- Inflação: de 4,05% para 4,02%
- PIB: permanece em 1,80%
- Selic: permanece em 12,25%
- Dólar: permanece em R$ 5,50
Tempo real: Ibovespa (IBOV) começa a semana sem EUA e com Focus no radar; confira
Resumo: O Ibovespa (IBOV) inicia a semana sem o mercado dos Estados Unidos, que está se folga e tende a reduzir a liquidez ao longo do pregão. Com isso, os investidores ficam atentos ao Relatório Focus, que traz as projeções para inflação, juros e crescimento da economia brasileira. No cenário internacional, o mercado acompanha o CPI da Zona do euro.
Indicadores do dia:
- Estados Unidos – Feriado
- Zona do euro – 7h – CPI
- Brasil – 8h30 – Relatório Focus
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:
O início dos pagamentos aos credores do Banco Master, o pagamento de dividendos da Copel (CPLE3) e o aval do Inter (INBR32) para operar como banco estrangeiro nos Estados Unidos são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (19).
Confira os destaques corporativos de hoje
FGC começa a pagar credores do Banco Master a partir desta segunda (19)
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) já recebeu mais de 360 mil solicitações de ressarcimento relacionadas à liquidação do Banco Master, ocorrida em novembro do ano passado.
A CPFL Energia (CPFE3) e sua subsidiária CPFL Geração conseguiram aprovação, em Assembleia Geral de Debenturistas da 13ª emissão, para o cancelamento do registro da CPFL Geração como emissora de valores mobiliários na categoria “B” junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
De acordo com o comunicado enviado ao mercado na noite de sexta-feira (16), a decisão teve confirmação em Assembleia Geral Extraordinária da CPFL Geração.
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) já recebeu mais de 360 mil solicitações de ressarcimento relacionadas à liquidação do Banco Master, ocorrida em novembro do ano passado.
Desse total, ao menos 150 mil credores finalizaram o processo de pedido e aguardam os pagamentos, previstos para começarem nesta segunda-feira (19). Os valores deverão ser pagos à vista.
Apresentado pela jornalista Juliana Caveiro, o Money Picks desta semana entrou no clima da Copa do Mundo de futebol para apresentar as melhores apostas para os investidores na bolsa brasileira.
A economia da China cresceu 5,0% no ano passado, atingindo a meta do governo ao aproveitar uma parcela recorde da demanda global por produtos para compensar a fraqueza do consumo interno, uma estratégia que atenuou o impacto das tarifas dos Estados Unidos, mas está cada vez mais difícil de sustentar.
Desde o colapso do setor imobiliário em 2021, Pequim tem direcionado recursos para o complexo industrial em vez de para os consumidores para atingir metas ambiciosas de crescimento, criando um excesso de capacidade de produção endêmica e forçando as fábricas a procurar compradores no exterior.
O fundo imobiliário Riza Arctium Real Estate (ARCT11) anunciou, por meio de fato relevante, a venda de cinco imóveis industriais localizados em Goiânia (GO), após a locatária Poli-Gyn Embalagens exercer a opção de recompra prevista em contrato.
Os empreendimentos fazem parte de uma operação de sale and leaseback, quando uma empresa vende um ativo e continua utilizando o bem como inquilina, estruturada em novembro de 2020.
O Fundo Monetário Internacional reduziu a projeção de crescimento do Brasil em 2026, mas melhorou ligeiramente as contas para 2025 e 2027, de acordo com relatório divulgado nesta segunda-feira.
A atualização do relatório Perspectiva Econômica Global mostrou um aumento de 0,1 ponto percentual na perspectiva de expansão em 2027, a 2,3%. Para 2025, a estimativa é de 2,5%, contra 2,4% no relatório de outubro.
Autoridades disseram que o corte na perspectiva para este ano ocorreu principalmente pela política monetária restritiva para conter a alta da inflação no ano passado.
*Com informações da Reuters
Os mercados iniciam a semana em um pregão de baixa liquidez. As bolsas norte-americanas permanecem fechadas nesta segunda-feira devido ao feriado do Dia de Martin Luther King Jr., o que reduz o fluxo global de investidores e adia uma reação mais clara de Wall Street à nova guerra tarifária em curso.
No sábado (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar impor tarifas a oito países europeus caso Washington não seja autorizado a comprar a Groenlândia, ampliando a incerteza no comércio internacional.
As bolsas asiáticas fecharam sem sintonia nesta segunda-feira (19), com os investidores avaliando as ameaças da administração do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à Groenlândia durante o fim de semana e dados econômicos da China divulgados na virada do dia. Em Seul, o Kospi superou a marca inédita de 4.900 pontos. A Powerchip disparou em Taiwan após anúncio de intenção de compra de uma fábrica da empresa pela Micron.
O índice chinês Xangai Composto subiu 0,3%, a 4.114,00 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto ganhou 0,5%, a 2.700,08 pontos.
Os mercados globais enfrentam volatilidade nesta segunda-feira (19) depois que o presidente Donald Trump prometeu impor tarifas a oito países europeus até que os Estados Unidos sejam autorizados a comprar a Groenlândia, injetando nova incerteza comercial, enquanto as ações caíam e o dólar se enfraquecia de forma generalizada.
Trump afirmou que imporá uma tarifa adicional de 10% sobre importações, a partir de 1º de fevereiro, sobre produtos provenientes da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido, que aumentará para 25% em 1º de junho caso não seja alcançado um acordo.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, desacelerou o ritmo de alta para 0,35% na segunda quadrissemana de janeiro, conforme dados divulgados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O resultado ficou abaixo da taxa de 0,39% apurada na primeira quadrissemana.
Dos sete grupos pesquisados, quatro apresentaram variações superiores na segunda leitura de 2026 na comparação com a primeira quadrissemana. Foram os seguintes: Transportes, que acelerou alta de 1,13% para 1,36%; Saúde, que passou de 0,04% para 0,10%; Vestuário saiu de 0,96% para 1% e Educação, de 0,83% para 1,86%.
Os preços do petróleo caem nesta segunda-feira (19), após terem subido na sessão anterior, à medida que a instabilidade civil no Irã diminuiu, reduzindo a chance de um ataque dos Estados Unidos que poderia interromper o fornecimento do grande produtor do Oriente Médio.
O petróleo Brent era negociado a US$ 63,85 o barril às 07h34 GMT, em queda de 28 centavos, ou 0,44%.