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Soja encerra em alta em Chicago, com ganhos do petróleo e ameaça de atrasos na colheita nos EUA

14 set 2026, 18:10
Rio grande do sul soja milho
(iStock.com/Sanya Kushak)

Os contratos futuros da soja negociados na bolsa de Chicago fecharam em alta nesta segunda-feira (14), impulsionados pela alta nos preços dos combustíveis, incluindo o petróleo, e pela ameaça de atrasos na colheita no Meio-Oeste, segundo os operadores.

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O contrato de soja para novembro na CBOT fechou em alta de 7,75 centavos, ou 0,6%, a US$13,04-1/4 por bushel.

As previsões apontavam para chuvas intensas que poderiam retardar a colheita em partes do Meio-Oeste nesta semana, incluindo Iowa, o maior produtor agrícola dos EUA e o segundo maior Estado produtor de soja.

O Serviço Nacional de Meteorologia emitiu alertas de enchentes para o centro e sudoeste de Iowa na tarde de segunda-feira.

Sinais de melhora na demanda por exportações também deram suporte ao mercado, enquanto os operadores aguardam a visita do presidente chinês Xi Jinping a Washington no final deste mês.

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Os contratos futuros de milho terminaram em alta modesta na segunda-feira, apoiados pela força dos futuros da soja e do petróleo, disseram traders.

O milho para dezembro fechou em alta de 3 centavos, a US$5,3325 por bushel, mas permaneceu dentro da faixa de negociação de sexta-feira e abaixo da máxima do contrato estabelecida em 2 de setembro.

Os contratos futuros de trigo fecharam em baixa, com a expectativa de uma desescalada no conflito do Mar Negro, que tem prejudicado as exportações de grãos da região, segundo operadores.

O contrato de trigo para dezembro encerrou o pregão com queda de 3,25 centavos, cotado a US$7,22 por bushel, após recuar para US$7,10 –o nível mais baixo registrado por esse contrato desde 26 de agosto.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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