Mercados

Vale recua com declaração de força maior para entrega de minério

06 fev 2019, 10:50 - atualizado em 06 fev 2019, 10:51

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Por Investing.com – No começo da manhã desta quarta-feira, com quase todas as ações que fazem parte do Ibovespa operando no vermelho, as ações da Vale (VALE3) operam em queda de 1,48% a R$ 43,98, seguindo a tendência negativa, mas também reagindo à notícia de que a companhia não irá conseguir cumprir os prazos de entrega de minério de ferro. Além disso, a mineradora anunciou que irá investir US$ 1,5 bilhão a partir de 2020 para que os rejeitos de sua produção sejam totalmente tratados a seco.

Acompanhe as carteiras recomendadas de fevereiro

Na terça-feira, a companhia declarou força maior em uma série de contratos de venda de minério de ferro e de pelotas, após decisão judicial na véspera que determinou a paralisação de barragens em Minas Gerais, com impacto na produção da mina de Brucutu.

A empresa não informou o volume de contratos afetados pela força maior, um instrumento invocado quando uma das partes não consegue cumprir um acordo por um evento imprevisto.

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A redução na entrega de minério de ferro pela Vale, maior produtora global da commodity, tem potencial de sustentar mais o mercado do produto, que registrou na China máximas de vários meses recentemente, com operadores reagindo aos desdobramentos do rompimento de uma barragem operada pela mineradora em Brumadinho (MG).

Com a declaração de força maior, empresas esperam não responder pelos prejuízos do não cumprimento do contrato.

Rejeitos

A mineradora anunciou que planeja investir aproximadamente 1,5 bilhão de reais, a partir de 2020, na implementação de tecnologia de rejeitos a seco (dry stacking), em meio a ações para reduzir a utilização de barragens em suas operações.

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A informação, divulgada em comunicado na noite de terça-feira, vem ainda em meio aos desdobramentos do rompimento de uma barragem da companhia em Brumadinho (MG) em janeiro que deixou 142 mortos confirmados até o momento, além de quase 200 desaparecidos.

A companhia afirmou que seus investimentos em gestão de barragens no Brasil “vêm sendo reforçados continuamente e atingirão 256 milhões de reais em 2019”, o que representaria crescimento de 180 por cento frente aos 92 milhões de reais em aportes em 2015.

Com Reuters.

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