Carteira Recomendada

Itaú (ITUB4) é a ação mais recomendada para ter na carteira em agosto, segundo 14 analistas; veja ranking

07 ago 2026, 16:37
itaú
(Imagem: REUTERS/Tuane Fernandes)

A Itaú Unibanco (ITUB4) é a ação mais recomendada para setembro, segundo o levantamento do Money Times. O papel é indicado por 10 dos 14 analistas consultados.

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O Santander elevou recentemente o preço-alvo das ações ITUB4 de R$ 49 para R$ 50 no fim deste ano, o que implica em um potencial de valorização de 19,5% sobre o preço de fechamento da última quinta-feira (6).

No segundo trimestre, o banco voltou a surpreender ao não divulgar nenhuma surpresa. O Itaú ucrou R$ 12,4 bilhões, alta de 7,8%. Trata-se da 11ª alta consecutiva dos lucros.

A última vez que o banco viu seu lucro cair foi no terceiro trimestre de 2023, quando sofreu com o baque da Americanas (AMER3), segundo dados da Elos Ayta. Desde então, vem aumentando seu resultado final trimestre após trimestre.

“Embora o ritmo de expansão esteja mais moderado do que nos últimos anos, os resultados reforçam a qualidade do banco e mantêm nossa leitura construtiva para as ações do Itaú, especialmente em estratégias que buscam combinar geração de renda, previsibilidade e valorização de capital no longo prazo”, avalia Matheus Spiess, analista da Empiricus Reseach.

Petrobras (PETR4) e Itaú (ITUB4)

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Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) e os pesos-pesados do Ibovespa (IBOV) seguem no pódio das mais recomendadas por mais um mês. A mineradora conta com 9 indicações, enquanto a petroleira tem 8.

As duas companhias já reportaram os balanços do segundo trimestre – e, mais uma vez, agradaram os investidores.

Vale (VALE3) registrou lucro líquido de R$ 6,847 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 43,3% em relação aos R$ 12,081 bilhões apurados no mesmo período do ano passado.

O resultado veio acompanhado de um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 18,516 bilhões, retração de 3,3% na comparação anual, enquanto a receita líquida avançou 6,4%, para R$ 53,012 bilhões, refletindo o melhor desempenho da divisão de metais básicos.

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Já a Petrobras (PETR4) reportou lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no trimestre, acima da expectativa do mercado, que projetava resultado de R$ 50,8 bilhões. Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado pela produção recorde de petróleo e derivados, pelos preços mais elevados do Brent e pela forte geração de caixa.

A estatal registrou receita líquida de R$ 169,5 bilhões entre abril e junho e Ebitda ajustado de R$ 93,8 bilhões. Desconsiderando efeitos extraordinários, o Ebitda ajustado alcançou R$ 100,6 bilhões, enquanto o lucro líquido recorrente somou R$ 55,8 bilhões.

O consenso de mercado apontava para receita líquida de R$ 169,6 bilhões, Ebitda ajustado de R$ 92,6 bilhões e lucro líquido de R$ 50,8 bilhões. Com isso, a Petrobras entregou receita praticamente em linha com as estimativas e superou as projeções para Ebitda e lucro.

As 10 ações mais recomendadas para agosto

AçõesIndicações
Itaú Unibanco (ITUB4)10
Vale (VALE3)9
Petrobras PN (PETR4)8
Embraer (EMBJ3) 8
Axia Energia (AXIA3) 6
Bradesco PN (BBDC4)6
Sabesp (SBSP3)5
BB Seguridade (BBSE3)5
BTG Pactual (BPCA11)4
Itaúsa (ITSA4)4

Levantamento

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O levantamento do Money Times levou em consideração as informações das carteiras de ações divulgadas por 16 instituições. Para agosto, foram indicadas 51 ações, somando 143 recomendações.

Participaram do levantamento Ágora Investimentos, Andbank, Ativa Investimentos, BB Investimentos, BTG Pactual, Daycoval, Empiricus Research, Itaú BBA, Planner, RB Investimentos, Rico, Santander, Terra Investimentos e XP Investimentos.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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