Tempo Real

Tempo real: Ibovespa perde força e cai aos 145 mil pontos com fiscal e pressão de Wall Street; dólar sobe a R$ 5,32

01 out 2025, 6:30 - atualizado em 05 nov 2025, 10:33
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) iniciou o mês de outubro com foco no cenário fiscal dos Estados Unidos (EUA), diante do risco de um shutdown do governo norte-americano. Com a paralisação, a divulgação do payroll de setembro, prevista para esta sexta-feira (3), será adiada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta quarta-feira (1º), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,49%, aos 145.517,35 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3286, com leve alta de 0,11%

Por aqui, os investidores ficaram atentos às movimentações em Brasília com foco na tramitação das pautas tributárias no Congresso. A Câmara dos Deputados deve votar, em plenário, o projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês ainda hoje.

O mercado de trabalho dos EUA, porém, seguiu no centro das atenções. O relatório ADP mostrou o fechamento de 32 mil postos de trabalho em setembro ante a expectativa de abertura de 50 mil vagas de emprego no setor privado. O dado elevou as apostas de corte nos juros pelo Federal Reserve para perto de 100%.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (1°), em tempo real:



Ao vivo
Mundanças “inadequadas” financeiramente a projeto do IR vão “cair”, diz Lira

O relator do projeto de lei que trata da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$5 mil e do desconto no IR para os que ganham até R$ 7.350 afirmou nesta quarta-feira que qualquer tentativa de mudança no texto que resulte em inadequação financeira e orçamentária não será nem analisada pelo plenário.

A Câmara dos Deputados deve iniciar em instantes a discussão do projeto, e após a análise de seu texto principal deve se debruçar sobre os chamados destaques — emendas pinçadas para serem votadas separadamente.

Leia mais.

MBRF (MBRF3) conclui aquisição de fatia de 50% na Gelprime

A MBRF (MBRF3) informou nesta quarta-feira (1) que a MBR Investimentos, subsidiária integral da BRF (BRFS3), concluiu a aquisição de participação de 50% no capital social da Gelprime, em operação com valor total de R$312,5 milhões, de acordo com comunicado.

A empresa, recentemente formada através da fusão da Marfrig com a BRF, acrescentou ainda que a aquisição será concretizada em duas etapas, primeiramente com a transferência de 32% do capital da Gelprime nesta quarta.

Leia mais.

Mini-índice recua 0,61% com enfraquecimento de movimento comprador

O mini-índice (WINV25), ou Ibovespa futuro, fechou esta quarta-feira (1º) em queda de 0,61%, aos 146.250 pontos, acompanhando o tom de aversão a risco global.

Segundo análise técnica do BTG Pactual divulgada hoje mais cedo, o ativo mostra enfraquecimento do movimento comprador, com dificuldade em formar topos e fundos ascendentes.

Leia mais.

Petrobras (PETR4) e Amazon (AMZO34) assinam acordo para estudar combustíveis menos poluentes em logística no Brasil

A Petrobras (PETR4) assinou um acordo com a unidade da Amazon (AMZO34) no Brasil com vistas a desenvolver e implementar soluções de combustíveis de baixa emissão de carbono em atividades de logística no país, informaram as companhias em um comunicado nesta quarta-feira.

Dentre os assuntos que serão estudados, as empresas poderão adotar programas-piloto, por meio dos quais combustíveis de baixa emissão de carbono podem ser integrados à rede de transporte da Amazon.

Leia mais.

Banco do Brasil (BBAS3): Ação chega a cair 3% após dados do BC, mas recupera fôlego; analistas veem números ruins

As ações do Banco do Brasil (BBAS3), que negociavam em queda de 1%, chegaram a cair 3% por volta das 15h em meio a dados do Banco Central de julho. Apesar disso, a ação recuperou o fôlego e fechou em queda de 0,72%.



O Banco do Brasil teve lucro líquido de R$ 780 milhões em julho, de acordo com relatórios publicados pelo Citi e pelo Bradesco BBI, abaixo dos R$ 976 milhões de junho.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Algodão atinge mínima de 6 meses com excesso de oferta e mercado de grãos fraco

Os contratos futuros de algodão da Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, chegaram a cair mais de 1%, atingindo o nível mais baixo em seis meses nesta quarta-feira (1º), prejudicados por preocupações com o excesso de oferta, enquanto o sentimento mais fraco do mercado de grãos também se refletiu na fibra natural.

Os contratos da pluma para dezembro caíram para 64,81 centavos de dólar por libra-peso, seu nível mais baixo desde 4 de abril, antes de reduzirem as perdas no fechamento, encerrando a 65,59 centavos de dólar.

Leia mais.

Vamos (VAMO3) recua 4%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (1º)

> Vamos (VAMO3): -4,06%, a R$ 3,31

> CVC (CVCB3): -3,59%, a R$ 1,88

> Ultrapar (UGPA3): -3,46%, a R$ 21,21

> Cemig (CMIG4): -3,14%, a R$ 10,80

> Marcopolo (POMO4): -3,03%, a R$ 8,64

GPA (PCAR3) recupera perdas da véspera e sobe 5%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (1º)

Entre as companhias listadas no Ibovespa (IBOV), as ações da Braskem (BRKM5) foram o destaque do pregão e da ponta positiva do índice com salto de quase 5%.

Os papéis reagiram à aprovação, sem restrições, de uma eventual venda da NSP Investimentos — holding pela qual a Novonor controla indiretamente a petroquímica — para o fundo Petroquímica Verde pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

GPA (PCAR3), que terminou a sessão anterior entre as maiores baixas, recuperou as perdas e liderou os ganhos do Ibovespa.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (1º):

> GPA (PCAR3): +5,28%, a R$ 4,19

> Braskem (BRKM5): +4,57%, a R$ 6,87

> CSN (CSNA3): +3,92%, a R$ 8,21

> Usiminas (USIM5): +3,78%, a R$ 4,39

> Metalúrgica Gerdau (GOAU4): +2,42%, a R$ 9,75

‘Uma das teses de geração de valor mais atraentes’ da cobertura do BTG entra para carteira de small caps de outubro

BTG Pactual realizou três trocas na carteira recomendada de small caps para o mês de outubro. Os papéis de São Martinho (SMTO3), Orizon (ORVR3) e Fleury (FLRY3) saíram do portfólio e Minerva (BEEF3), Track&Field (TFCO4) e GPS (GGPS3) entraram.

Os analistas do banco afirmam que, após um início de ano fraco, a Minerva entregou resultados sólidos no segundo trimestre e a tendência positiva deve continuar no período de julho a setembro.

Leia mais.

Ibovespa abandona recordes e começa outubro em tom negativo com exterior e fiscal; dólar sobe a R$ 5,32

O Ibovespa (IBOV) acompanhou a aversão a risco do exterior com a paralisação da máquina pública dos Estados Unidos como ‘pano de fundo’.

Nesta quarta-feira (1º), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,49%, aos 145.517,35 pontos. 

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (01) em baixa de -0,56%, aos 145.415,81 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

10 ações para ter na carteira com dólar mais fraco, segundo a Empiricus Research

A Empiricus Research promoveu alguns ajustes em sua carteira recomendada de ações para o mês de outubro, de olho no enfraquecimento do dólar. Os papéis da Suzano (SUZB3) e do Grupo SBF (SBGF3) deixam o portfólio para dar lugar aos da Rede D’or (RDOR3) e da Direcional (DIRR3).

Além disso, a participação de Itaú (ITUB4) na carteira subiu em 5%, tendo em vista o desempenho pior que os pares ao longo do último mês e pelo valuation atrativo, enquanto deve manter o bom momento operacional.

Leia mais.

Dólar tem leve alta e fecha a R$ 5,32 com fiscal e dados de emprego nos EUA

O dólar teve um dia de instabilidade com  a “surpresa” dos dados de emprego no setor privado dos Estados Unidos, a paralisação do governo norte-americano e a tramitação de pautas tributárias no Congresso brasileiro.

Nesta quarta-feira (1º), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3286, com leve alta de 0,11%.

Leia mais.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3286, com alta de 0,11%
Petróleo tem nova queda com estoques nos EUA

Os preços do petróleo encerraram a sessão desta quarta-feira (1º) em queda com dados de estoque da commodity nos Estados Unidos, a paralisação do governo norte-americano e a possibilidade de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+). Essa foi a terceira baixa consecutiva.

Em destaque, os estoques de petróleo nos EUA subiram 1,792 milhões de barris, a 416,546 milhões de barris na semana passada, segundo o Departamento de Energia (DoE) do país. Os analistas consultados pelo The Wall Street Journal projetavam alta menor, de 300 mil barris.

O contrato mais líquido do Brent, referência mundial, para dezembro, encerrou a sessão com recuo de 1,03%, a US$ 65,35 o barril no pregão da Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já o contrato para novembro do petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos, teve baixa 0,95%, a R$ 61,78 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos Estados Unidos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Oi (OIBR3) derrete até 28% com falência no radar; entenda o fator que ‘segura’ o fechamento das portas

As ações da Oi (OIBR3) derretem no pregão desta quarta-feira (1), com uma eventual falência no radar do mercado. Em meio à segunda recuperação judicial da companhia de telecomunicação, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro proferiu decisão judicial que afasta a atual diretoria e pavimenta o caminho para a liquidação da companhia.

Por volta de 16h05 (horário de Brasília), as ações caíam 24,53%, a R$ 0,40. Na mínima do dia, OIBR3 chegou a despencar 28%. Acompanhe o tempo real.

Leia mais.

Nubank (ROXO34) nos EUA: Por que ação cai nesta quarta?

O Nubank (NU; ROXO34) lançou o desafio de entrar nos Estados Unidos. Apesar da reação inicial positiva — quando a ação chegou a subir com o anúncio —, nesta quarta-feira (1º), o mercado parece ter mudado de ideia.

Por volta das 15h40, o papel recuava 4,54%, a R$ 13,64.

Leia mais.

XP revela 15 fundos imobiliários para ter na carteira em outubro

A XP Investimentos ajustou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para outubro, reduzindo a exposição em VGIR11 (-1,5%), PCIP11 (-1%) e PVBI11 (-0,5%), e ampliando em CPTS11 (+1%), BTLG11 (+1%), BRCO11 (+0,5%) e MCCI11 (+0,5%).

Em relatório, a corretora destaca que as alterações têm como objetivo aumentar a participação em FIIs de logística que apresentem fundamentos sólidos e negociação atrativa.

Leia mais.

MP da taxação deve ser aprovada a tempo, mesmo que texto não fique como governo quer, diz líder

O Congresso deve aprovar dentro do prazo a medida provisória que eleva a taxação sobre aplicações financeiras e bets, ainda que o texto final provavelmente fique diferente daquele defendido pelo Executivo, afirmou nesta quarta-feira o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

Editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 11 de junho, a MP precisa ser votada pela comissão mista e pelas duas Casas do Congresso até quarta-feira da próxima semana, ou perderá a validade.

Leia mais.

Ouro ultrapassa a marca de US$ 3,9 mil por onça-troy pela 1º vez e renova recorde

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, engatou a quinta alta consecutiva e renovou os recordes intradia e de fechamento nesta quarta-feira (1º) com as atenções voltadas à paralisação (shutdown, em inglês) do governo dos Estados Unidos (EUA) e o aumento das apostas de corte nos juros norte-americanos.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em dezembro, fechou em alta de 0,62%, a US$ 3.897,50 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA. Ontem (30), o metal precioso encerrou as negociações cotado a US$ 3.873,20 por onça-troy. 

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar