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Fundo imobiliário em liquidação e Tesouro IPCA+ 10%: Veja o que mais chamou atenção na semana

27 jun 2026, 11:14 - atualizado em 27 jun 2026, 11:15
FIIs fundos imobiliários (Imagem: jabkitticha/ istockphoto)
Fundo imobiliário em liquidação e Tesouro IPCA+ 10%: Veja o que mais chamou atenção na semana (Imagem: jabkitticha/ istockphoto)

Do fundo imobiliário que entrou em processo de liquidação até o banco que aprovou o pagamento de R$ 1,16 por ação em juros sobre o capital próprio (JCP), a semana foi marcada por uma série de fatos que dominaram o noticiário econômico e chamaram a atenção dos leitores.

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Entre os temas mais lidos aqui no Money Times, também estão o cancelamento de leilão pelo Tesouro Nacional, com o mercado projetando retorno do título público IPCA+ próximo de 10%, e a recompra de ações da Klabin (KLBN11), que prevê a aquisição de até 31,25 milhões de units. Confira o que mais repercutiu nos últimos dias:

Fundo imobiliário entra em liquidação e anuncia pagamento de R$ 88 por cota

O fundo imobiliário REC Logística II (RLGX11) anunciou, por meio de fato relevante, que fará a amortização total de suas cotas, numa etapa que antecede a liquidação e o encerramento definitivo do veículo.

Segundo comunicado divulgado ao mercado, cada investidor terá direito de receber:

  • 5 cotas do Zagros Renda Imobiliária (GGRC11);
  • 3 cotas do Suno Fazendas Fiagro (SNFZ11);
  • E um montante em dinheiro equivalente a R$ 10,22761244 por cota detida.

Após o pagamento de todas as obrigações, despesas e valores, o REC Logística II não terá patrimônio remanescente. Clique aqui e saiba mais.

Banco aprova JCP de R$ 1,1 por ação

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O Banco ABC (ABCB3) aprovou o pagamento de R$ 300,9 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), o equivalente a R$ 1,168 por ação ordinária e preferencial.

Segundo o documento enviado ao mercado, a “data-com” para ter direito ao provento vai até 29 de junho. O pagamento será realizado após 12 de agosto.

No mesmo comunicado, o ABC também deu ‘ok’ para um aumento de capital de R$ 116 milhões mediante emissão de novos papéis para subscrição privada (subscrição particular). Confira.

Klabin (KLBN11) aprova recompra de até 31,25 milhões de units

Outro assunto que repercutiu no Money Times é o novo programa de recompra de ações da Klabin (KLBN11), que prevê a aquisição de até 31,25 milhões de units de emissão própria.

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Os papéis recomprados serão posteriormente cancelados, sem possibilidade de retorno ao mercado.

De acordo com a companhia, o programa tem como objetivo gerar valor aos acionistas por meio de uma gestão mais eficiente da estrutura de capital, além de refletir a confiança da administração no desempenho da empresa. Veja mais.

O céu é o limite: Tesouro cancela leilão e mercado vê IPCA+ 10% no horizonte

Semana após semana, o Tesouro IPCA+ 2032 renova suas máximas de rentabilidade. Ora impulsionado pela volatilidade do cenário externo, ora pelos receios em relação à economia doméstica, o movimento reflete um investidor cada vez mais cauteloso e exigente.

Em outras palavras, o mercado tem demandado prêmios maiores para financiar o governo diante das incertezas no horizonte.

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Em meio à escalada das taxas, o Tesouro Nacional decidiu cancelar o leilão de NTN-B previsto para a última terça-feira (23). Segundo o órgão, a medida foi tomada para preservar o “bom funcionamento do mercado de títulos públicos”. Veja a matéria completa.

Com queda de 40% na bolsa, fundo imobiliário vira alvo de questionamentos e gestora responde ao mercado

Após as cotas do fundo imobiliário TG Ativo Real (TGAR11) acumularem queda superior a 40% desde o início do ano e em meio a questionamentos sobre sua estratégia de investimentos, a TG Core Asset, gestora do FII, divulgou, na quinta-feira (25), um comunicado para rebater críticas relacionadas à administração da carteira e à governança.

Isso porque, nos últimos dias, reportagens da imprensa repercutiram indagações de participantes do mercado sobre a precificação dos ativos e a forma de distribuição de rendimentos pelo veículo.

No documento, a TG Core Asset afirmou que as demonstrações financeiras do fundo receberam pareceres sem ressalvas dos auditores independentes e nega que tenha utilizado recursos provenientes da venda de ativos para pagar dividendos aos cotistas. Saiba mais.

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
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