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Riachuelo (RIAA3) atualiza valor por ação dos juros sobre o capital próprio (JCP) que pagará aos acionistas

14 abr 2026, 9:31 - atualizado em 14 abr 2026, 9:31
Riachuelo
(Imagem: Divulgação/Riachuelo)

A Riachuelo (RIAA3) informou ao mercado uma atualização no valor por ação dos R$ 50 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) que distribuirá aos seus acionistas, devido ao aumento de capital aprovado pelo seu conselho de administração do início deste mês.

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O montante passa de R$ 0,09968325745 por ação ordinária para R$ 0,09964280525.

Terão direito ao recebimento dos JCP os acionistas com posição acionária em 6 de abril de 2026. Dessa maneira, desde o dia 7 de abril de 2026 as negociações ocorrem “ex-JCP”, não sendo mais possível garantir uma fatia do provento.

Segundo a companhia, os valores serão distribuídos sem atualização monetária e estarão sujeitos à incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme a legislação vigente.

Acionistas imunes ou isentos tiveram que comprovar essa condição até 8 de abril de 2026, mediante envio de documentação ao Itaú Corretora de Valores S.A., banco escriturador.

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O horizonte da Riachuelo

Para 2026, a Riachuelo está com a expansão de lojas no radar. Em um ano voltado para expansão, a ambição é de abrir entre 15 e 20 lojas.

Em 2024, o CFO da companhia, Miguel Cafruni, recorda que houve a abertura de apenas uma Riachuelo, localizada em Cascavel, no Paraná. Já em 2025, oito novas lojas foram abertas.

“Fizemos um estudo profundo, a nível Brasil, para identificar onde cabe uma Riachuelo […] Vimos um potencial de 150 a 200 lojas. Isso numa ambição, não é para amanhã e não é para o próximo ano, mas é ao longo dessa transformação e dessa trajetória”, disse em entrevista ao Money Times.

Segundo Cafruni, ainda há muito o que capturar e foco em aperfeiçoar o modelo operacional na fábrica, localizada no Rio Grande do Norte.

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Do lado da financeira, o foco está em expandi-la cada vez mais para além do apoio ao consumo no varejo, buscando consolidá-la com outros produtos que eventualmente gerem até mais retorno do que o próprio consumer finance.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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