Petrobras (PETR4), Oi (OIBR3), Caixa e outros destaques desta quinta (27)
O aumento do limite de crédito entre a Petrobras (PETR4) e a Braskem, a confirmação da falência da Oi (OIBR3) e a alta de lucro da Caixa Econômica Federal são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (27).
Confira o Radar do Mercado
Petrobras (PETR4) e Braskem aumentam limite de crédito para R$ 2,35 bi
A Petrobras (PETR4) e a Braskem vão aumentar o limite de crédito entre as duas empresas de R$ 350 milhões para R$ 2,35 bilhões para aquisição de matérias primas fornecidas pela Petrobras, informaram as empresas na noite de quarta-feira (26).
O contrato envolve o pagamento das matérias primas no prazo de 30 dias e tem vigência até o final de 2026, com manutenção dos efeitos até o vencimento das faturas emitidas durante a vigência do contrato.
As duas empresas disseram ainda que entre as garantias estará uma cessão fiduciária de direitos creditórios de clientes da Braskem no montante aproximado de R$ 1 bilhão por mês. Saiba mais
Falência da Oi: V.tal afirma que decisão da Justiça do Rio garante seus direitos
A V.tal informou ao mercado que a decisão da Justiça do Rio de Janeiro por confirmar a falência da Oi (OIBR3) também reconheceu a validade das vendas de ativos realizadas por sua antiga controladora.
De acordo com o fato relevante, as vendas das unidades produtivas isoladas (UPIs) realizadas em meio ao processo de recuperação judicial, incluindo a InfraCo, que originou a V.tal, contam com amparo legal. Saiba mais
Caixa tem alta de 5,9% no lucro no 2º tri
A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre, montante 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025, segundo relatório da administração divulgado nesta quarta-feira.
De acordo com o banco estatal, o resultado do período foi acompanhado pela expansão da carteira de crédito, que encerrou o segundo trimestre de 2026 em R$ 1,45 trilhão, alta de 11,9% na base anual, além da captação e das receitas de prestação de serviços. Saiba mais
Brava Energia (BRAV3): Fitch eleva notas de crédito, de olho na gestão da Ecopetrol
A agência classificadora de riscos Fitch Ratings removeu a observação positiva e elevou os IDRs (ratings de inadimplência do emissor) de longo prazo em moedas estrangeira e local da Brava Energia (BRAV3) para ‘BB’, de ‘BB-, e seu rating nacional de longo prazo para ‘AA+(bra)’, de ‘AA-(bra)’.
A agência também elevou para ‘BB’, de ‘BB- ’ , o rating das notas com garantia real, no montante de US$ 500 milhões, com vencimento em 2031, emitidas pela 3R Lux. A perspectiva dos ratings corporativos é estável. Saiba mais
Mais uma empresa em recuperação judicial; dívidas chegam a R$ 265 milhões
A lista de empresas que entraram em recuperação judicial ganhou mais um nome: o Grupo Gennius, que controla as redes Habib’s e Ragazzo. Com dívidas de R$ 265 milhões, a medida foi deferida pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo e envolve 178 empresas ligadas ao conglomerado.
Segundo a companhia, a recuperação judicial faz parte de um processo de reestruturação financeira e tem como objetivo preservar a continuidade e a sustentabilidade dos negócios. Saiba mais
Pine (PINE4) virou queridinho de analistas, com ROE de quase 40%; executivo revela a estratégia por trás da virada
Longe dos holofotes dos bancões, como Itaú (ITUB4), Nubank (NU) ou Bradesco (BBDC4), o Pine (PINE4) viu sua história na bolsa mudar nos últimos 12 meses.
O banco não é novo na bolsa. Abriu capital em 2007, em um período fértil para IPOs, quando outros bancos médios também se lançaram no mercado. Mas sua liquidez impedia que o papel ganhasse maior destaque — até agora. Saiba mais
Tesoura maior: XP muda projeções para Selic em 2026; veja como ficaram os números
Em meio a uma série de más notícias no noticiário econômico, a XP vê um ‘respiro’ maior nas altas taxas de juros no Brasil. A corretora cortou a projeção da Selic em 2026 de 14% para 13,25%.
Segundo o economista Caio Megale, da XP Investimentos, a inflação deverá vir melhor que o esperado.
“O estímulo fiscal não tem sido tão efetivo em impulsionar a demanda, uma vez que o endividamento de consumidores e empresas permanece elevado, os custos de produção estão mais pressionados e os indicadores de confiança vêm recuando”, destaca. Saiba mais
Alibaba conclui captação de US$ 10,2 bi para investimentos em IA
O Alibaba anunciou nesta quarta-feira (26) a conclusão de sua colocação de HK$ 80 bilhões (equivalente a US$ 10,2 bilhões) para expandir sua posição global em inteligência artificial.
A empresa vendeu 710.000.000 novas ações ordinárias para pessoas não americanas fora dos Estados Unidos, a um preço de colocação de HK$ 112,70 por ação, segundo comunicado. Saiba mais
Nvidia (NVDA) supera expectativas e projeta receita de US$ 108 bilhões; resultado veio forte, diz estrategista
A Nvidia (NVDA) apresentou resultados acima das expectativas do mercado no segundo trimestre do ano fiscal de 2027, reforçando a força da demanda por infraestrutura de inteligência artificial, segundo análise de William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue.
A companhia registrou receita de US$ 96,2 bilhões, alta de 18% sobre o trimestre anterior e de 106% na comparação anual. O número ficou cerca de US$ 4 bilhões acima da expectativa dos analistas, que projetavam receita de aproximadamente US$ 92,2 bilhões. Saiba mais
Votorantim assina acordo para vender controle da Nexa à Boliden em troca de ações
A Votorantim assinou um acordo definitivo com a Boliden AB para vender sua participação majoritária na Nexa Resources. Com a conclusão da operação, sujeita a aprovações corporativas e regulatórias, o controle da Nexa deve ser transferido para a companhia sueca.
Pelo acordo, a Votorantim vai transferir suas ações da Nexa para a Boliden por meio de uma troca de ações. A relação prevista é de 0,250 novas ações ordinárias da Boliden para cada ação ordinária da Nexa. Após a conclusão, a expectativa é que a Boliden passe a deter 64,68% do total de ações e direitos de voto da Nexa, enquanto a Votorantim teria aproximadamente 7% do total de ações e direitos de voto da Boliden. Saiba mais
*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo
*Com supervisão de Juliana Américo