Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: Patricia Monteiro/Bloomberg)
RESUMO: Surfando a onda de otimismo no exterior, o Ibovespa (IBOV) engatou um novo pregão de forte alta nesta sexta-feira (2). O índice, que é referência para a Bolsa brasileira, saltou 1,8%, a 112.558,15 pontos. Com isso, o Ibovespa encerrou a semana com valorização acumulada de 1,49%.
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Indicadores econômicos dos Estados Unidos, da China e do Brasil ajudaram a impulsionar o mercado de ações local. Além disso, o Ibovespa recebeu suporte de ações de grande peso, como Vale (VALE3), que saltou mais de 4%.
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Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados hoje em tempo real. Veja os destaques.
Ao vivo
20h45
CVC (CVCB3) ganha fôlego de R$ 75 milhões e anuncia novo CEO
A alocação do investidor, segundo a companhia, deverá corresponder ao valor de pelo preço de até R$ 3 por ação (Imagem: Renan Dantas/Money Times)
A CVC (CVCB3) conseguiu aporte de R$ 75 milhões com a gestora GJP, fundo de investimento do fundador e antigo controlador da companhia Guilherme Paulus. Em contrapartida, a empresa terá que realizar uma oferta primária de ações, mostra fato relevante enviado ao mercado nesta sexta (2).
O comunicado confirma a notícia divulgada mais cedo de que a companhia estava conduzindo conversas com “potenciais investidores estratégicos” para realizar um aumento de capital. As ações chegaram a disparar 11%, mas fecharam em queda de 0,83%.
O índice da Bolsa que pode roubar a cena nos próximos meses (e não é o Ibovespa)
Ativos cíclicos locais estão voltando ao radar do mercado (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)
A Bolsa está em alerta, à espera da tão aguardada virada dos juros no Brasil. Com o andamento do arcabouço fiscal no Congresso e a divulgação de dados econômicos recentes positivos, agentes do mercado voltaram a considerar a proximidade da trajetória de queda da Selic e estão preparando as carteiras para a nova dinâmica que deve se instaurar na Bolsa.
Ativos cíclicos locais estão voltando ao radar. Maio refletiu bem o novo cenário vivido pelo mercado de ações, com investidores deixando um pouco de lado as ações ligadas a commodities para elevar a exposição as papéis domésticos.
CVC ganha fôlego de R$ 75 milhões e anuncia novo CEO
20h11
Petrobras (PETR4): Os dividendos ‘adequados’, segundo o BB Investimentos
BB Investimentos reduziu o preço-alvo da Petrobras em 2023 a R$ 36. (Imagem: Diana Cheng/Money Times)
A Petrobras (PETR4) deve pagar 50% do lucro líquido em dividendos, a R$ 3,62 por ação para 2023 (yield de 12,1%) e R$ 4,02 por ação para 2024 (yield de 13,4%), disse o BB Investimentos nesta sexta-feira (2).
“Entendemos esse volume de dividendos como adequado para fazer frente ao aumento nos investimentos e considerando a elevada geração de caixa operacional”, afirmou o banco em relatório assinado por Daniel Cobucci.
Itaú (ITUB4) é condenado a pagar vítima de golpe em show internacional; veja qual
Brasileiros têm sido vítimas de diferentes golpes envolvendo shows internacionais no país; Itaú é condenado (Foto: Coldplay/Divulgação)
O Brasil tem recebido muitos shows de artistas internacionais e vem crescendo o número de golpes aplicados envolvendo esses eventos. Com isso, o banco Itaú (ITUB4) foi condenado a pagar indenização a uma pessoa vítima de golpe durante um dos shows da banda Coldplay, realizado em março deste ano, em São Paulo.
Segundo o site Conjur, de consultoria jurídica, a juíza Érika Ricci, da Primeira Vara Cível da Comarca de São Caetano do Sul, na grande São Paulo, condenou o banco por entender que instituições financeiras respondem por danos gerados por imprevisibilidades internas relativas a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias.
Suzano (SUZB3) deve reduzir produção de celulose de mercado em 4% ao longo de 2023
A Suzano utiliza a produção de celulose de eucalipto para suprir 100% de sua demanda para a fabricação de papel, e o restante é vendido, ganhando o nome de celulose de mercado (Imagem: REUTERS/Muhammad Hamed)
A Suzano(SUZB3) disse que deve reduzir o volume de produção de celulose de mercado em 4% ao longo de 2023 em comparação à capacidade nominal e a volumes históricos, conforme fato relevante nesta sexta-feira.
A empresa disse que o volume não traria o retorno adequado em um momento de mercado de celulose “mais complexo”. A alteração não modificará contratos com clientes e fornecedores, informou a Suzano.
Fundos imobiliários engatam mais uma semana de alta; FII que reduziu dividendo despenca
Índice de fundos imobiliários encerra pregão da primeira sexta-feira de junho em alta e sobe pela oitava semana seguida (Imagem: Tellus Properties)
O índice de fundos imobiliários (Ifix) da B3 fechou em alta no pregão desta sexta-feira (02), nas máximas desde fevereiro de 2020.
Com isso, o Ifix subiu 0,51% (após ajustes), aos 3.027 pontos. O volume de negócios, apesar da sexta-feira, foi alto e somou R$ 265,7 milhões, ficando acima da média registrada nos últimos dias.
Campos Neto na mira: Governo espera corte nos juros e ameaça BC com ‘desdobramentos’
Presidente do BC, Roberto Campos Neto, diz que não há relação mecânica entre regra fiscal e juros (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Diante da provável aprovação de uma nova regra fiscal pelo Congresso, cresce a pressão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que o Banco Central (BC) corte a taxa básica de juros (Selic), estacionada em 13,75% ao ano desde agosto passado.
Já o presidente do BC, Roberto Campos Neto, diz que, apesar de reconhecer o esforço do governo, não existe uma relação mecânica entre o arcabouço fiscal e o juro básico no país. Ou seja, a aprovação de uma nova âncora fiscal não é sinônimo de corte na Selic.
Estados Unidos: Problema do teto da dívida ficou para trás; mas isso significa que está tudo resolvido?
A perspectiva de um possível calote por parte dos Estados Unidos tirava o sono de muitos investidores mundo afora. (Imagem: Shutterstock)
A princípio, a questão da elevação do teto da dívida dos Estados Unidos está resolvida. O projeto, que já foi aprovado pela Câmara, seguiu para votação no Senado — e, segundo o líder da maioria, o senador democrata Chuck Schumer, os congressistas não arredariam pé da casa para resolver logo essa situação.
Com essa solução, um risco importante dos mercados seria retirado da pauta. A perspectiva de um possível calote por parte da maior economia do mundo tirava o sono de muitos investidores mundo afora.
Tanto que o Índice VIX, considerado o “índice do medo”, atingiu o seu menor nível nos últimos doze meses.
Segundo os analistas, a B3 entra na carteira de junho como uma ação que pode continuar capturando valorização no caso de continuidade de melhoria no ambiente macro, ao mesmo tempo que representa uma empresa resiliente caso o recente surto de otimismo não perdure.
Segundo a casa de análises, estes ativos são negociados a múltiplos atraentes, com perspectivas de crescimento de lucro acima da média do mercado, sólido balanço financeiro e, preferencialmente, com geração de caixa recorrente e elevada governança corporativa.
Wall Street sobe com dados de empregos e calote evitado nos EUA
O índice de tecnologia Nasdaq subiu para uma máxima intradiária de 13 meses e registrou sua sexta semana consecutiva em alta, marcando sua melhor sequência de ganhos desde janeiro de 2020 (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)
Os índices de ações nos Estados Unidos fecharam em alta nesta sexta-feira, depois que um relatório do mercado de trabalho norte-americano mostrando um crescimento salarial moderado em maio indicou que o Federal Reserve pode pular um aumento de juros na sua próxima reunião em duas semanas, enquanto investidores comemoraram um acordo de Washington que evitou um calote catastrófico da dívida dos EUA.
O índice de tecnologia Nasdaq subiu para uma máxima intradiária de 13 meses e registrou sua sexta semana consecutiva em alta, marcando sua melhor sequência de ganhos desde janeiro de 2020.
2023 não será o ano de Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) — nem 2024, diz JP Morgan
Magazine Luiza e Via devem sofrer com crise macroeconômica e consumo pressionado, diz JP Morgan (Imagem: Money Times/Renan Dantas)
O JP Morgan rebaixou as recomendações de Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3), diante de maior pessimismo em relação ao setor de varejo. A indicação de Magalu foi cortada de overweight — equivalente à compra — para neutra, enquanto a dona das Casas Bahia foi de neutra para underweight — semelhante à venda.
No pregão de hoje, VIIA3 e MGLU3 lideraram as quedas do Ibovespa (IBOV), com baixas de 10,36%, valendo R$ 2,25, e 4,68%, a R$ 3,87, respectivamente. As ações das companhias fecharam na contramão do mercado, que teve dia otimista.
Disparou de novo: Ibovespa (IBOV) engata nova sessão de forte alta e abocanha os 112 mil pontos
Ibovespa acompanha exterior e tem novo impulso de ações de commodities (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)
Surfando a onda de otimismo no exterior, o Ibovespa (IBOV) engatou um novo pregão de forte alta nesta sexta-feira (2). O índice, que é referência para a Bolsa brasileira, saltou 1,8%, a 112.558,15 pontos. Com isso, o Ibovespa encerrou a semana com valorização acumulada de 1,49%.
Nos Estados Unidos, a questão do teto da dívida do país teve um desdobramento: o Senado aprovou o projeto de lei para suspender o teto de endividamento de US$ 31,4 trilhões, evitando os temores de calote.
Dólar cai e fecha a R$ 4,95 graças a um motivo; Veja qual
O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9549 reais na venda, com baixa de 1,04% (Imagem: Pixabay/kalhh)
O dólar à vista emplacou nesta sexta-feira a segunda sessão consecutiva de queda ante o real, novamente influenciado pelo exterior, onde o andamento do acordo sobre o teto da dívida nos EUA e a perspectiva de que o Federal Reservenão subirá juros em seu próximo encontro conduziram a busca por ativos de maior risco.
Neste cenário, os índices de ações tinham ganhos firmes no Brasile no exterior, enquanto a moeda norte-americana era penalizada ante boa parte das divisas de países emergentes.
Ifix fecha em alta de 0,52%, aos 3.027 pontos (dados preliminares)
17h00
Ibovespa (IBOV) fecha em alta de 1,83%, a 112.590,35 pontos, segundo dados preliminares
16h51
Taxas dos contratos futuros longos caem na contramão do exterior
Na ponta curta, os juros futuros terminaram a sessão muito próximos da estabilidade (Imagem: Pixabay/joaogbjunior)
As taxas dos contratos futuros de juros fecharam esta sexta-feira em baixa na ponta longa, na contramão do exterior, onde os rendimentos dos Treasuries subiam após a divulgação de novos dados de emprego nos EUAe a aprovação do acordo do teto da dívida norte-americana.
Na ponta curta, os juros futuros terminaram a sessão muito próximos da estabilidade.
Por que Totvs (TOTS3) não é mais ‘compra’ para o UBS BB?
Totvs é rebaixada para “neutro” pelo UBS BB (Imagem: Aluísio Alves/REUTERS)
A Totvs (TOTS3) figura entre as maiores quedas do Ibovespa (IBOV) no pregão desta sexta-feira (2), após o UBS BB retirar a recomendação de compra das ações. Às 15h50, os ativos recuavam 5,28%, a R$ 28,50, enquanto o referencial da B3 subia quase 2%.
O banco rebaixou a indicação de TOTS3 de compra para neutro, além de ter cortado o preço-alvo de R$ 36 para R$ 34.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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