Ouro

Ouro avança com acordo preliminar entre EUA e Irã e PCE mais fraco

28 maio 2026, 16:21 - atualizado em 28 maio 2026, 16:49
Aura minerals Negociação de ouro, barras de ouro com estoque gráfico (Crédito da imagem: e-crow/istockphoto) ID da foto: 2219056031
(Imagem: Freepik/Wirestock)

O ouro fechou em alta na sessão desta quinta-feira (28), conseguindo retomar o patamar de US$ 4.500, após os dados de inflação mais baixos do que o esperado e notícias de um acordo preliminar de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto encerrou alta de 1,14%, a US$ 4.532,4 por onça-troy.



Já a prata para julho avançou 1,4%, a US$ 75,912 por onça-troy.

O que mexeu com o ouro?

Em sessão marcada pela volatilidade, as notícias de que um acordo preliminar de paz entre Estados Unidos e Irã estava no radar impulsionaram o metal dourado.

De acordo com a notícia, os Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo preliminar para estender o cessar-fogo, dependente do aval de Trump.

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O site informou que o acordo foi firmado após o Irã ter atacado uma base aérea norte-americana no Kuwait nesta quinta-feira, na sequência de ataques dos EUA contra o que Washington descreveu como uma operação iraniana com drones.

De acordo com a reportagem do Axios, os dois lados concordaram com um memorando de entendimento de 60 dias para prorrogar a trégua e iniciar negociações sobre o programa nuclear iraniano.

Além disso, o Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) dos Estados Unidos subiu 0,4% em abril, segundo divulgado pelo Bureau of Economic Analysis (BEA), menos do que o previsto, também aliviando um pouco da pressão sobre os metais preciosos, segundo o TD Securities.

Para o Capital Economics, o resultado dá mais tempo ao Federal Reserve (Fed) para avaliar os impactos da alta nos preços de energia. Em contrapartida, a segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do país veio abaixo do esperado.

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*Com informações de Estadão Conteúdo

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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