Economia

Índice da percepção do consumidor da Universidade de Michigan revisto para cima

27 abr 2018, 12:14 - atualizado em 27 abr 2018, 12:14

Investing.com – Um indicador chave da confiança do consumidor nos EUA foi revisto para cima em abril, de acordo com um estudo divulgado nesta sexta-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan foi revisto de uma leitura preliminar de 97,8 para 98,8.

Economistas previam uma leitura de 98,0.

Um subíndice que acompanha as expectativas do consumidor subiu de 86,8 para 88,4, superando as projeções de um aumento menor para 86,9.

Uma outra medida, que acompanha as condições atuais, passou de 115,0 para 114,9. Analistas não esperavam alterações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, as expectativas de inflação para os próximos 12 meses ficaram inalteradas em 2,7%, ao passo que as expectativas de inflação de cinco anosaumentaram para 2,4%, para 2,5%.

Richard Curtin, economista-chefe do centro de pesquisas, observou que a percepção do consumidor melhorou ligeiramente na segunda metade do mês, reduzindo o pequeno declínio geral para abril.

“O número final de abril era quase idêntico à média de 2018 (98,9) – mais do que qualquer outra média anual desde que o valor de 107,6 foi registrado em 2000 (que, por sua vez, foi a maior média anual em mais de meio século)”, Curtin disse.

Ele também indicou que a reforma tributária e as políticas comerciais continuam a desencadear comentários espontâneos ou desassistidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os comentários espontâneos sobre a legislação da reforma tributária tiveram um balanço de opinião positivo, mas as tarifas comerciais geraram um balanço negativo de opinião”, observou Curtin.

“Além do impacto compensatório das políticas tributárias e tarifárias de Trump, o melhor resumo simples do atual estado de confiança dos consumidores é que a economia está ‘tão boa quanto possível'”, disse ele.

Curtin observou ainda que os consumidores e economistas estavam um pouco apreensivos sobre as tendências futuras.

“No geral, os dados são consistentes com uma taxa de crescimento de 2,7% no consumo pessoal real no próximo ano”, concluiu ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por Investing.com

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar