Toneladas e mais toneladas: Os bancos centrais que mais empilharam ouro em seus cofres; Brasil é destaque
A cena do Tio Patinhas pulando em sua piscina com moedas de ouro pode ser um pouco fantasiosa, porém não está totalmente errada: de fato, os bancos possuem suas reservas de ouro, principalmente os bancos centrais.
O metal é considerado o ativo mais seguro do mundo. Embora o padrão ouro, sistema em que o valor da moeda de um país era diretamente ligado a uma quantidade fixa de ouro, tenha acabado ainda na década de 70, os bancos centrais ainda mantêm reservas como uma forma de proteção em momentos de deterioração do cenário econômico.
No mundo, como não poderia ser diferente, os Estados Unidos lideram o ranking da maior reserva. Segundo dados da World Gold Council, o Federal Reserve possui 8.199,50 toneladas.
Na sequência estão França (2.437 toneladas), China (2.437), Rússia (2.304,7), Suíça (1.039,9), Índia (880,5), Japão (846) e Países Baixos (612,5). Já o Banco Central Europeu detém 508,4 t.
E no Brasil?
O Banco Central no Brasil é destaque na América Latina, onde lidera, com 172,4 toneladas do metal, o equivalente a 7,1% do total das reservas da instituição.
O país ocupa a posição de 28ªno ranking mundial de reservas públicas. Em segundo lucra vem o México, com cofre de e 120,1 toneladas de ouro, o que representa 6,6% das reservas totais. Em seguida está a Argentina, a 61,7 toneladas.