Resumo: O Ibovespa (IBOV) completou o oitavo dia de perdas consecutivas com saída da investidor estrangeiro, em meio a incertezas sobre os cenários eleitoral e fiscal.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Nesta quinta-feira (13), o principal índice da bolsa brasileira fechou com baixa de 0,23%, aos 167.100,95 pontos. Já o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1930, em alta de 0,25%, na maior cotação desde o fim de janeiro de 2026.
No exterior, o clima é de otimismo em Wall Street após o dado mais fraco da inflação ao produtor adiar a aposta de alta nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) para dezembro.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:
Ao vivo
20h28
Lula X Trump: Brasil abre processo de reciprocidade contra tarifas dos Estados Unidos
O governo brasileiro deu início nesta quinta-feira (13) ao processo de análise de possíveis medidas de reciprocidade em resposta às tarifas impostas pelosEstados Unidos, de acordo com um comunicado da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).
A iniciativa está fundamentada na Lei da Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), que autoriza o país a adotar contramedidas diante de ações unilaterais consideradas prejudiciais aos interesses nacionais.
Bom pra cachorro: Petz Cobasi (AUAU3) vê lucro líquido ajustado crescer para R$ 70,3 milhões no 2T26
O Grupo Petz Cobasi(AUAU3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 70,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), crescimento de 8,4% ante igual período do ano anterior.
Sem ajustes, o lucro líquido alcançou R$ 100,4 milhões, avanço anual de 43,5%. O resultado foi favorecido pelo reconhecimento de R$ 52,9 milhões em créditos tributários referentes a exercícios anteriores.
Em programa de governo, Flávio Bolsonaro prevê cortar impostos, reduzir dez ministérios e reavaliar Reforma Tributária
O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou, nesta quinta-feira (13) seu plano de governo com a promessa de acelerar o crescimento econômico, reduzir o custo de vida e promover um choque de gestão nas contas públicas. Batizado de “Para o Brasil Vencer o Atraso”, o programa prevê crescimento sustentado de 4% ao ano na próxima década, redução gradual do custo do trabalho, revisão de impostos e investimentos de R$ 900 bilhões em infraestrutura ao longo de quatro anos.
Com 76 páginas, o plano prevê o corte de ao menos uma dezena de ministérios, redução de cargos e salários e reavaliar a reforma tributária para corrigir eventuais distorções e reduzir o valor do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), criado pela Reforma Tributária e que deve entrar em operação em 2027, sem informar detalhes sobre como as medidas serão adotadas.
MBRF (MRFG3): alavancagem sobe a 3,41x, mas empresa espera redução no 2º semestre
A MBRF espera iniciar uma trajetória de redução da alavancagem financeira no segundo semestre, após o indicador atingir 3,41 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda no segundo trimestre. Segundo o CFO da companhia, José Ignacio Scoceria, a manutenção do nível de alavancagem no trimestre, apesar da expansão do Ebitda, foi provocada principalmente pelo consumo de capital de giro.
“Temos, como companhia, condições para gradualmente ir trazendo a alavancagem para baixo”, afirmou Scoceria em conversa com jornalistas. Segundo ele, a MBRF consumiu cerca de R$ 1,2 bilhão em capital de giro no segundo trimestre, o que pressionou a geração de caixa e impediu uma redução do indicador.
Yduqs (YDUQ3) tem queda de 54% no lucro líquido ajustado no 2T26 e resultado fica abaixo do esperado
A Yduqs (YDUQ3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões, queda de 54,2% em relação ao mesmo período de 2025. Sem ajustes, a empresa teve prejuízo de R$ 15 milhão no período.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou R$ 400,2 milhões no 2T26, alta de 1,6% na base anual. A margem Ebitda ajustada passou de 28,6% para 28,7%.
Após balanço, BTG Pactual eleva participação no Méliuz (CASH3) para 10,5%
O Méliuz (CASH3) informou ao mercado na noite desta quinta-feira (13) que recebeu um comunicado do BTG Pactualsobre o aumento de sua participação acionária na companhia.
Segundo o documento, o banco e suas subsidiárias passaram a deter aproximadamente 10,96 milhões de ações ordinárias do Méliuz, o equivalente a cerca de 10,51% do capital social da empresa.
MBRF (MBRF3): lucro cai 19% no 2T26, para R$ 69 milhões
A MBRF (MBRF3) registrou lucro líquido de R$ 69 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 19% em relação ao mesmo período do ano passado.
A companhia vendeu 1,969 milhão de toneladas no trimestre, alta de 1,5% em relação ao segundo trimestre de 2025. Desse total, 1,253 milhão de toneladas foram destinadas ao mercado interno, queda de 3,1% na comparação anual, enquanto 716 mil toneladas foram vendidas no mercado externo, avanço de 10,8%.
>> Ação do Nubank (NU), negociada em NYSE, salta 6,92%, a US$ 14,88, no after market em reação ao balanço
18h10
Banco do Brasil (BBAS3) vê melhora no agro com MP, mas provisões podem ficar no teto e lucro no piso do guidance
O Banco do Brasil (BBAS3) trabalha com um cenário de melhora nas provisões da carteira de crédito do agronegócio nos próximos meses, apoiada principalmente pelo programa de reestruturação de dívidas do setor rural lançado pelo governo federal no mês passado, mas dúvidas sobre o cumprimento das previsões do banco para o ano pressionaram as ações para mínimas em um ano.
“Nós esperamos uma melhora relevante na PDD do agro em virtude da MP 1.376”, afirmou o vice-presidente de controles internos e gestão de riscos da instituição financeira, Felipe Prince, em teleconferência com analistas para comentar o resultado do banco no segundo trimestre, divulgado na véspera.
Nubank (ROXO34): Lucro dispara 49% e chega a US$ 1 bi pela primeira vez na história; ação salta 10%
O Nubank (ROXO34) apurou lucro líquido de US$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2026, alta de 49% em relação ao mesmo período de 2025, mostra balanço divulgado nesta quinta-feira (13).
O banco, que era conhecido por ‘não dar lucro’, superou o bilhão pela primeira vez em sua história.
Taxas dos DIs sobem em sessão marcada por dados de inflação nos EUA
As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam em alta na maioria dos vencimentos nesta quinta-feira (13), com a curva mais longa liderando o movimento, em dia de novos dados de inflação nos Estados Unidos e à espera de sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano).
No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,930%, alta de 0,9 ponto-base ante o ajuste de 13,921% da sessão anterior. Já a taxa para janeiro de 2035 fechou em 14,635%, com alta de 8,1 pontos-base ante o ajuste de 14,554%.
3tentos (TTEN3): lucro e Ebitda recuam 38% no 2T26; empresa anuncia recompra de ações e atualiza projeções
A 3tentos (TTEN3) registrou lucro líquido de R$ 205,9 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 37,8% na comparação anual. Já o lucro líquido ajustado, que exclui efeitos específicos, recuou 86,3%, para R$ 14,4 milhões.
A companhia apresentou receita operacional líquida de R$ 4,7 bilhões, alta de 31,9% ante os R$ 3,56 bilhões registrados no mesmo período de 2025. O lucro bruto avançou 9,9%, para R$ 795,4 milhões, mas a margem bruta caiu de 20,3% para 16,9%.
Lucro da Cyrela (CYRE3) vai a R$ 452 milhões, com lançamentos saltando 120% no 2T26; veja números
ACyrela (CYRE3) reportou lucro líquido de R$ 452 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 16,5% em relação aos R$ 388 milhões registrados no mesmo período do ano anterior e de 52% ante o primeiro trimestre.
No acumulado do semestre (1S26), o lucro líquido somou R$ 748 milhões, acima dos R$ 715 milhões apurados nos primeiros seis meses de 2025.
Hapvida (HAPV3) derrete 33% após resultado do 2T26; confira 5 maiores quedas do Ibovespa hoje (13)
Hapvida (HAPV3): -33,09%, a R$ 6,41
Minerva (BEEF3): -7,60%, a R$ 3,04
Sabesp (SBSP3): -7,04%, a R$ 24,28
Magazine Luiza (MGLU3): -6,13%, a R$ 3,98
CSN Mineração (CMIN3): -5,18%, a R$ 5,49
17h43
MRV (MRVE3) salta 14% com balanço do 2T26; confira 5 maiores altas do Ibovespa hoje (13)
MRV (MRVE3): +14,29%, a R$ 4,80
Cogna (COGN3): +7,88%, a R$ 2,19
Rede D’Or (RDOR3): +6,31%, a R$ 34,54
CSN (CSNA3): +5,56%, a R$ 4,56
Ultrapar (UGPA3): +5,08%, a R$ 32,04
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
17h36
Ibovespa perde carona em recorde de Wall Street e cai com Banco do Brasil (BBAS3); dólar sobe
O Ibovespa (IBOV) marcou a oitava queda consecutiva em agosto diante do movimento de cautela do investidor estrangeiro e queda de ações relevantes, como o Banco do Brasil (BBAS3).
Nesta quinta-feira (13), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,23%, aos 167.100,95 pontos.
A decisão de Nunes Marques atendeu a um pedido apresentado pela defesa de Flávio Bolsonaro, que, entre outras alegações, lembrou que está às vésperas do prazo final de registro da candidatura a presidente da República, neste sábado (15).
Dólar avança a R$ 5,19 com fuga de investidores estrangeiros, maior nível desde janeiro
O dólarà vistateve nova rodada de ganhos ante o real com a continuidade da cautela dos investidores em relação ao mercado brasileiro e um relatório dos Estados Unidos mencionando o Brasil como um dos 40 países que ajudaram a China a driblar as tarifas norte-americanas.
Nesta quinta-feira (13), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1930, em alta de 0,25%, na maior cotação desde o fim de janeiro de 2026.
Wall Street sobe com inflação ‘branda’ e alívio do petróleo; S&P 500 renova recorde
Os índices de Wall Street terminaram o pregão desta quinta-feira (13) em alta, com S&P 500 em recorde, após dados de inflação benignos, alívios nos preços do petróleo e reprecificação das apostas sobre a política monetária dos EUA.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.