Mercados

Ibovespa fecha em alta com exterior, mas B3 e Petrobras reduzem ganhos

05 fev 2020, 18:44 - atualizado em 05 fev 2020, 18:44
Mercados Ibovespa B3
O Ibovespa subiu 0,41%, a 116.028,27 pontos (Imagem: REUTERS/Nacho Doce)

O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, mantendo a trajetória positiva de fevereiro, com Vale e bancos entre os principais suportes, tendo de pano de fundo um ambiente favorável a ativos de risco no exterior.

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O pregão encerrou com agentes à espera da decisão de juros do Banco Central, com a maioria das apostas na direção de um corte da Selic para 4,25%, bem como da precificação oferta de ações da Petrobras em poder do BNDES.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa (IBOV) subiu 0,41%, a 116.028,27 pontos. O volume financeiro no pregão somou 27,8 bilhões de reais.

A recuperação nos últimos dias ocorre após o Ibovespa perder quase 4% na semana passada, pressionado pela aversão a risco em razão de dúvidas sobre os potenciais reflexos do surto de coronavírus na China e que já se espalhou para outros países.

Medidas para conter a disseminação do vírus e atenuar o efeito nos mercados têm melhorado o humor dos investidores, embora não se descarte manutenção da volatilidade.

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O BTG Pactual também chamou a atenção para as expectativas de uma nova onda de medidas de estímulos fiscais como fator para a melhora nos mercados.

Dados econômicos mais positivos nos Estados Unidos também colaboravam com a reação nas bolsas, ajudando o pregão brasileiro. Em Nova York, o S&P 500 subiu X%.

Da cena doméstica, a equipe da Planner também destacou que a perspectiva de uma boa safra de resultados cria uma expectativa positiva para os números de 2020. Na quinta-feira, a agenda inclui Lojas Renner e Klabin.

Destaques

Vale (VALE3) fechou com elevação de 1,38%, em sessão de ganhos no setor de mineração e siderurgia, acompanhando suas pares na Europa. Usiminas (USIM5) saltou 4,9%.

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Bradesco (BBDC4) avançou 1,93%, após anunciar resultado com alta de 14% no lucro líquido recorrente do quarto trimestre, bem como previsões para 2020, que agradaram analistas. No setor, Banco do Brasil (BBAS3) subiu 4,46% e Itau Unibanco (ITUB4) fechou em alta de 0,6%.

Petrobras (PETR4) caiu 0,84%, e PETROBRAS ON desvalorizou-se 0,88%, tendo no radar precificação nesta quarta-feira de oferta de ações ordinárias da petrolífera que terá o BNDES como vendedor. Mais cedo, os papéis ainda encontraram suporte na alta do petróleo no exterior.

Braskem (BRKM5) subiu 2,72%, dando continuidade à recuperação após forte perda nos últimos pregões do mês passado.

B3 (B3SA3) recuou 1,22%, no segundo dia de perdas, após atingir cotação recorde para fechamento no começo da semana, tendo acumulado em janeiro valorização de mais de 13%.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.

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