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Tempo Real: Ibovespa (IBOV) sobe nesta quarta (20), à espera da divulgação dos juros no Brasil

20 set 2023, 7:17 - atualizado em 20 set 2023, 17:28
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Acompanhe as movimentações do Ibovespa (IBOV) em Tempo Real. (Imagem: Reuters/Amanda Perobelli)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV) passou no teste de fogo desta quarta-feira (20). O índice, que é referência para a Bolsa brasileira, encerrou o pregão com valorização de 0,72%, a 118.695,32 pontos.

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O movimento destoou da reação em Wall Street, cujos principais índices acionários terminaram o dia em queda após a decisão de juros do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.

O Fed anunciou a manutenção da taxa de referência de juros do país em 5,25-5,50%, conforme esperado pelo mercado. O BC americano levantou a possibilidade de novos incrementos nas próximas reuniões, uma vez que segue comprometido em retornar a inflação à meta de 2%.

Passada a decisão do Fed, investidores locais esperam agora o anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados hoje em tempo real. Veja os destaques:

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BlackRock passou a deter 3,569% da Casas Bahia (BHIA3), ex-Via (VIIA3) (Imagem: Divulgação)

BlackRock vendeu ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3), ex-Via (VIIA3), conforme comunicado ao mercado nesta quarta-feira (20).

A maior gestora do mundo passou a deter 3,569% do capital total, equivalente a 84.856.652 ações ordinárias.

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O novo corte de 0,50 ponto percentual anunciado pelo Banco Central nesta quarta-feira (20) veio em linha com as expectativas do mercado. Isso não quer dizer, no entanto, que a reação na Bolsa amanhã será positiva.

O teor do comunicado divide opiniões. Enquanto uns consideraram a postura da autoridade monetária mais “pé no chão”, outros acreditam que a falta de sinalizações quanto a um corte mais agressivo nas reuniões seguintes, de 0,75 ponto percentual, colocou um tom mais duro nas falas do Comitê de Política Monetária (Copom).

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O balde de água fria do Copom nas apostas de cortes de 0,75 pp na Selic
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Decisão de manter cortes de 0,50 p.p. na Selic implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego, diz Copom (Imagem: Divulgação/BC)

O comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira (20), que anunciou o corte de mais 0,50 ponto percentual (p.p.) na Selic, dividiu opiniões.

Alguns analistas avaliam a postura da autoridade como ‘dovish‘ (leve), por seguir o plano do afrouxamento monetário conforme previsto. Outros, no entanto, classificam o comunicado como ‘hawkish‘ (duro), pois foi enfático em dizer que não haverão cortes maiores como esperado pelo mercado.

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Selic a 12,75%: Por que o Copom repetiu a dose com outro corte de 0,50 pp? Veja o comunicado na íntegra
Copom repetiu a dose e fez mais um corte de 0,50 p.p. na Selic (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, optou por repetir a dose e reduziu a Selic, mais uma vez, em 0,50 ponto percentual (p.p.). Assim, a autoridade monetária bateu o martelo em um juro de 12,75% ao ano.

Segundos os membros do Copom, dois motivos explicam o corte na mesma medida da reunião passada na taxa básica: o ambiente externo mais incerto e um cenário de desaceleração da economia brasileira.

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Copel (CPLE6) dá mais um passo adiante com projeto de desinvestimento na Compagas
Compagas, gás natural
Copel dá passo adiante em projeto de potencial desinvestimento na Compagas, a Companhia Paranaense de Gás (Imagem: REUTERS/Gleb Garanich)

A Copel (CPLE6) informou que o conselho de administração da companhia aprovou nesta quarta-feira (20) a contratação das assessorias necessárias para estruturar e executar o projeto de potencial desinvestimento na Compagas, a Companhia Paranaense de Gás.

De acordo com a empresa recém-privatizada, o potencial desinvestimento está “em sintonia com o Planejamento Estratégico Empresarial da Copel – Visão 2030, fortalecendo os pilares para a perenidade e o crescimento sustentável dos negócios com foco em energia elétrica“.

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Petrobras (PETR4), CSN (CSNA3) e mais 3 ações que pagam dividendos acima da Selic de 12,75% ao ano
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Cinco ações listadas no Ibovespa pagam dividendos acima da nova taxa Selic (Imagem: Pixabay)

Cinco ações pagam dividendos acima da nova taxa Selic de 12,75% ao ano, de acordo com levantamento da Economatica, a pedido do Money Times. A CSN (CSNA3) lidera a lista, seguida pelos papéis da Petrobras (PETR4PETR3).

Comitê de Política Monetária (Copom) cortou nesta quarta-feira (2o) a taxa básica em 0,50 ponto percentual. A redução é a segunda do ciclo de flexibilização, após um rigoroso aperto da política monetária e quase um ano de manutenção dos juros no patamar de 13,75% ao ano.

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Em harmonia, indicados por Lula dão votos iguais a toda equipe do Copom

A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), que reduziu a taxa Selic de 13,25% para 12,75%, nesta quarta (20), contou com os votos dos indicados do governo Lula à autarquia.

Gabriel Galípolo e Ailton Aquino votaram junto com os outros 7 integrantes do Copom, em resultado unânime.

 

 

Selic a 12,75%: Copom, do Banco Central, reduz taxa de juros em 0,50 pp
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Reunião do Copom para decisão da Selic aconteceu entre terça (18) e quarta-feira (20) (Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,50 ponto percentual (p.p.) na reunião desta quarta-feira (20). Com isso, a taxa básica de juros deixa o patamar de 13,25% e vai para 12,75% ao ano.

Esse é o segundo corte na taxa após um rigoroso aperto da política monetária e quase um ano de manutenção no patamar de 13,75% ao ano. No encontro de agosto, o Copom já havia reduzido os juros em 0,50 p.p.

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Cemig (CMIG4) anuncia R$ 417,9 milhões em juros sobre o capital próprio
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Cemig anuncia R$ 417,9 milhões em juros sobre o capital próprio (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

A Cemig (CMIG4) anunciou nesta quarta-feira (20) o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor de R$ 417,9 milhões. O montante corresponde a R$ 0,18994289564 por ação, a ser compensado com o mínimo obrigatório de 2023.

Farão jus aos proventos os acionistas detentores dos papéis da companhia no dia 25 de setembro deste ano. Os ativos passam a ser negociados “ex-direitos” no dia seguinte (26).

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Copel (CPLE6) distribuirá mais de R$ 900 milhões em JCP aos acionistas; confira as datas
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Copel dividirá JCP de R$ 958 milhões em duas parcelas de pagamento (Imagem: REUTERS/Ueslei Marcelino)

O conselho de administração da Copel (CPLE6) aprovou nesta quarta-feira (20) a distribuição de R$ 958 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) referentes a 2023.

O montante total apresentado é constituído por:

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Varejista aprova pagamento de milhões em juros sobre capital próprio; veja
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Acionistas com posição na varejista Track & Field no dia 25 de setembro garantes os JCP (Imagem: Flávya Pereira/Money Times)

Track & Field (TFCO4) aprovou o pagamento de R$ 5,8 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), conforme comunicado nesta quarta-feira (20).

O valor corresponde a R$ 0,003758078382 por ação ordinária e R$ 0,037580783820 por preferencial, segundo a companhia.

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Índice de fundos imobiliários engata terceira queda digerindo ‘super quarta’ de BCs; veja quem se beneficia de corte da Selic (Foto: Flávya Pereira/Money Times)

O índice de fundos imobiliários (Ifix) da B3 engatou a terceira queda seguida no pregão desta quarta-feira (20). 

A ‘super quarta-feira’ foi de digestão da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e de espera pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

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Fed forma maioria para nova alta de juros nas últimas reuniões do ano (Imagem: Getty Images)

Os dirigentes do Federal Reserve optaram, com unanimidade, por manter a taxa de juros básicos dos Estados Unidos na faixa dos 5,25% e 5,50%.

O movimento era amplamente esperado pelos mercados, que já começam a se ocupar com a pergunta que norteará o noticiário macroeconômico até a penúltima decisão do ano, marcada para o dia 1º de novembro: caberá ainda uma nova alta de 0,25 ponto percentual na programação de fim de ano do Fed?

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Os 2 motivos que fizeram o dólar inverter sinal para alta; veja cotação
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Dólar oscilou frente ao real na ‘super quarta’, fechando em alta na última hora após o banco central dos EUA manter juros (Imagem Pixabay/Engin Akyurt)

O dólar à vista oscilou frente ao real e, no meio da tarde, operou sem direção definida digerindo a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

A autoridade monetária manteve a taxa de juros na faixa entre 5,25% e 5,50%, maior nível em 22 anos. Porém, o Fed deixou a porta aberta para uma nova alta na próxima reunião, em 1º de novembro.

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Ibovespa sobrevive a Fed; agora, investidores aguardam divulgação do Copom (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)

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O movimento destoou da reação em Wall Street, cujos principais índices acionários terminaram o dia em queda após a decisão de juros do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.

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Shein anunciou que irá cobrir também ICMS nas compras de até US$ 50 (Imagem: REUTERS/Chen Lin)

Desde ontem (19), consumidores da Shein passaram a usufruir da isenção do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conforme prevê o programa Remessa Conforme, no qual a varejista foi certificada na última semana.

Indo além, a Shein anunciou que irá arcar com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no lugar do consumidor que fizer compras de até US$ 50. Em seu site, a empresa promete “entregas mais rápidas e assumindo parte das despesas dos consumidores”.

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Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) sobem nesta quarta na B3; o que explica?
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(Imagem: REUTERS/Stringer)

As ações da Suzano (SUZB3) eKlabin (KLBN11) avançavam cerca de 3,32% e 3,05% por volta de 15h50 desta quarta-feira (20) na Bolsa de Valores do Brasil.

A alta acontece após a Suzano anunciar um reajuste nos preços para a fibra de eucalipto, válido a partir de outubro.

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