibra (VBBR3) faturou R$ 57,30 bilhões no período — menos da metade do valor registrado pela JBS e cerca de um terço da receita da Petrobras.

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Logo depois aparecem a Vale (VALE3), com receita de R$ 53,01 bilhões; a Raízen (RAIZ4), com R$ 51,46 bilhões; a Ultrapar (UGPA3), com R$ 41,52 bilhões; e a MBRF (MBRF3), com R$ 40,72 bilhões.

Completam a lista das dez maiores receitas do trimestre a Braskem (BRKM5), com R$ 21,72 bilhões; a Ambev (ABEV3), com R$ 20,15 bilhões; e o Assaí (ASAI3), com R$ 19,18 bilhões.

Os números mostram que Petrobras e JBS estão em uma categoria própria de faturamento na bolsa brasileira. Mesmo gigantes dos setores de energia, mineração, agronegócio e consumo ainda permanecem distantes da barreira de R$ 100 bilhões em vendas trimestrais.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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