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AgroGalaxy (AGXY3) deve realizar grupamento de ações para se adequar às regras da B3

03 nov 2026, 17:38
agrogalaxy agxy3
Pelas regras da B3, as ações negociadas na bolsa brasileira não podem permanecer cotadas abaixo de R$ 1 por período prolongado. (Foto: Divulgação)

A AgroGalaxy (AGXY3), em recuperação judicial, poderá realizar um grupamento de ações para reenquadrar a cotação dos papéis ao valor mínimo exigido pela B3.

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Segundo comunicado divulgado nesta terça-feira (3), a companhia recebeu uma notificação da bolsa pelo fato de suas ações estarem sendo negociadas abaixo de R$ 1 desde 11 de setembro de 2026.

A B3 estabeleceu o prazo até 30 de abril de 2027 para que a empresa regularize a situação, conforme o artigo 46 do Regulamento de Emissores.

A companhia informou que, caso a cotação não retorne espontaneamente a patamares superiores a R$ 1 por ação e permaneça abaixo desse nível por pelo menos um mês antes do prazo final, encaminhará ao Conselho de Administração uma proposta de grupamento de ações.

A operação, se proposta, ainda precisará ser submetida à aprovação dos acionistas em Assembleia Geral.

Por que a AgroGalaxy precisa reenquadrar suas ações?

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Pelas regras da B3, as ações negociadas na bolsa brasileira não podem permanecer cotadas abaixo de R$ 1 por período prolongado. A exigência busca evitar que os papéis sejam negociados a preços muito baixos, situação conhecida no mercado como penny stock.

O grupamento de ações é uma das alternativas para resolver o problema. Nesse tipo de operação, a companhia reúne uma determinada quantidade de ações em um único papel, elevando proporcionalmente o preço unitário, sem alterar, em princípio, o valor total do investimento dos acionistas.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.

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