Berkshire Hathaway

Há esperanças pós-Buffett: Expectativas para a Berkshire Hathway são otimistas na primeira reunião sem bilionário no comando

04 maio 2026, 13:59 - atualizado em 04 maio 2026, 13:59
Berkshire Hathaway (Imagem Divulgação)
Berkshire Hathaway (Imagem Divulgação)

As perspectivas para a Berkshire Hathway são positivas sob a gestão de Greg Abel, afirma a Empiricus.

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Após a divulgação dos resultados trimestrais da companhia e, principalmente, a primeira reunião anual de acionistas após a saída de Warren Buffett do comando direto da empresa, os analistas avaliam que a Berkshire continua muito forte operacionalmente, e o mercado têm expectativas para entender os novos passos da companhia em relação aos lucros anunciados.

A Empiricus destaca que os números do trimestre foram melhores do que o aguardado pelo mercado: lucro atribuível aos acionistas de US$11,346 bilhões, um aumento de 17,7% ante um ano atrás.

O relatório atribui os bons resultados ao underwriting, o lucro obtido com a venda de seguros, quando a seguradora consegue cobrar mais em prêmios do que paga em indenizações. Nesta divisão, a Berkshire teve uma alta de 28,5% em comparação ao trimestre anterior.

O grande sinal de alerta para a Empiricus está no prejuízo contábil de US$ 1,24 bilhão na carteira de ações, um efeito considerável, apesar de menor do que no ano passado, quando as perdas ultrapassavam US$ 5 bilhões.

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Outro destaque é o posicionamento de Abel perante os investidores e as expectativas sobre a manutenção do legado de Buffett. Segundo o texto, a resposta inicial foi positiva, o CEO mostrou domínio dos negócios e indicou uma mensagem de continuidade importante para o mercado, pelo receio de mudanças bruscas.

Dentre os destaques das falas de Abel, estão o uso de inteligência artificial e a abertura de oportunidades no setor, uma vez que a Berkshire já possui investimentos em energia.

Ainda assim, os investidores possuem críticas à nova gestão. Entre os números divulgados a empresa recomprou apenas US$ 235 milhões em ações. Para uma companhia avaliada em mais de US$ 1 trilhão, isso foi visto como pouco.

Com quase US$ 400 trilhões em caixa, o mercado esperava maiores aquisições por parte da Berkshire, mas Buffett e Abel defendem que estão aguardando oportunidades realmente boas.

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Para a Empiricus, a Berkshire é uma aposta otimista, mas ainda existe cautela para avaliar a nova gestão.

*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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