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PetroReconcavo (RECV3), OpenAI, guerra do delivery e outros destaques corporativos desta terça (9)

09 jun 2026, 9:30 - atualizado em 09 jun 2026, 9:30
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(Imagem: PetroReconcavo)

A queda de produção da PetroReconcavo (RECV3), o IPO da OpenAI e a “guerra do delivery” no Brasil são alguns dos destaques corporativos desta terça-feira (9).

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Confira os destaques corporativos de hoje

PetroReconcavo (RECV3) reduz produção para 23,9 mil boe/dia em maio

A produção da PetroReconcavo (RECV3) recuou em maio de 2026, impactada principalmente por eventos não programados no Ativo Bahia. A companhia registrou produção média de 23,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia), uma queda de 1,9% em relação a abril.

No Ativo Potiguar, a produção atingiu 12,4 mil boe/dia, alta de 0,4% na comparação mensal. A produção de petróleo foi de 7,7 mil barris por dia, enquanto a de gás natural alcançou 4,7 mil boe/dia.

A companhia atribuiu o avanço da produção de petróleo, que cresceu 2,8% frente a abril, aos projetos de workover realizados no campo de Livramento. O desempenho foi parcialmente compensado por falhas no fornecimento de energia elétrica por parte da concessionária.

OpenAI, dona do ChatGPT, entra com pedido de IPO nos EUA

A OpenAI, criadora do ChatGPT, apresentou na segunda-feira (8), de forma confidencial, um pedido de oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos.

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A companhia não divulgou o valor nem os termos da oferta e afirmou que ainda não foi definido um cronograma. “Pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente são mais fáceis como empresa privada”, afirmou a OpenAI em comunicado.

A Reuters havia noticiado que a gigante da IA tem como meta obter uma avaliação de até US$1 trilhão em uma estreia no mercado de ações que poderia ocorrer já em setembro.

Mercado bilionário, denúncias e espionagem: Guerra do delivery no Brasil coloca iFood, 99Food e Keeta em rota de colisão

O Brasil se consolidou como um dos mercados mais disputados do mundo no setor de delivery, com a expectativa de atingir US$ 27 bilhões até 2029, segundo a consultoria Statista.

Nesse cenário, o iFood se destaca com ampla liderança. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em parceria com o Sebrae, a empresa detém cerca de 80% do market share de delivery de comida no país.

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No entanto, a supremacia da companhia foi abalada em 2023, quando o iFood foi alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por práticas anticoncorrenciais. Como consequência, a empresa ficou proibida de fechar contratos exclusivos com redes que tenham mais de 30 estabelecimentos, ultrapassar 25% do volume de vendas atrelado a restaurantes exclusivos e ter mais do que 8% de estabelecimentos exclusivos por cidade.

Esse movimento abriu espaço para a chegada da Keeta e da 99Food ao Brasil no ano passado. Confira os detalhes na reportagem especial de Juliana Américo.

IRB (IRBR3) inicia processo regulatório para abrir operações de resseguro na Suíça e em Malta

O IRB Brasil (IRBR3) informou na segunda-feira (8) que iniciou procedimentos regulatórios para expandir suas operações internacionais, em linha com a estratégia de crescimento dos prêmios no mercado global de resseguros.

A companhia anunciou que protocolou, em 29 de maio, um pedido de autorização junto à Swiss Financial Market Supervisory Authority (FINMA) para constituir uma resseguradora na Suíça com foco em seguros de danos (P&C, ou não-vida).

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Além disso, o IRB iniciou a estruturação de uma entidade de resseguros no modelo de protected cell company em Malta, com suporte técnico e operacional da companhia. O pedido de autorização foi protocolado junto à Malta Financial Services Authority (MFSA) nesta segunda-feira (8).

O início das operações nos dois mercados depende da aprovação dos respectivos reguladores.

Plataforma financeira Asaas compra empresa de CRM no WhatsApp por R$150 milhões

A Asaas, que se define como plataforma de serviços financeiros para empresas, anunciou nesta terça-feira (9) a compra da empresa de software de relacionamento com clientes Helena CRM por R$ 150 milhões, a maior aquisição da companhia criada em 2010 pelos irmãos Piero e Diego Contezini.

A Asaas, cujo nome remete à sigla em inglês para automação de software como serviço, já promoveu cinco aquisições desde sua criação e no início de 2026 comprou a Mutuus, entrando no mercado de seguros. O investimento em aquisições feito pela Asaas sem incluir o anúncio desta terça-feira foi de R$ 50 milhões.

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A aquisição da Helena CRM, que atua na categoria de CRM conversacional dentro do WhatsApp, vai permitir que a Asaas conecte “diretamente as nossas soluções financeiras de pagamentos e cobranças, a uma camada de CRM agêntico autônomo, entrando cada vez mais cedo no principal processo dos pequenos negócios, que é a geração de demanda e receita”, disse o presidente do conselho de administração e cofundador da Asaas, Piero Contezini, em comunicado à imprensa.

Contrutora Viver (VIVR3) tem prejuízo líquido de R$ 5,6 milhões no 1º trimestre

A construtora e incorporadora Viver (VIVR3) teve prejuízo líquido de R$ 5,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, acima do resultado negativo de R$ 5 milhões sofrido no mesmo período do ano passado, segundo balanço publicado nesta segunda-feira (8).

A companhia afirmou no balanço que iniciou o ano focada na conclusão do empreendimento Station Vila Madalena, na cidade de São Paulo, e “na continuidade das medidas de reestruturação e na preparação para a retomada gradual de nossas atividades operacionais”.

O resultado operacional medido pelo Ebitda ficou negativo em R$ 3,4 milhões, praticamente estável ante o desempenho obtido um ano antes, mas a margem passou de -45,9% para -89,7%.

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*Com informações da Reuters

*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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