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Vale (VALE3) recua mais de 1% e aparece entre principais quedas do Ibovespa; confira o que mexe com a ação

18 maio 2026, 12:29 - atualizado em 18 maio 2026, 12:29
Vale VALE3
(Imagem: Reuters)

As ações da Vale (VALE3) registraram perda de 1,89%, a R$ 81,92, nesta segunda-feira (18) com a saída de capital estrangeiro da bolsa brasileira. O Ibovespa (IBOV), por volta das 12h08 (horário de Brasília), recua 0,34%, aos 176.673,38 pontos.

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A Vale é a segunda ação mais negociada do Ibovespa, com giro de capital de R$ 461,5 milhões e 15,7 mil negócios.

Além disso, a cotação acompanha o contrato do minério de ferro para junho, que recuou 0,81%, a US$ 108,85, na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China.

Por volta das 12h01 (horário de Brasília), a Vale recuava 1,72%, a R$ 82,06.



A mineradora, na semana, já acumula queda de 1,94% com a saída dos investidores estrangeiros da bolsa e fraqueza das commodities.

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Atualização de projeções

Na última terça-feira (12), a Vale atualizou as projeções para o segmento de Soluções de Minério de Ferro em 2026, considerando as condições de mercado decorrentes do conflito no Oriente Médio, além das sensibilidades de Ebitda e de fluxo de caixa do segmento de Níquel da Vale Base Metals.

A mineradora estimou um incremento de aproximadamente US$ 1,5 bilhão no fluxo de caixa livre em 2026, composto por:

  • Aumento de cerca de US$ 1,2 bilhão no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do segmento;
  • Geração de aproximadamente US$ 425 milhões por meio de programas de hedge cambial e de combustível; e
  • Aumento de cerca de US$ 0,1 bilhão em investimentos de manutenção.

O Banco Safra avaliou os números como positivos uma vez que o aumento na sensbilidade do fluxo de caixa livre das Soluções de Minério de Ferro não estava presente no cenário base do banco.

Além disso, o banco considerou que isso ajuda a aliviar as preocupações do mercado em relação à perda de rentabilidade decorrente dos custos de caixa e do frete desde o início do conflito, algo que aparentemente pressionou as ações após o balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26).

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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