Destaques da Bolsa

Hapvida (HAPV3) lidera os ganhos do Ibovespa e C&A (CEAB3) é ação com pior desempenho; veja os destaques da semana

25 abr 2026, 10:02 - atualizado em 24 abr 2026, 18:17
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) engatou uma segunda semana consecutiva de perdas com incertezas sobre os conflitos no Oriente Médio.

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O principal índice da bolsa brasileira acumulou perda de 2,55% na semana e encerrou a última sessão aos 190.745,02 pontos.

Já o dólar à vista (USDBRL) terminou a R$ 4,9982 e teve valorização de 0,30% ante o real no acumulado dos últimos cinco pregões.

Por aqui, o mercado continuou a concentrar as atenções nos efeitos do conflito no Oriente Médio e suas implicações na política monetária. Os preços do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, avançaram % na semana, encerrando a última sessão a US$ 99,13 o barril.

Entre os dados, l, o déficit em transações correntes totalizou US$ 6,036 bilhões em março, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,71% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central.

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A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$ 5,489 bilhões no mês. No mesmo período do ano anterior houve déficit de US$ 2,930 bilhões.

Na próxima semana, os investidores devem concentrar as atenções nas decisões de política monetária. No Brasil, a expectativa é um novo corte de 0,25 ponto percentual nos juros, levando a Selic para 14,50% ao ano. Já nos EUA, o mercado espera a manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

De olho no Oriente Médio

No início da semana, a tensão entre Estados Unidos e Irã aumentou após o novo fechamento do Estreito de Ormuz, afetando o fluxo global de petróleo.

Já na quinta-feira (23), Líbano e Israel fecharam mais um acordo temporário. Os dois países estenderam seu cessar-fogo por três semanas após uma reunião de alto nível na Casa Branca, segundo o presidente norte-americano, Donald Trump.

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As expectativas de uma nova rodada de negociações entre Washington e Teerã ganharam força na reta final da semana. Na sexta-feira (24), a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse a jornalistas que Trump planejava mandar os enviados especiais Steve Witkoff e Jared Kushner para negociações com Araqchi em Islamabad, e a dupla partirá ao Paquistão na manhã deste sábado (25).

Sobe e desce do Ibovespa

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Hapvida (HAPV3), que avançou por quatro sessões consecutivas e superou a cotação de R$ 14 pela primeira vez desde janeiro.

Na última quinta-feira, a companhia informou que os acionistas controladores passaram a deter 55,4% do capital social da empresa. Se forem excluídas em ações em tesouraria, a participação agregada dos acionistas corresponde a 58,62%.

Na visão de analistas, a movimentação da família fundadora é uma sinalização de alinhamento e confiança na companhia.

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Confira a seguir as altas do Ibovespa entre 20 e 24 de abril:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
HAPV3Hapvida ON15,21%
USIM5Usiminas PNA5,55%
PETR3Petrobras ON3,88%
RECV3PetroReconcavo ON3,46%
PETR4Petrobras PN3,19%
SBSP3Sabesp ON2,15%
PRIO3PRIO ON1,57%
ENEV3Eneva ON1,52%
GGBR4Gerdau PN1,07%
VBBR3VIBRA energia ON0,27%

Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por C&A (CEAB3), com pressão da curva de juros futuros em meio à incertezas quanto aos impactos da guerra no Irã na política monetária e consumo dos brasileiros.

Veja as quedas na semana:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
CEAB3C&A Modas ON-12,96%
YDUQ3Yduqs ON-10,33%
TOTS3Totvs ON-9,51%
COGN3Cogna ON-9,17%
DIRR3Direcional ON-8,12%
MBRF3MBRF ON-7,70%
LREN3Lojas Renner ON-7,45%
EMBJ3Embraer ON-7,33%
IRBR3IRB Re ON-7,10%
BBAS3Banco do Brasil ON-6,97%

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.

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