Copa do Mundo

Semifinais da Copa do Mundo só têm um azarão, na visão do Banco Pine

14 jul 2026, 15:17 - atualizado em 14 jul 2026, 15:18
Troféu Copa do Mundo 2026
Taça da Copa do Mundo 2026. Imagem: Divulgação/Fifa

A chegada da Copa do Mundo da Fifa à fase semifinal reforçou o favoritismo de França, Espanha e Argentina. Mas também alterou o equilíbrio da disputa pelo título, já que uma seleção de certo modo surpreendeu ao chegar às semifinais, segundo o Banco Pine.

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A França, desde o início considerada uma das seleções mais fortes do torneio, avançou à semifinal com uma vitória por 2 a 0 sobre Marrocos. A equipe controlou a maior parte da partida e manteve a consistência apresentada desde a fase de grupos.

As probabilidades negociadas no Polymarket mostram essa evolução, afirma o Banco Pine.

Os franceses começaram a Copa com cerca de 16% de chance de conquistar o título e ampliaram essa probabilidade ao longo do torneio. Depois da classificação para as semifinais, a projeção se aproximou de 39%, consolidando a França como líder isolada.

A Espanha, que enfrenta a França na semifinal, também confirmou sua força ao derrotar a Bélgica por 2 a 1. O Banco Pine destaca o bom desempenho coletivo da equipe e o retrospecto positivo em confrontos recentes contra adversários de alto nível.

Argentina terá seu primeiro grande teste na Copa do Mundo

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A Argentina avançou após vencer a Suíça por 3 a 1 na prorrogação. A partida foi equilibrada, mas a expulsão de um dos principais jogadores suíços por simulação, após intervenção do VAR, afetou o desempenho da equipe europeia.

Apesar da classificação, o Pine destaca que a semifinal será o primeiro grande teste da Argentina na Copa.

A equipe ainda não enfrentou uma seleção considerada favorita ao título, o que torna o próximo confronto um indicador importante sobre sua capacidade diante de adversários de elite.

No mercado, Espanha e Argentina aparecem em uma disputa mais equilibrada pelo segundo grupo de favoritas. As duas seleções oscilaram ao longo do torneio, mas chegaram às semifinais com probabilidades semelhantes, entre 18% e 20%.

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A Espanha perdeu espaço durante parte da fase eliminatória, mas recuperou força após avançar. A Argentina teve uma trajetória mais constante e manteve projeções próximas às da equipe espanhola.

Entretanto, quem surpreendeu foi a Inglaterra.

A seleção inglesa passou boa parte da Copa atrás das principais favoritas nas projeções, mas ganhou espaço com uma campanha consistente no mata-mata. Suas chances de título subiram para a faixa de 15% a 17%, aproximando a equipe do grupo principal de candidatas.

O destaque foi Jude Bellingham, que marcou dois gols contra a Noruega na vitória por 2 a 1, após a prorrogação. Com o resultado, o meio-campista chegou a seis gols no torneio e igualou Harry Kane na artilharia.

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Além do número de gols, Bellingham chama atenção pela eficiência ofensiva. Segundo os dados de gols esperados (xG), o jogador marcou seis vezes a partir de chances estimadas em 2,62 gols, um saldo positivo de 3,38. Entre os principais artilheiros da competição, foi o atleta que mais superou a expectativa do modelo.

Os analistas do Pine afirmam que as probabilidades observadas no Polymarket após as quartas-de-final permaneceram consistentes com o ranking de favoritismo apresentado anteriormente pela instituição, com base em simulações estatísticas.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

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Estagiário no Money Times e estudante de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Foi trainee e repórter freelancer na Folha de S.Paulo.
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