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Suzano (SUZB3) reporta lucro líquido de R$ 2,1 bilhões no 3T26, avanço de 6%

05 nov 2026, 19:35 - atualizado em 05 nov 2026, 19:47
suzano
(Imagem: Divulgação)

A Suzano (SUZB3) registrou lucro líquido de R$ 2,1 bilhões no terceiro trimestre de 2026 (3T26), alta de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.

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O resultado operacional, medido pelo Ebitda ajustado, somou R$ 5,7 bilhões, crescimento de 9% na comparação anual. O número ficou praticamente em linha com as expectativas do mercado, que projetava R$ 5,8 bilhões, segundo dados compilados pela LSEG.

Já a receita líquida alcançou R$ 16,5 bilhões, avanço de 36% em um ano e o maior faturamento trimestral da história da companhia.

O resultado foi impulsionado principalmente pela incorporação dos números da Arbex, joint venture formada com a Kimberly-Clark em julho deste ano. A expectativa média dos analistas era de receita de R$ 16,8 bilhões.

A geração de caixa operacional totalizou R$ 3,8 bilhões no trimestre, alta de 12% em relação ao terceiro trimestre de 2025.

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No período, a Suzano comercializou 3,2 milhões de toneladas de celulose e 374 mil toneladas de papel e embalagens. Já a unidade de Bens de Consumo, que passou a incorporar também as operações da Arbex, registrou vendas de 299 mil toneladas.

A nova joint venture contribuiu para ampliar a presença internacional e diversificar as fontes de receita da companhia. No trimestre, a unidade de Bens de Consumo registrou receita líquida de R$ 5 bilhões, dos quais R$ 4,2 bilhões vieram do mercado externo, além de Ebitda ajustado de R$ 803 milhões.

Por outro lado, a alavancagem financeira aumentou. A relação entre dívida líquida e Ebitda em dólares encerrou o trimestre em 3,7 vezes, ante 3,3 vezes no mesmo período de 2025.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.

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