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Caged: Brasil abre 112 mil vagas formais de trabalho em janeiro, acima das projeções

03 mar 2026, 11:41 - atualizado em 03 mar 2026, 14:00
Economia, Brasil, taxa de desemprego, IBGE
(Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)

Brasil abriu 112.334 vagas formais de trabalho em janeiro de 2026, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (3) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado de janeiro foi fruto de 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos.

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A expectativa era de que fossem criadas 92 mil vagas no primeiro mês do ano, segundo a mediana das projeções do Broadcast.

No acumulado de 12 meses até janeiro, o saldo de novos vínculos de trabalho com carteira assinada é de 1.228.483.

Fonte: Caged

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Com o resultado de janeiro, o estoque de empregos com vínculos formais no país subiu para 48.577.979.

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Dos cinco grupamentos de atividades econômicas, quatro registraram saldos positivos em janeiro: indústria (+54.991 vagas), serviços (+40.525), construção (+50.545) e agropecuária (+23.073). O comércio foi a exceção, com saldo negativo de 56.800 empregos formais em janeiro, em decorrência da sazonalidade pós festas de final de ano, conforme o ministério afirmou em nota.

Entre as cinco regiões do país, Sul apresentou saldo de 55.727 postos de trabalho, Centro-Oeste 35.412, Sudeste 13.301, Nordeste 6.134 postos e Norte 1.738. O destaque ficou com Santa Catarina com saldo de 19 mil postos, Mato Grosso do Sul com 18,7 mil e Rio Grande do Sul com 18,4 mil.

O salário médio de admissão no primeiro mês de 2026 foi de R$ 2.389,50. Comparado ao mês anterior, houve um aumento real de R$ +129,39 no salário médio de admissão, uma variação em torno de +5,72%.

 

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
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