Eleições 2026

Flávio Bolsonaro e Zema superam Lula em cenários de 2º turno, mostra pesquisa AtlasIntel/Bloomberg; presidente lidera 1º turno

10 set 2026, 15:01 - atualizado em 10 set 2026, 15:11
Flávio Bolsonaro retoma liderança em cenário com Lula no segundo turno (Reuters/Adriano Machado)

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg para a eleição presidencial 2026 divulgada nesta quinta-feira (10) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46,2% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46,4% em um cenário de segundo turno entre ambos. O petista recuou 0,9 ponto porcentual sobre os 47,1% do último levantamento, divulgado em 31 de agosto. O candidato do PL e filho de Jair Bolsonaro cresceu 3,8 pontos ante os 42,6% da última pesquisa.

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Com isso, a vantagem que era de 4,5 pontos porcentuais para Lula se transformou em uma vantagem de numérica de 0,4 ponto para Flávio Bolsonaro, o que não ocorria desde o levantamento de 28 de abril. Como a margem de erro é de 1 ponto porcentual, Lula sai da liderança isolada pela reeleição para o empate técnico com o senador. Brancos e nulos e os eleitores que não souberam responder saíram de 10,3% para 7,4%.

Em outros cenários de segundo turno, o presidente também foi superado por Romeu Zema (Novo) e empataria com Ronaldo Caiado (PSD). Zema obteve 46,2% contra 46% do presidente; Lula e Caiado obtiveram os mesmos 45,7% e o presidente venceria Renan Santos (Missão) por 46% a 33,8%. Contra Augusto Cury (Avante), incluído pela primeira vez no levantamento, o presidente seria superado por 43,8% a 41,4%.

Lula lidera primeiro turno; Flávio Bolsonaro cresce

No cenário da AtlasIntel para o primeiro turno, Lula obteve 43%, ante 43,4% da pesquisa passada, Flávio Bolsonaro, variou de 33,7% para 37,4%. Augusto Cury saiu de 7,8% para 6,6%, e, numericamente, permanece na terceira colocação, empatado tecnicamente, Renan Santos saiu de 7,6% para 6,5% em comparação com o levantamento anterior.

Zema abre abre o segundo bloco de candidatos com 2,1%, ante 1% no levantamento passado, Caiado saiu de 3,3%, para 1,1% na pesquisa passada. Pablo Marçal (PRTB), incluído novamente na pesquisa, variou de 1,9% para 1%, mas está inelegível e aguarda a Justiça Eleitoral liberar, ou não, sua candidatura.

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Samara Martins (UP), com obteve 1% e Clariana Barão (DC) 0,1%. Os outros candidatos não foram citados. Brancos e nulos foram 0,6% e os que não souberam somaram 0,4%.

Rejeição

Em um questionário com a opção de múltiplos nomes, Lula tem 52,5% e Flávio Bolsonaro, 49,6% de rejeição; Renan Santos foi rejeitado por 35,7%, Zema por 31,6% e Caiado por 28,1%. A rejeição de Cury é de 25,6%.

Avaliação do governo e aprovação do presidente

O levantamento perguntou como o entrevistado avalia o governo do presidente Lula e 38,3% responderam ótimo e bom, contra 37% no levantamento anterior. Outros 50,8% consideraram como ruim ou péssimo, ante e 51,1% na pesquisa passada. O total dos que avaliam o governo como regular saiu de 11,9% para 10,8%.

O trabalho do presidente Lula foi aprovado por 43,7%, ante 45,4% na pesquisa anterior, e desaprovado por 53,8%, dos entrevistados, contra 52,9% no levantamento passado. Os que não souberam dar uma avaliação variaram de 1,7% para 2,5%.

Metodologia

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A pesquisa foi realizada pelo recrutamento digital por meio da navegação de rotina na web com eleitores maiores de 16 anos. Foram 5.000 respondentes entre sexta passada (4) e esta quarta (9), nos 26 estados e no Distrito Federal.

A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos, um índice de confiança de 95% e a pesquisa foi tem o registro BR-01452/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.

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