Banco do Brasil (BBAS3), Vale (VALE3), Braskem (BRKM5) e outros destaques desta quinta (13)
Os balanços e pagamento de juros sobre capital próprio do Banco do Brasil (BBAS3), o novo projeto de de Flotação de Partículas Grossas (CPF) da Vale (VALE3) e a possível recuperação extrajudicial da Braskem (BRKM5) são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (13).
Confira o Radar do Mercado
Banco do Brasil (BBAS3): Lucro sobe 3,3%, chega a R$ 3,9 bilhões e vem melhor que esperado no 2T26
O Banco do Brasil (BBAS3) terminou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% ante mesmo período de 2025. Em relação ao primeiro trimestre, a elevação é de 13,9%.
A cifra ficou acima do consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 3,5 bilhões. Saiba mais
Banco do Brasil (BBAS3) pagará R$ 584,9 milhões em juros sobre o capital próprio; veja como aproveitar
O Banco do Brasil (BBAS3) distribuirá R$ 584,9 milhões em juros sobre o capital próprio. O valor por ação do Banco do Brasil corresponde a R$ 0,10, que serão pagos em 11 de setembro, tendo como base a posição acionária de 1 de setembro, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 2 de setembro. Saiba mais
Banco do Brasil (BBSA3): O pior já passou? CFO vê mudança dando frutos
Enquanto o setor financeiro vive momentos de tensão, com a alta da inadimplência dando frutos, o Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu entregar resultados melhores do que o esperado, com lucro de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% no ano e de 13% no trimestre, enquanto o mercado esperava R$ 3,5 bilhões.
Apesar dos números ainda ruins de inadimplência, com aumento das provisões — colchão usado pelos bancos para segurar os calotes —, a tesouraria deu uma ‘forcinha’ para o banco, com alta de 2,1% no trimestre e de 10% no ano, para R$ 9 bilhões. Leia a entrevista completa
Vale (VALE3) informa que projeto no Pará será antecipado em cerca de um ano
A Vale (VALE3) informou que a Vale Base Metals (VBM), sua subsidiária, está avançando com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará, com expectativa de início de operação no primeiro semestre de 2028, antecipando-se ao cronograma original em cerca de um ano.
Em comunicado, a mineradora explica que o projeto vai adicionar 6 milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da unidade de Salobo, elevando o total para 42 milhões de toneladas por ano. A produção anual de cobre deve subir em até aproximadamente 30 mil toneladas contidas em concentrado, além de cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto. Saiba mais
Braskem (BRKM5): Recuperação extrajudicial está a caminho e pode chegar em agosto, dizem fontes
A petroquímica Braskem (BRKM5) está em discussões avançadas para um potencial pedido de recuperação extrajudicial, que pode ser protocolado ainda este mês, visando equacionar mais de US$ 10 bilhões em dívidas em suas operações no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.
A companhia, controlada pela gestora de private equity IG4 Capital e pela Petrobras (PETR4), corre contra o tempo até 24 de agosto, já que nessa data expira uma proteção obtida por medida cautelar em junho, de acordo com as fontes, que pediram anonimato devido à confidencialidade das negociações.
Prejuízo da Americanas (AMER3) quase triplica no 2T26 para R$ 274 milhões
A Americanas (AMER3) teve prejuízo líquido de R$ 274 milhões no segundo trimestre ante R$ 98 milhões no segundo trimestre de 2025.
A varejista apurou resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 145 milhões, valor 51,5% menor que os R$ 299 milhões vistos um ano antes. Saiba mais
Hapvida (HAPV3) vê lucro desabar 95,8% no 2T26
A Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 12,5 milhões no segundo trimestre, recuo de 95,8% ante o resultado registrado um ano antes.
A empresa apurou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 504,4 milhões, queda de 44,3% na comparação com o segundo trimestre de 2025. Saiba mais
Lucro líquido da Copasa (CSMG3) soma R$ 275,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 4,8%
O lucro líquido ajustado da Copasa (CSMG3) atingiu R$ 275,5 milhões no segundo trimestre de 2026, o que representa um recuo de 4,8% em relação ao verificado em igual período de 2025.
A receita líquida da empresa de saneamento totalizou R$ 2 bilhões no segundo trimestre, avanço de 8,9% na comparação anual. Já o Ebitda ajustado somou R$ 762 milhões, acréscimo de 11,7% ante um ano, com margem ajustada de 39,0%. Saiba mais
Lucro da CSN Mineração (CMIN3) sobe para R$ 219,4 milhões no 2° trimestre
A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 219,4 milhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de quase 90% em relação ao mesmo trimestre de 2025. O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou cerca de 20% ano a ano, alcançando a cifra de R$ 1,02 bilhão. Saiba mais
Minerva (BEEF3) tem lucro de R$ 196,9 milhões no 2T26, queda de 57%
A Minerva Foods (BEEF3) registrou lucro líquido de R$ 196,9 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 57% em relação aos R$ 458,3 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
A receita líquida somou R$ 14,1 bilhões no trimestre, alta de 1,3% na comparação anual. O desempenho foi sustentado pelo mercado interno, cuja receita avançou 11,3%, para R$ 5,24 bilhões. Já a receita no mercado externo recuou 3,5%, para R$ 8,52 bilhões. Saiba mais
Cogna (COGN3) vê lucro crescer 25% no 2T26, para R$ 149 milhões, mas novo marco regulatório pesa sobre margens
A Cogna (COGN3) registrou lucro líquido de R$ 148,9 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 25,3% em relação ao 2T25, apesar dos impactos do Novo Marco Regulatório da Educação Superior, que impulsionou a migração de alunos para os formatos presencial e semipresencial e pressionou as margens da companhia.
O lucro líquido ajustado foi de R$ 210,2 milhões no trimestre, alta de 18,1% em relação ao 2T25. No primeiro semestre, chegou a R$ 411 milhões, crescimento de 23,6%. Saiba mais
Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro recorde de R$ 174 milhões no 2T26, alta de 44,6%, apesar de queda nas vendas
A Moura Dubeux (MDNE3) registrou lucro líquido de R$ 173,9 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 44,6% sobre os R$ 120,3 milhões de um ano antes. O resultado foi o maior lucro trimestral da história da incorporadora, com margem líquida de 23,8%, ante 18,1% no 2T25. No primeiro semestre, o lucro chegou a R$ 329,4 milhões, crescimento de 72,8% em relação ao mesmo período de 2025. Saiba mais
Sabesp (SBSP3) tem recuo dentro do esperado no lucro líquido do 2º trimestre
A Sabesp (SBSP3) teve lucro líquido de R$ 1,46 bilhão no segundo trimestre, resultado 31,4% abaixo do obtido um ano antes, mas praticamente dentro do esperado pelo mercado, em meio à corrida da companhia para concluir investimentos bilionários para atender metas de universalização de serviços no Estado de São Paulo até 2029.
A empresa apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda de R$ 3,9 bilhões de abril ao final de junho, estável ante o desempenho de um ano antes, segundo o balanço do período divulgado nesta quarta-feira. Leia mais
Suzano (SUZB3) tem lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no 2T26, queda de 64%; Ebitda recua 23%
A Suzano (SUZB3) reportou lucro líquido de R$ 1,807 bilhão no segundo trimestre de 2026 (2T26), uma queda de 64% em relação ao mesmo período de 2025, quando havia registrado lucro de R$ 5,012 bilhões. O desempenho mais fraco refletiu principalmente a redução do Ebitda e da geração de caixa operacional, em um cenário de preços menos favoráveis e menor receita na comparação anual. Saiba mais
CSN (CSNA3) tem prejuízo líquido de R$ 773 milhões no 2º trimestre, 495% maior que o de um ano atrás
A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 773 milhões no segundo trimestre de 2026, aumentando as perdas em 494,6% ante os R$ 130 milhões apurados entre abril e junho de 2025. De acordo com a companhia, o resultado representa uma piora quando comparado com o trimestre anterior, como consequência das maiores despesas financeiras relacionadas à variação cambial. Saiba mais
Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 8,5% no lucro líquido ajustado no 2º trimestre, para R$ 1,3 bilhão
A Rede D’Or (RDOR3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2026, valor 8,5% superior ao visto no mesmo período do ano anterior. A maior rede de hospitais listada em bolsa do país apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 2,9 bilhões, alta de 18,2% na comparação anual. Saiba mais
Ultrapar (UGPA3) tem salto no lucro do 2º trimestre, para R$ 1,7 bilhão, e anuncia dividendos bilionários e recompra de ações
A Ultrapar (UGPA3) teve alta de 46% no lucro líquido do segundo trimestre, para R$ 1,7 bilhão, ainda impulsionada pelos efeitos de recuperação do mercado de combustíveis após o lançamento de operações contra o comércio ilegal a partir do segundo semestre do ano passado.
O resultado operacional do grupo medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recorrente cresceu duas vezes e meia para R$ 3,66 bilhões de abril ao final de junho. Saiba mais
Lucro da Equatorial (EQTL3) recua 83,5% no 2º trimestre
O grupo de energia e saneamento Equatorial (EQTL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 110 milhões no segundo trimestre de 2026, recuo de 83,5% sobre o desempenho de um ano antes. A companhia teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 2,9 bilhões, praticamente estável ante o segundo trimestre de 2025. Saiba mais
Rumo (RAIL3) tem lucro acima do esperado no 2º trimestre
A Rumo (RAIL3) divulgou nesta quarta-feira lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões para o segundo trimestre, resultado 5,8% abaixo do obtido um ano antes, mas acima do esperado pelo mercado, segundo balanço divulgado pela empresa.
A maior operadora de logística ferroviária do Brasil teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 2,27 bilhões de abril ao final de junho, praticamente estável ante o desempenho do mesmo período de 2025. Saiba mais
Eneva (ENEV3) tem queda de 91,4% no lucro do 2T26
A Eneva (ENEV3) registrou lucro líquido de R$31 milhões no segundo trimestre de 2026, o que representa uma queda de 91,4% em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior. A companhia apurou resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) de R$1,2 bilhão no segundo trimestre, valor 25,8% abaixo do registrado um ano antes. Saiba mais
Azzas (AZZA3) tem lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 62,5%
A Azzas 2154 (AZZA3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 62,5% em relação a igual período do ano anterior. O lucro líquido contábil somou R$ 29,8 milhões, recuo de 94,5% na comparação anual.
O Ebitda recorrente atingiu R$ 379,6 milhões, redução de 29,1%. A margem Ebitda recorrente ficou em 14,2%, baixa de 4,3 pontos porcentuais (p.p.) ante o segundo trimestre de 2025. Saiba mais
Kepler Weber (KEPL3): lucro encolhe 56,1%, para 6,3 milhões no 2T26
A Kepler Weber (KEPL3) registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 56,1% em relação aos R$ 14,4 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida somou R$ 299,1 milhões no trimestre, recuo de 3,9% ante os R$ 311,1 milhões de um ano antes. Saiba mais
MRV&Co (MRVE3): Prejuízo líquido consolidado é de R$ 626,3 milhões no 2T26, perda 22,7% menor
A MRV&Co (MRVE3), conglomerado de empresas imobiliárias com MRV, Urba, Luggo e Resia, teve prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). O resultado representa uma perda 22,7% menor na comparação com igual período de 2025.
O que mais pesou no balanço foi a já esperada baixa contábil (impairment) de US$ 110 milhões da Resia, empresa do grupo nos Estados Unidos que está sendo fechada. Saiba mais
Espaçolaser (ESPA3): diretor financeiro e de RI renuncia; empresa registrou prejuízo de R$ 134 mil no 2T26
A Espaçolaser (ESPA3) informou que seu diretor financeiro e de Relações com Investidores, Fabio Itikawa, renunciou aos cargos, com efeitos imediatos.
Segundo fato relevante divulgado pela companhia, o Conselho de Administração tomou conhecimento da renúncia e, na mesma reunião, elegeu Magali Rogéria de Moura Leite, atual diretora-presidente, para assumir interinamente e de forma cumulativa as funções de diretora financeira e de Relações com Investidores. Saiba mais
Plano&Plano (PLPL3) lucra R$ 67,3 milhões no 2T26, queda anual de 34,5%
A Plano&Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 67,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 34,5% em relação ao apurado no mesmo intervalo de 2025, mas 44,1% acima do 1T26.
Segundo balanço divulgado ao mercado, a receita líquida da construtora somou R$ 914,8 milhões entre abril e junho, alta de 16,7% na comparação com um ano antes. Saiba mais
Mater Dei (MATD3) tem lucro líquido de R$ 45 milhões no 2º trimestre, alta de 66%
A Rede Mater Dei (MATD3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 45 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 66% em relação aos R$ 27 milhões registrados em igual intervalo de 2025. No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido ajustado somou R$ 81,3 milhões, avanço anual de 71,9%.
O desempenho foi impulsionado pela evolução operacional, com destaque para a elevada taxa de ocupação dos leitos, que chegou a 83,9% ao final de junho e 84,1% na média do semestre, além do avanço da tese de oncologia. A companhia também destaca a expansão do uso de cirurgia robótica e a implementação da ferramenta de inteligência artificial para apoiar médicos na elaboração de prontuários eletrônicos. Saiba mais
Gafisa (GFSA3) adia divulgação do balanço do 2T26 após auditoria solicitar prazo adicional
A Gafisa (GFSA3) adiou a divulgação de suas informações financeiras (ITR) referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26). De acordo com o documento enviado ao mercado, os resultados agora estão previstos para serem publicados até 31 de agosto. Saiba mais
Orizon (ORVR3) adquire 51% do Aterro de Rondonópolis no Mato Grosso; veja detalhes da operação
A Orizon (ORVR3) informou a aquisição de 51% do Aterro Sanitário de Rondonópolis, no Mato Grosso, por meio de sua subsidiária Orizon Meio Ambiente.
O valor da firma (enterprise value) atribuído à participação de 51% é de R$ 45,4 milhões, a serem pagos à vista no fechamento da operação. O ativo possui Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) anual corrente estimado entre R$ 16 milhões e R$ 18 milhões. Saiba mais
Shopee acirra guerra do e-commerce com entregas em até 4 horas
A Shopee anunciou o “Turbo“, nova opção de entrega em até quatro horas para vendedores elegíveis. Inicialmente, o recurso está disponível na Grande São Paulo, com mais de quatro mil lojas parcerias, entre negócios locais e varejistas como Americanas, Daki e Heineken Express. Saiba mais
H&M anuncia quatro novas lojas no Brasil e expande operação para o Nordeste
A varejista sueca H&M anunciou a abertura de quatro novas lojas no Brasil, incluindo duas no Nordeste, inaugurando sua presença na região, um ano após o início das operações no país. As novas unidades no Nordeste serão em shoppings de Recife e Fortaleza e as inaugurações acontecerão ao longo do segundo semestre. Saiba mais
*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo
*Com supervisão de Juliana Américo