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Méliuz (CASH3) tem recorde de receita e Ebitda supera os R$ 100 milhões, mas lucro é afetado pelas reservas de Bitcoin (BTC)

14 maio 2026, 19:25 - atualizado em 14 maio 2026, 19:25
Méliuz (CASH3) (Imagem: Divulgação)
Méliuz (CASH3) (Imagem: Divulgação)

O Méliuz (CASH3) acaba de publicar seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), atingindo uma receita líquida recorde de R$ 118,2 milhões para o primeiro trimestre, um crescimento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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A receita do segmento de Shopping Brasil cresceu 31% no comparativo anual, atingindo R$ 93,3 milhões no trimestre. Na visão dos últimos doze meses, o crescimento foi de 40%, o que explica o crescimento desta linha do balanço.

O Ebitda (métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado consolidado foi de R$ 30,1 milhões no 1T26, também um recorde para o primeiro trimestre, com uma expansão de 74% na comparação anual.

No acumulado dos últimos 12 meses e até o fechamento do primeiro trimestre deste ano, o Ebitda superou os R$ 100 milhões, de acordo com o release de resultados.

Ainda, a margem Ebitda ajustada consolidada foi de 25,5% no 1T26, avanço de 8,2 pontos percentuais (p.p.) no comparativo anual, atingindo o maior patamar já registrado pela companhia.

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“Em minha carta do 4T25, declarei que queríamos ser a primeira empresa de capital aberto no Brasil a ser, de fato — e não só no discurso — AI First. Os números falam mais do que qualquer ambição declarada”, escreve o CEO da empresa, Gabriel Loures, em carta anexa aos resultados.

Impacto do Bitcoin (BTC) no Méliuz (CASH3)

Por outro lado, o prejuízo líquido do Méliuz fechou o trimestre em R$ 60,1 milhões, uma reversão dos R$ 10 milhões auferidos no mesmo intervalo de 2025. O resultado foi impactado por um prejuízo contábil de R$ 76 milhões das reservas de Bitcoin (BTC) da empresa.

Vale mencionar que a estratégia do Méliuz com o BTC começou em março de 2025, com o intuito de se tornar um negócio de tecnologia que adota a estratégia de encarteiramento de Bitcoin — ou uma Bitcoin Treasury Company.

Ainda, os executivos da empresa afirmam que se trata de um prejuízo não-realizado, tendo apenas um impacto contábil no balanço da companhia. No indicador ajustado — isto é, excluindo o efeito do BTC —, o Méliuz registrou lucro líquido de R$ 16,3 milhões.

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Como a empresa adotou essa estratégia em março do ano passado, os valores comparativos só devem aparecer no balanço do segundo trimestre (2T26). Atualmente, as reservas de Bitcoin do Méliuz equivalem a 604,7 unidades de BTC, o equivalente a R$ 215,4 nas cotações mais atualizadas.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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