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Tempo real: Ibovespa tem novo recorde aos 139 mil pontos; dólar sobe R$ 5,67 com cautela fiscal

15 maio 2025, 6:30 - atualizado em 15 maio 2025, 17:28
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) retomou o tom positivo em dia de agenda movimentada por dados econômicos locais e nos Estados Unidos e balanços corporativos — já na reta final da temporada do primeiro trimestre de 2025 (1T25).

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Nesta quinta-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 139.334,38 pontos, com alta de 0,66%, renovando a máxima histórica nominal. O recorde anterior foi registrado na última terça-feira (13), quando o Ibovespa encerrou a sessão aos 138.963,11 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6788, com alta de 0,82% ante o real

No cenário doméstico, os balanços corporativos concentram as atenções. Entre os dados, as vendas no varejo cresceram 0,8% em março na comparação com o mês anterior, abaixo do esperado. Além disso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a equipe econômica está preparando medidas pontuais para assegurar o cumprimento da meta fiscal, mas que não há estudo sobre eventual reajuste do Bolsa Família.

Lá fora, a inflação do produtor (PPI, na sigla em inglês) . Os investidores também repercutem falas do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Em discurso na Thomas Laubach Research Conference, que acontece em Washington, ele reforçou que o BC segue comprometido em levar a inflação à meta de 2%. Segundo ele, o PCE — principal referência de inflação norte-americana — deve ficar em torno de 2,2% em abril na base anual.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (15) em tempo real:

Ao vivo
Berkshire, de Warren Buffett, zera investimento no Nubank (NU)

A Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, vendeu todas as ações do Citigroup e do Nubank (NU), além de ter reduzido sua participação no Bank of America em 48,6 milhões de ações, chegando a 631 milhões.

Por outro lado, a empresa dobrou a quantidade de ações que possuía na Constellation Brands, produtora e comerciante americana de cerveja, vinho e destilados, para 12 milhões de ações.

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Lucro da Cyrela (CYRE3) sobe 23% no 1T25, a R$ 328 milhões

O lucro líquido da Cyrela (CYRE3) aumentou 23% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, para R$328 milhões, de acordo com o relatório de resultados da construtora divulgado nesta quinta-feira.

Analistas, em média, estimavam um lucro líquido de R$358 milhões para a companhia no período, conforme pesquisa da LSEG.

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BRF (BRFS3) vê lucro dobrar no 1T25 para R$ 1,9 bilhão

A BRF (BRFS3) reportou um crescimento de 99,6% no lucro líquido do primeiro trimestre de 2025 (1T25), que ficou em R$ 1,185 bilhão, contra R$ 594 milhões do 1T24. Em fato relevante, o frigorífico confirmou a proposta de fusão das ações com a Marfrig (MRFG3)

O Ebitda ajustado cresceu 30%, para R$ 2,753 bilhões. Já a receita líquida avançou 16%, para R$ 15,512 bilhões no mesmo comparativo.

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Marfrig (MRFG3) lucra R$ 88 milhões no 1T25

A Marfrig (MRFG3) reportou um lucro atribuído ao controlador de R$ 88 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), um avanço de 40,3% na comparação com 1T24.

A receita líquida cresceu 27% no mesmo comparativo, para R$ 38,562 bilhões. Já o resultado financeiro foi de R$ 1,347 bilhão negativos, contra R$ 1,1 bilhão negativos do 1T24. O Ebitda, por sua vez, cresceu 20,8%, para R$ 3,196 bilhões.

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MBRF? Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) vão combinar operações

As processadoras de carnes Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) confirmaram nesta quinta-feira (15) a intenção de realizar uma fusão que envolve troca de ações. O nome da nova companhia será MBRF.

As assembleias gerais extraordinárias (AGEs) para deliberar a operação estão marcadas para 18 de junho de 2025: às 9h para a BRF e às 11h para a Marfrig.

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Sinal de alerta: BB (BBAS3) pausa projeções de lucro em meio ao agravamento de calotes no agro

Em meio a resultados bem aquém do esperado, o Banco do Brasil (BBAS3) resolveu pausar a projeção de margem financeira bruta, custo de crédito e lucro líquido ajustado, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (15).

Segundo o documento, o motivo já é bem conhecido por investidores: o agravamento da inadimplência no agronegócio.

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Méliuz (CASH3) obtém aprovação de acionistas para investir em bitcoin e compra mais US$ 28,4 milhões da criptomoeda

O Méliuz (CASH3) comunicou nesta quinta-feira (15) que seus acionistas aprovaram em Assembleia Geral Extraordinária a alteração do objeto social da companhia para contemplar, além das atividades atualmente exercidas, a possibilidade de realização de investimentos em Bitcoin como parte de sua estratégia de negócios.

Com isso, a empresa informou que comprou cerca de 275 bitcoins por aproximadamente US$ 28,4 milhões, a um preço médio de US$ 103,6 mil por bitcoin. Somando à compra feita em março, a companhia agora possui 320 bitcoins, adquiridos a um preço médio de US$ 101,7 mil por bitcoin.

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Banco do Brasil (BBAS3): Lucro recua 20,7% e vai a R$ 7,3 bi no 1T25, bem abaixo do esperado

O Banco do Brasil (BBAS3) terminou o primeiro trimestre com lucro líquido ajustado de R$ 7,3 bilhões, queda de 20,7% ante o mesmo período do ano passado, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta (15).

O número ficou bem abaixo da expectativa da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 9 bilhões.

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Eztec (EZTC3) pagará R$ 22,3 milhões em dividendos; veja condições

A Eztec (EZTC3) aprovou o pagamento de R$ 22,3 milhões em dividendos intercalares, com base no lucro do 1º trimestre de 2025. O valor será de R$ 0,10 por ação ordinária, excluindo as ações em tesouraria.

Terão direito aos dividendos os acionistas com posição em 22 de maio de 2025, informou a companhia. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 23 de maio, e o pagamento será feito até 30 de maio.

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BNDES avalia venda de participação em empresas maduras como JBS, diz diretor

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode vender participações societárias em empresas consideradas maduras que ainda compõem sua carteira, entre elas a JBS (JBSS3) , mas uma eventual transação dependerá do valor das ações e do momento mais adequado, disse o diretor da entidade Alexandre Abreu, nesta quinta-feira.

Abreu destacou que o banco entrou no capital da JBS quando as ações da empresa valiam cerca de R$5 cada. Desde então, houve uma forte valorização desses papéis, especialmente em meio às discussões sobre a possibilidade de dupla listagem da empresa — no Brasil e nos Estados Unidos, o que tem gerado ganhos para o banco de fomento.

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Cristiano Ronaldo está no topo da lista da Forbes de atletas mais bem pagos pelo 3º ano consecutivo

Cristiano Ronaldo aparece no topo da lista da Forbes dos atletas mais bem pagos do mundo pelo terceiro ano consecutivo e pela quinta vez em sua carreira.

Depois de sua transferência para o Al-Nassr, clube da Arábia Saudita, o total estimado de ganhos de Ronaldo é de cerca de US$ 275 milhões.

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Azul (AZUL4) avalia recuperação judicial nos EUA, diz site; ação já encosta nos centavos

Uma recuperação judicial, conhecida como Chaper 11, está no radar da Azul (AZUL4), companhia que sofre baque após os resultados do primeiro trimestre, segundo o Pipeline.

A ação subia forte na parte da manhã, porém virou para queda por volta das 14h e fechou com recuo de 5%. Com isso, já se aproxima do R$ 1, a R$ 1,14.

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Petrobras (PETR4) firma com Suzano 1º contrato para oferta de gás no mercado livre de SP

A Petrobras (PETR4) firmou seu primeiro contrato de fornecimento de gás natural no mercado livre do Estado de São Paulo com a Suzano, uma das dez maiores consumidoras de gás natural do Brasil e uma das principais clientes desse segmento.

A partir do negócio com a Petrobras, a Suzano (SUZB3) realizará a migração de suas cinco fábricas paulistas para o ambiente livre de comercialização a partir deste mês, sendo elas Jacareí, Limeira, Mogi das Cruzes, Suzano e Rio Verde.

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Soja cai em Chicago com preocupações sobre meta de biocombustíveis nos EUA

Os contratos futuros da soja negociados em Chicago (CBOT) despencaram nesta quinta-feira em relação à máxima de dez meses registrada na sessão anterior, pressionados por uma queda acentuada do óleo de soja, causada por preocupações com as metas de biocombustíveis dos EUA, segundo traders.

Os futuros mais ativos do óleo de soja em Chicago caíram para seu limite diário, a 49,32 centavos de dólar por libra-peso, pressionando a soja.

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CVC (CVCB3) recua 6% em realização de ganhos recentes; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (15): 

CVC (CVCB3) destoou do movimento das ações cíclicas e encerrou a sessão liderando a ponta negativa do Ibovespa com realização de ganhos recentes. Apesar da baixa, a ação da companhia de turismo ainda acumula ganhos acima de 62% no ano.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (15):

> CVC (CVCB3): -6,72%, a R$ 2,22

> Azul (AZUL4): -5,00%, a R$ 1,14

> IRB (Re) (IRBR3): -3,37%, a R$ 46,76

> Natura (NTCO3): -3,27%, a R$ 10,36

> Eletrobras ON (ELET3): -3,22%, a R$ 41,79

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Yduqs (YDUQ3) sobe quase 7% em recuperação e alívio dos DIs; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (15)

A queda da curva de juros futuros, na esteira do exterior, beneficiou as ações cíclicas, que lideraram os ganhos do Ibovespa. Yduqs (YDUQ3) e BRF (BRFS3) figuraram entre as maiores altas do principal índice da bolsa brasileira.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (15):

> Yduqs (YDUQ3): +6,82%, a R$ 15,97

> BRF (BRFS3): +4,78%, a R$ 20,62

> Vivara (VIVA3): +4,68%, a R$ 24,14

> CPFL (CPFE3): +4,60%, a R$ 39,80

> Marfrig (MRFG3): +4,34%, a R$ 20,66

Ibovespa renova recorde aos 139 mil pontos com Vale (VALE3); dólar sobe a R$ 5,67

O Ibovespa (IBOV) retomou o tom positivo em dia de agenda movimentada por dados econômicos e balanços corporativos — já na reta final da temporada do primeiro trimestre de 2025 (1T25).

Nesta quinta-feira (15), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 139.334,38 pontos, com alta de 0,66%, renovando a máxima histórica nominal. O recorde anterior foi registrado na última terça-feira (13), quando o Ibovespa encerrou a sessão aos 138.963,11 pontos. 

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Bolsas de NY fecham sem direção única; S&P 500 tem 4º dia de ganhos consecutivos

Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street encerraram mais uma sessão sem sem direção única, com os investidores monitorando a viagem do presidente Donald Trump ao Oriente Médio, dados econômicos mais fracos e novas declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

Hoje (15), a Casa Branca anunciou uma parceria entre os EUA e os Emirados Árabes Unidos para a criação de um enorme campus de inteligência artificial.

Já na seara de dados econômicos, o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) registrou queda de 0,5% em abril, ante expectativa de alta de 0,2%. Na comparação anual, houve alta de 2,4%, ligeiramente abaixo da projeção de 2,5%.

Novas declarações do presidente do Federal ReserveJerome Powell, também chamaram a atenção do mercado. O chefe do BC norte-americano disse o Fed segue  comprometido em levar a inflação à meta de 2%. Segundo ele, o PCE — principal referência de inflação norte-americana — deve ficar em torno de 2,2% em abril na base anual.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

> Dow Jones: +0,65%, aos 42.322,75 pontos;

> S&P 500: +0,41%, aos 5.916,93 pontos; 

> Nasdaq: -0,18%, aos 19.112,32 pontos.

Em destaque, o S&P 500 encerrou a sessão em tom positivo pelo quarto dia consecutivo.

Renner (LREN3): Com disparada de 35% em um mês, ainda é hora de comprar?

As ações da Lojas Renner (LREN3) registram uma disparada de 35% nos últimos 30 dias e, na avaliação do BTG Pactual, o papel segue representando uma boa oportunidade de investimento.

O banco elevou o preço-alvo para as ações da varejista de R$ 16 para R$ 20, ante os atuais R$ 17, mantendo a recomendação de compra para o papel.

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quinta-feira (15) em alta de 0,69%, aos 139.378,75 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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