Dólar

Ouro avança pelo 3º dia consecutivo com expectativa de acordo entre EUA e Irã

07 maio 2026, 15:57 - atualizado em 07 maio 2026, 16:01
barras de ouro
(Imagem: Pexels/ Canva)

O ouro fechou em alta na sessão desta quinta-feira (7), registrando ganhos pelo terceiro dia consecutivo, com negociações de paz entre Estados Unidos e Irã no radar.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em alta de 0,35%, a US$ 4.710,90 por onça-troy.



Já a prata para julho fechou com ganhos de 3,72%, a US$ 80,180 por onça-troy.

O que movimentou o ouro hoje?

O metal dourado acompanhou o noticiário internacional. Anteriormente, a expectativa do mercado era por um acordo de paz duradouro entre Estados Unidos e Irã. Ao longo da quinta-feira, porém, a probabilidade foi reduzida.

O plano emergente está centrado em um memorando de curto prazo, em vez de algo mais abrangente, ressaltando as profundas divisões entre os dois lados e sinalizando que qualquer acordo nesse estágio seria uma etapa provisória.

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Além disso, segundo a agência de notícias Associated Press, o Irã criou uma agência para controlar o fluxo marítimo pelo Estreito de Ormuz, enquanto o Wall Street Journal reportou que Arábia Saudita e o Kuwait suspenderam as restrições impostas ao uso de suas bases e espaço aéreo pelos EUA.

Para o XS.com, o metal dourado necessita ultrapassar a faixa de US$ 4.730 e US$ 4.750 para sustentar uma forte tendência de alta. Caso não consiga romper o patamar, o ouro pode voltar a oscilar em uma faixa estreita de preços.

Já o RHB aponta que ímpeto de alta do metal foi renovado, mas que uma pressão vendedora pode surgir na faixa de US$ 5 mil.

O mercado acompanhou também a publicação de dados do Federal Reserve (Fed) de Nova York, que apontaram para uma alta de 3,6% das expectativas de inflação de 1 ano.

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Hoje, a dirigente da unidade do Federal Reserve de Cleveland Beth Hammack, declarou que seria “enganoso” sinalizar que a próxima decisão de política monetária seria de um corte, enquanto Susan Collins, do Fed de Boston, concordou com uma linguagem mais moderada.

Já Mary Daly, da unidade de São Francisco, afirmou que tudo depende dos impactos da guerra na economia. Amanhã serão publicados dados sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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