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Entregas da Amazon sustentam receitas das montadoras

19 dez 2019, 17:51 - atualizado em 19 dez 2019, 17:51
As vendas a frotistas, incluindo locadoras de automóveis e órgãos governamentais, devem bater recorde este ano, após ultrapassarem 2,6 milhões de veículos até novembro (Imagem: Unsplash/@bryanangel)

Os furgões da Amazon.com estacionados perto de prédios residenciais e ruas sem saída nos EUA não trazem apenas presentes para quem faz compras online neste final de ano.

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A gigante do e-commerce também presenteia as fabricantes de veículos.

A Amazon montou uma frota de 30.000 caminhões e vans para a etapa final das entregas desde que criou sua própria rede de remessas em 2018. Atualmente, a empresa cuida de metade das entregas do website.

Isso é bom para fabricantes dos furgões na cor cinza com a marca azul, incluindo Mercedes-Benz (da Daimler), Fiat Chrysler Automobiles e Ford Motor.

As montadoras têm lidado com a queda da demanda de consumidores este ano em parte ampliando as vendas a clientes comerciais como a Amazon e suas contratadas.

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As vendas a frotistas, incluindo locadoras de automóveis e órgãos governamentais, devem bater recorde este ano, após ultrapassarem 2,6 milhões de veículos até novembro, de acordo com a Cox Automotive.

“Muitas dessas vans vão fortalecer as entregas de pequenas embalagens nas áreas metropolitanas”, disse Evan Armstrong, presidente da Armstrong & Associates, consultoria de logística com sede em Milwaukee.

“Haverá uma oportunidade porque o comércio eletrônico está crescendo tão rápido e essas redes também estão crescendo.”

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A Amazon, que durante muito tempo contou com o Serviço Postal dos EUA, a United Parcel Service e a FedEx, intensificou as entregas de porta a porta por conta própria (Imagem: Reuters/Clodagh Kilcoyne)

Armstrong estima que os custos logísticos do comércio eletrônico nos EUA aumentaram 19% este ano para US$ 168 bilhões, cerca de metade com transporte. As vendas de veículos comerciais passaram de 734.000 unidades no ano até novembro, 8,7% a mais que um ano antes, segundo a Cox.

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A Amazon, que durante muito tempo contou com o Serviço Postal dos EUA, a United Parcel Service e a FedEx, intensificou as entregas de porta a porta por conta própria.

A empresa sediada em Seattle terceirizou boa parte do trabalho para um exército de agentes independentes e usa seu poder de barganha para garantir preços melhores na compra de veículos, combustível e seguro.

No início da semana, a Amazon proibiu lojistas que vendem em sua plataforma de usar a FedEx para entregas terrestres na temporada de fim de ano, alegando que o desempenho da empresa piorou.

A Amazon não revela a parcela de entregas próprias, mas a SJ Consulting Group calcula que chegará a 70% no ano que vem.

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