Ibovespa futuro sobe aos 177 mil pontos de olho em Ormuz; dólar recua a R$ 5,12
O Ibovespa futuro (WINQ26) subiu 0,12%, aos 177.55 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), de olho no Oriente Médio e à espera dos dados de inflação dos Estados Unidos.
Já o dólar à vista abriu em queda ante o real, seguindo o desempenho da moeda no exterior, a R$ 5,1260 (-0,12%). O DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,19%, aos 101.042 pontos.
Por aqui, os investidores devem acompanhar o cenário geopolítico e o humor dos mercados internacionais, avalia o sócio e analista da Ajax Capital Rafael Passos.
Na pesquisa Futura/Apex desta terça-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 46,1%, em empate técnico dentro da margem de erro, de 2,2 pontos percentuais, do levantamento.
Internacional
No plano geopolítico, os Estados Unidos e o Irã seguem a disputa pelo controle do Estreito de Ormuz, com os dois países bloqueando a passagem pela hidrovia essencial para o fluxo do petróleo comercializado globalmente.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu novos ataques para esta semana.
Às 9h30 (horário de Brasília), o índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) dos Estados Unidos será divulgado. A mediana da pesquisa Projeções Broadcast indica queda de 0,1% em junho, após alta de 0,5% em maio. Na taxa anual, a estimativa é de desaceleração de 4,2% para 3,8%.
Além disso, o presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, presta depoimento no Congresso, nesta terça e na quarta-feira (15).
No exterior, os mercados europeus operam em baixa com o avanço dos preços do petróleo e os temores inflacionários. No pré-mercado dos Estados Unidos, os futuros operam sem direção única.
Confira as cotações do petróleo, por volta das 9h15 (horário de Brasília):
- Brent para setembro de 2026: +3,95%, a US$ 86,59 o barril
- WTI para agosto de 2026: +2,33%, a US$ 79,96 o barril