Magazine Luiza (MGLU3), Usiminas (USIM5), Petrobras (PETR4) e outros destaques desta sexta-feira (24)
O pagamento de dividendos pelo Magazine Luiza (MGLU3), o balanço referente ao primeiro trimestre de 2026 da Usiminas (USIM5) e o novo acordo de acionistas da Petrobras (PETR4) e Braskem, são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (24).
Confira os destaques corporativos de hoje
Magazine Luiza (MGLU3) pagará R$ 63 milhões em dividendos
O Magazine Luiza (MGLU3) informou que pagará R$ 63 milhões em dividendos aos acionistas, conforme deliberação em assembleia realizada na quinta-feira (23). O valor corresponde a R$ 0,081 por ação ordinária, considerando a base acionária atual, excluídas as ações em tesouraria.
Do montante total, R$ 3,02 milhões referem-se ao dividendo mínimo obrigatório, R$ 17,1 milhões a dividendos adicionais e R$ 42,85 milhões a dividendos intermediários, pagos à conta da reserva de lucros relativa ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.
Terão direito ao provento os acionistas posicionados na base da companhia em 24 de abril de 2026. A partir de 27 de abril, as ações passam a ser negociadas na condição “ex-dividendos”.
O pagamento será realizado em 8 de maio de 2026, por meio de crédito em conta corrente informada ao BTG Pactual, agente escriturador das ações da companhia.
Usiminas (USIM5) vê lucro líquido saltar 166%, a R$ 896 milhões, no 1T26
A Usiminas (USIM5) reportou lucro líquido de R$ 896 milhões referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), um avanço de 166% na comparação com o mesmo período em 2025, mostra relatório de resultados divulgado nesta sexta-feira (24).
Na comparação com o quarto trimestre de 2025, o resultado teve um salto de 596% ante os R$ 129 milhões reportados no período.
Segundo a companhia, a evolução reflete a melhora do resultado operacional, efeitos cambiais líquidos positivos e um aumento nos créditos por tributos diferidos pela apreciação do real frente ao dólar no período.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia, que mede o desempenho operacional, totalizou R$ 653 milhões no 1T26, um recuo de 11% na comparação anual, mas avanço de 56% ante o último trimestre.
A margem Ebitda avançou 0,04 ponto percentual no ano, chegando a 11%. Na comparação trimestral, o avanço é de 4,4 pontos percentuais.
Já a receita líquida da companhia chegou a R$ 5,87 bilhões no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 14% ante o mesmo período em 2025. De acordo com a companhia, o desempenho reflete a queda nas unidades de Siderurgia e Mineração.
Petrobras (PETR4) assina novo acordo de acionistas da Braskem (BRKM5)
A Petrobras (PETR4) informou na quinta-feira (23) que decidiu não exercer os direitos de preferência e de tag along previstos no acordo de acionistas da Braskem (BRKM5), em relação à participação da Novonor, atualmente em recuperação judicial.
A decisão foi formalizada por meio de notificação enviada à Novonor, em continuidade ao comunicado divulgado em 20 de abril, data em que a Novonor (ex-Odebrecht) e a NSP Investimentos assinaram contrato para vender a participação na companhia ao fundo de investimento em participação (FIP) Shine I.
Ao mesmo tempo, a Petrobras anunciou hoje a assinatura de um novo acordo de acionistas com o Shine I, com o objetivo de aprimorar a governança da Braskem e estabelecer um modelo de controle compartilhado entre as partes.
O novo acordo prevê a obrigatoriedade de consenso entre Petrobras e fundo em todas as deliberações do Conselho de Administração e da Assembleia Geral da Braskem. Também estabelece o direito de indicação de número igual de membros tanto para o Conselho quanto para a Diretoria Estatutária.
Small cap da bolsa pagará R$ 83,1 milhões em dividendos e JCP
Uma small cap da bolsa, a Grendene (GRND3), aprovou a distribuição de R$ 83,1 milhões em proventos aos seus acionistas, mostra comunicado enviado ao mercado na quinta-feira (23).
A companhia pagará R$ 82 milhões em forma de juros sobre o capital próprio (JCP) imputados aos dividendos, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,090892968 (excluídas as ações em tesouraria).
Vale lembrar que há retenção de Imposto de Renda na fonte, exceto para os acionistas que sejam comprovadamente imunes ou isentos.
Já na forma de dividendos ocorrerá o pagamento de R$ 1,13 milhão, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,001248637 por ação (excluídas as ações em tesouraria), sem remuneração ou atualização monetária.
Copel (CPLE3) define data de pagamento para R$ 1,35 bilhão em dividendos
A Copel (CPLE3) anunciou ao mercado a data de pagamento dos dividendos declarados em 10 de dezembro de 2025, no montante total de R$ 1,35 bilhão. De acordo com o comunicado de quinta-feira (23), o pagamento está marcado para 30 de junho de 2026.
O montante total equivalente a R$ 0,45453469202 por ação ordinária da companhia.
Vale lembrar que os acionistas com direito a receber o dividendo são aqueles com posição acionária na companhia em 30 de dezembro de 2025.
Dessa maneira, as negociações ocorrem ex-direito aos proventos desde 2 de janeiro de 2026. Ou seja, não é mais possível garantir uma fatia do provento.
“O pagamento será efetuado mediante crédito em conta corrente bancária cadastrada junto ao agente de custódia do acionista, razão pela qual é recomendável manter os dados cadastrais devidamente atualizados”, diz a Copel.
Suzano (SUZB3) aprova R$ 5,6 milhões em dividendos adicionais
A Suzano (SUZB3) informou que aprovou, em assembleia geral ordinária e extraordinária, a distribuição de R$ 5,627 milhões em dividendos adicionais, referentes ao lucro do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.
O valor corresponde a R$ 0,00455231 por ação, considerando a base de acionistas “ex-tesouraria”.
Terão direito ao provento os investidores com posição acionária ao fim do pregão do dia 29 de abril de 2026. A partir de 30 de abril, as ações passam a ser negociadas na condição “ex-dividendos”.
O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026, em moeda corrente nacional, sem correção monetária ou incidência de juros no período.
A companhia também destacou que os valores podem estar sujeitos à retenção de imposto de renda, conforme a legislação vigente.