Braskem (BRKM5), Petrobras (PETR4), calendário de dividendos e outros destaques desta segunda (29)
O pedido de proteção contra cobrança de dívidas da Braskem (BRKM5), o pagamento da segunda parcela do Programa de Subvenção Econômica para a Petrobras (PETR4) e o calendário de pagamento de dividendos e JCP de julho são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (29).
Veja o Radar do Mercado:
Dívida da Braskem (BRKM5)
A Braskem (BRKM5) entrou na Justiça e foi atendida por uma proteção contra a cobrança de dívidas. Em comunicado enviado ao mercado, a companhia detalhou o pedido. E as cifras assustam.
Segundo a empresa, caso fosse obrigada a pagar R$ 2,7 bilhões em dívidas com vencimento em julho, poderiam ser acionadas cláusulas de vencimento antecipado de aproximadamente R$ 54 bilhões em obrigações financeiras. A cobrança foi iniciada pelo Banco Safra. Leia mais
Petrobras (PETR4) recebe R$ 170 milhões na 2ª parcela do programa de subvenção do diesel
A Petrobras (PETR4) informou ao mercado o recebimento de R$ 170 milhões referente ao pagamento da segunda parcela do Programa de Subvenção Econômica à comercialização de óleo diesel, correspondente ao período de 1º a 6 de abril.
O programa foi criado pelo governo federal para reduzir os impactos da alta do petróleo e de seus derivados em meio a guerra dos Estados Unidos e Irã. O conflitou levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passava 20% do fluxo global de petróleo, gerando uma alta nos preços internacionais da commodity. Leia mais
Dividendos extraordinários no radar: Veja quais empresas remuneram os acionistas em julho
Julho será animado para os acionistas de 14 companhias que pagam dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) ao longo do mês. Veja o calendário completo
Banco do Brasil (BBAS3) ganha alívio em consumo de capital
O Banco do Brasil (BBAS3), que vem enfrentando uma piora nos resultados, conseguiu um alívio que promete reduzir o consumo de capital.
Segundo o banco, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a repactuação do cronograma de devolução do Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) contratado com o Tesouro Nacional. Leia mais
Jalles (JALL3): BTG volta atenções para produtividade em 2026/2027; vale comprar?
A safra 2025/26 trouxe desafios importantes para a Jalles (JALL3). A combinação de menor produtividade agrícola e queda nos preços do açúcar pressionou os resultados da companhia, ainda que os preços mais elevados do etanol tenham ajudado a sustentar a rentabilidade do setor.
Em relatório, o BTG Pactual manteve recomendação neutra para os papéis da empresa, com preço-alvo de R$ 5,00, destacando que a recuperação da produtividade agrícola será o principal fator a ser acompanhado pelos investidores. Leia mais
Magazine Luiza (MGLU3) derrete 50% no ano sob pressão de juros, concorrência e consumo; há saída?
As ações do Magazine Luiza (MGLU3) ocupam o posto de pior queda do Ibovespa (IBOV) no ano de 2026, ao menos até o dia 26 de junho. A varejista registra uma derrocada da ordem de 50% no acumulado do ano.
O movimento expressivo de queda ocorre desde a divulgação dos números do primeiro trimestre de 2026, em 7 de maio. No período de janeiro a março, o Magalu registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 33,9 milhões, revertendo o lucro registrado um ano antes. Leia mais
Enquanto a PF investiga o passado, Americanas (AMER3) tenta provar que já é outra empresa
A segunda fase da Operação Disclosure recolocou a fraude contábil da Americanas (AMER3) no centro do noticiário na quinta-feira (25). Mas, longe da frente policial, a varejista tenta convencer o mercado de que já é outra empresa.
Quase três anos depois do escândalo contábil, a gestão concentra esforços em uma operação menor, mais simples e orientada pela geração de caixa, eficiência operacional e rentabilidade. O Ebitda ajustado voltou ao terreno positivo, o prejuízo das operações continuadas encolheu 24,8% no primeiro trimestre e as lojas físicas passaram a responder por 95% da receita líquida da companhia. Leia mais
Pão de Açúcar (PCAR3): Família Coelho Diniz atinge 25,10% do capital após fim da ‘poison pill’
O GPA (PCAR3) informou que a família Coelho Diniz passou a deter, em conjunto, 25,10% das ações ordinárias de emissão da companhia.
Segundo fato relevante, André Luiz Coelho Diniz, Alex Sandro Coelho Diniz, Fábio Coelho Diniz, Henrique Mulford Coelho Diniz e Helton Coelho Diniz comunicaram que suas participações acionárias, somadas, atingiram esse percentual do capital social da varejista. Leia mais
Cogna (COGN3) amplia fatia na Educbank com compra de participação por R$ 46,3 milhões
A Cogna (COGN3) anunciou a aquisição de mais 47% da Educbank Pagamentos Educacionais por R$ 46,29 milhões, ampliando sua participação na empresa para 90% do capital social. O pagamento será feito à vista na data de conclusão da operação. Leia mais
Bmg transfere carteira de R$ 750 milhões para FIDC
O Banco Bmg anunciou a transferência de R$ 750 milhões em direitos creditórios para o fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) Consig Premium I, veículo sob gestão da Angá Asset Management.
Os direitos creditórios são oriundos das operações realizadas com os cartões de crédito consignado e os cartões de crédito consignado benefício, cujo pagamento, como regra geral, é efetuado pelo INSS. Leia mais
Gafisa (GFSA3) homologa aumento de capital de R$ 200,9 milhões
A Gafisa (GFSA3) homologou parcialmente um aumento de capital de R$ 200,87 milhões, aprovado por seu Conselho de Administração, por meio da emissão de 135,7 milhões de novas ações ordinárias,.
De acordo com o documento enviado ao mercado, os papéis foram integralizados e subscritos ao preço de emissão de R$ 1,48 cada. Leia mais
Em recuperação judicial, Bombril aumenta lucro em 68% no 4T25
A Bombril registrou um aumento de 68% no lucro líquido ajustado do quarto trimestre de 2025 (4T25) face ao mesmo trimestre do ano anterior, para R$ 56,3 milhões, conforme comunicado ao mercado.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu 49% na mesma base de comparação, para R$ 87,3 milhões. Leia mais
*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo
*Com supervisão de Juliana Américo