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O que está mexendo com os mercados? Veja as principais notícias desta tarde

08 mar 2021, 13:10 - atualizado em 08 mar 2021, 13:10
Mercados, Europa
Veja os principais destaques desta segunda-feira (Imagem: REUTERS/Simon Dawson)

1. Ibovespa: índice recua com ajustes e Covid-19 no radar; Marfrig sobe antes de balanço

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A bolsa paulista adotava um viés de baixa nesta segunda-feira, em meio a movimentos de realização de lucros e um quadro ainda preocupante sobre a Covid-19 no país, com a temporada de balanços incluindo Marfrig e Magazine Luiza após o fechamento do pregão.

Às 11:07, o Ibovespa caía 0,84 %, a 114.228,91 pontos. O volume financeiro somava 4,2 bilhões de reais.

O Ibovespa fechou em alta de mais de 2% na sexta-feira, confirmando a primeira semana positiva em um mês (+4,7%), após a PEC Emergencial aprovada no Senado descartar os piores cenários do ponto de vista fiscal. A expectativa é de que o texto seja analisado na Câmara dos Deputados nesta semana.

Na visão da Guide Investimentos, o quadro sanitário em estado crítico toma a frente do noticiário em Brasília, ofuscando a expectativa com a aprovação da PEC Emergencial na Câmara dos Deputados na quarta-feira.

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“A intensificação da pandemia leva cada vez mais políticos a adotarem medidas drásticas de contenção do vírus”, observou a equipe da corretora em nota a clientes.

De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, o Brasil registrou no domingo mais 1.086 óbitos por Covid-19 e teve 80.508 novos casos confirmados da doença, totalizando 265.411 mortes e 11.019.344 de casos desde o começo da pandemia.

No exterior, o mercado de títulos norte-americano tende a continuar no radar dos agentes financeiros, em meio a preocupações com a inflação e juros, com sinais de recuperação da economia combinados com estímulos fiscais expressivos nos Estados Unidos.

O Senado dos EUA aprovou no sábado o plano de alívio do presidente Joe Biden contra os efeitos do coronavírus no valor de 1,9 trilhão de dólares.

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Entre as commodities, o petróleo Brent, referência internacional, perdia um pouco o fôlego após chegar a 71,38 dólares por barril, maior nível desde 8 de janeiro de 2020, tendo também de pano de fundo ainda ataque por grupo do Iêmen a instalações de petróleo na Arábia Saudita.

2. Guedes diz que valor médio de auxílio emergencial será de R$ 250

ministro da EconomiaPaulo Guedes, disse nesta segunda-feira que o valor médio das novas parcelas de auxílio emergencial a serem pagas a vulneráveis será de 250 reais, com o repasse feito a famílias monoparentais chegando a 375 reais.

Em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto, Guedes ressaltou que a definição final dos valores será feita pelo Ministério da Cidadania.

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“Essa é a média (250 reais), um valor médio, porque se for uma família monoparental, dirigida por uma mulher, aí já é 375 (reais), se tiver um homem sozinho aí já é 175 (reais), se for o casal, os dois aí já são 250 (reais). Quer dizer, tem toda uma… isso é o Ministério da Cidadania, nós só fornecemos os parâmetros básicos, mas a decisão da amplitude é com o Ministério da Cidadania”, disse.

O Senado aprovou na semana passada a PEC Emergencial, que abre caminho para o pagamento do auxílio. O projeto está previsto para ir à votação no plenário da Câmara dos Deputados na quarta-feira.

Na entrevista, o ministro destacou que, em meio à pandemia, a queda da economia brasileira ano passado foi menor do que a verificada em grande parte dos países e que trabalha para uma recuperação neste ano a partir de aprovação de propostas no Congresso.

“Melhor que o Brasil foi ChinaEstados Unidos e Coreia do Sul, e Brasil vai dar uma resposta à altura da crise, com vacinação em massa, auxílio emergencial e estamos aprovando essa PEC fiscal, um protocolo de crise”, disse.

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3. Yellen diz que pacote contra Covid-19 vai fomentar recuperação “muito forte” nos EUA

secretária do Tesouro dos Estados UnidosJanet Yellen, disse nesta segunda-feira que o pacote de ajuda em resposta ao coronavírus –de 1,9 trilhão de dólares e proposto pelo presidente Joe Biden— fornecerá recursos suficientes para alimentar uma recuperação econômica “muito forte” no país, embora não resolva os problemas de desigualdade de longa data.

“Esse é um projeto de lei que realmente proporcionará aos norte-americanos o alívio de que precisam para atravessar a pandemia, e esperamos que os recursos realmente alimentem uma recuperação econômica muito forte”, disse Yellen em entrevista à MSNBC.

Ela repetiu suas expectativas de que o pacote permitirá ao país retornar aos níveis pré-pandemia de “pleno emprego” no próximo ano.

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Yellen disse que ainda haverá problemas de desigualdade de longa data na economia e que precisam ser resolvidos por mais legislação.

A administração Biden concordou em abandonar o aumento do salário mínimo para 15 dólares como parte do pacote da Covid-19.

O governo planeja fazer isso separadamente e propôs trilhões de dólares em investimentos em infraestrutura, educação e pesquisa.

Questionada sobre a inflação, se o aumento dos gastos fará com que a economia aqueça demais, Yellen disse não esperar que isso aconteça, mas afirmou que “há muitos riscos enfrentados por esta economia” e que o pacote aborda os maiores, que podem deixar cicatrizes permanentes na vida das pessoas.

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“Se (o pacote) acabar sendo inflacionário, existem ferramentas para lidar com isso e vamos monitorar isso de perto”, disse Yellen sobre as medidas do projeto de lei.

4. Petrobras eleva diesel em 5,5% e a gasolina em 9% a partir de terça-feira

Petrobras (PETR4) elevará o preço médio do diesel nas refinarias em 0,15 real por litro (ou 5,5%), e o da gasolina em 0,23 real por litro (ou cerca de 9%), a partir de terça-feira, informou a companhia em nota à imprensa nesta segunda-feira.

Com os reajustes, o valor médio do diesel da Petrobras vendido às distribuidoras passará a ser de 2,86 reais por litro, enquanto o da gasolina 2,84 reais por litro

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5. Governo fecha acordo com Pfizer e prevê entrega de 14 mihões de doses até junho, diz Guedes

O governo do presidente Jair Bolsonaro fechou um acordo com a Pfizer que prevê a entrega de 14 milhões de doses de vacina contra Covid-19 da farmacêitica norte-ameicana até junho, sendo que haverá uma antecipação de 5 milhões de doses do laboratório neste período, afirmou o ministro da EconomiaPaulo Guedes, em rápida entrevista no Palácio do Planalto.

Bolsonaro e ministros participaram de uma reunião com a cúpula mundial do laboratório no qual, pelas palavras de Guedes, houve um acerto para que a Pfizer aumentasse a oferta de imunizantes para o Brasil. Entretanto, a assinatura do contrato ainda não foi formalizada.

Após a entrega das 14 mihões de doses do imunizante, desenvolvido em parceria com a alemã BioNTech, a Pfizer deve entregar ao menos mais 10 milhões de doses por mês de julho a outubro, disse o assessor especial do Ministério da Saúde Airton Soligo.

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O total de doses a serem entregues previsto no acordo não foi informado por Guedes e Soligo, mas inicialmente a negociação do governo com a Pfizer envolvia 100 milhões de doses da vacina neste ano.

Guedes, no entanto, afirmou que o laboratório vai aumentar a produção diária de doses de 1,5 milhão para 5 milhões e, dessa forma, vai permitir elevar a entrega ao Brasil.

“A vacinação em massa é a primeira prioridade do governo”, disse. “Vamos vacinar e manter a economia em movimento”, acrescentou ele.

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