Mercados

Ibovespa sobe 0,61%; mesmo com recuperação semanal, fecha agosto no vermelho

30 ago 2019, 18:18 - atualizado em 30 ago 2019, 18:18
A bolsa paulista emendou a quarta sessão no azul nesta sexta-feira (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)

A bolsa paulista emendou a quarta sessão no azul nesta sexta-feira, em meio a uma melhora nas expectativas para as negociações comerciais entre EUA e China e novos indicadores positivos da economia brasileira.

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O Ibovespa subiu 0,61%, a 101.134,61 pontos. O giro financeiro da sessão somou 21,8 bilhões de reais.

Na semana o índice avançou 3,55%. Mas isso não foi suficiente para manter o fôlego. Após quatro meses no azul, refletindo o otimismo com o avanço da reforma da Previdência no país e de um ambiente externo com grande liquidez, o mercado passou por uma correção, refletindo a crise argentina, o impasse EUA-China, que estressaram o câmbio, e até a repercussão global negativa aos incêndios na Amazônia.

Mesmo com uma sequência positiva na reta final do mês, o Ibovespa fechou agosto com baixa de 0,67%.

No dia, a notícia de que equipes de negociadores comerciais de China e Estados Unidos estão tendo comunicação eficaz, deu novo fôlego aos mercados. Em Wall Street, o S&P 500 fechou praticamente estável.

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No Brasil, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a consolidação do cenário benigno para a inflação deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo monetário.

No plano econômico, o IBGE anunciou que a taxa de desemprego no Brasil caiu ao piso do ano no trimestre encerrado em julho, a 11,8%, em nível abaixo do esperado pelo mercado, que na véspera já havia tido uma surpresa igualmente positiva com o PIB do país no segundo trimestre.

“O final do mês foi mais positivo para as bolsas, com a retórica menos beligerante de autoridades americanas e chinesas”, afirmou a Coinvalores, ressalvando que tarifas de parte a parte estão marcadas para entrar em vigor no domingo.

Destaques

Bradesco (BBDC4) subiu 1,54%. Banco do Brasil (BBSA3) avançou 2,57%, mas Itaú Unibanco (ITUB4) perdeu 0,44%.

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Lojas Americanas (LAME4) subiu 4%, após assinar com a BR Distribuidora (BRTD3) acordo não vinculante para guiar estudos sobre a viabilidade de possível parceria para lojas de conveniência. BR DISTRIBUIDORA fechou estável.

Vale (VALE3) ganhou 1,04%, na esteira da recuperação dos preços do minério de ferro na China, onde os contratos futuros da commodity subiram mais de 4%, impulsionados por um movimento de reconstrução de estoques da matéria-prima siderúrgica. No setor, CSN ON evoluiu 1,06%.

JBS (JBSS3) cresceu 0,65%, diante de expectativas positivas para a demanda externa devido à peste suína africana.

BRF (BRFS3) caiu 1,88%, após comunicado da véspera de que Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) reduziu fatia na empresa para 9,98%. A BRF afirmou nesta sexta de que avalia emissão de bônus no exterior.

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Petrobras (PETR4) ficou estável, em dia de queda do petróleo no exterior.

Cyrela (CYRE3) avançou 3,28%, em sessão positiva para o setor imobiliário. Em relatório recente, o Morgan Stanley afirmou ver evidência de ‘momentum’ para o segmento residencial de média e alta rendas, avaliando que Cyrela é o melhor meio para aproveitar o cenário.

 

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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