Estados Unidos (EUA)

Senador republicano John McCain aos 81 anos

26 ago 2018, 15:31 - atualizado em 26 ago 2018, 15:31

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O senador republicano John McCain, que morreu ontem (25), aos 81 anos, vítima de câncer, recebeu hoje (26) homenagens de dois de seus mais importantes adversários políticos na disputa pela presidência dos Estados Unidos: o ex-presidente Barack Obama, contra quem disputou as eleições de 2008, e o atual presidente Donald Trump, que, apesar de ser do mesmo partido de McCain, foi alvo de suas críticas em algumas situações.

Por meio de suas contas no Twitter, Trump e Obama lamentaram a morte de McCain. “Meus mais profundos sentimentos e respeito vão para a família do senador John McCain. Nossos corações e orações estão com você!”, disse Trump na rede social.

Também por meio de sua conta no Twitter, Barack Obama lembrou que ele e McCain pertenciam a diferentes gerações, tinham “origens completamente diferentes” e que, apesar das diferenças, competiram “no mais alto nível da política”.

“Nós compartilhamos, apesar de todas as nossas diferenças, uma fidelidade a algo mais elevado – os ideais pelos quais gerações de americanos e imigrantes lutaram, marcharam e se sacrificaram”, disse Obama.

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“Poucos de nós foram testados do jeito que John foi, ou teve de mostrar o tipo de coragem que ele tinha. Mas todos nós podemos aspirar à coragem de colocar o bem maior acima do nosso. John nos mostrou o que isso significa. Por isso, estamos todos em dívida com ele”, acrescentou o ex-presidente democrata ao enviar condolências à família do republicano.

União Europeia

A alta representante para a Política Externa da União Europeia (UE), Federica Mogherini, destacou neste domingo que o senador era um firme defensor de relações transatlânticas robustas entre os Estados Unidos e o bloco europeu.

“O senador McCain foi um homem de Estado respeitado que dedicou sua vida ao serviço público com integridade, princípios e grande senso de dever. Era um verdadeiro defensor da importância de uma relação forte entre a UE e os EUA em temas como segurança e prosperidade e como pilar de uma ordem global regularizada”, afirmou Mogherini em comunicado.

A chefe de diplomacia europeia ressaltou ainda que tinha sido um “privilégio” poder cooperar com McCain ao longo dos anos, e enviou suas condolências de parte da UE tanto à sua família quanto ao povo americano.

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