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Tempo Real: Ibovespa (IBOV) fecha em queda com Petrobras e Vale; mercado aguarda ‘Super-Quarta’

18 set 2023, 7:21 - atualizado em 18 set 2023, 17:10
Petróleo, Petrobras, PETR4, Ibovespa, Ações
Acompanhe as movimentações do Ibovespa (IBOV) em Tempo Real. (Imagem: Reuters/Amanda Perobelli)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV), que operou entre altas e quedas na maior parte do dia, se firmou no campo negativo. O mercado observa com olhos atentos a ‘Super Quarta-Feira’, quando os bancos centrais de Brasil e Estados Unidos definem os juros. No Boletim Focus desta segunda, os economistas ouvidos pelo Banco Central voltaram a diminuir as projeções para a inflação. Os papéis da Petrobras (PETR4), que davam sustentação ao Ibovespa mais cedo, diminuíram os ganhos, o que pode explicar a perda de fôlego do índice ao longo do dia. Além disso, a queda do minério de ferro também contribui para a queda da Gerdau (GGBR4), assim como da Vale (VALE3).

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Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados hoje em tempo real. Veja os destaques:

Ao vivo
Casas Bahia (VIIA3): Risco de recuperação judicial existe? Veja opinião de especialistas

A Casas Bahia (VIIA3), ex Via, vive momento de incerteza nos mercados em meio a uma oferta de ações frustrante (a empresa levantou R$ 622 milhões ante os R$ 980 milhões esperados) e o perigo de antecipação de CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários), que queimaria R$ 400 milhões pelos cálculos de analistas.

A ação derreteu 38% em uma semana, com o papel saindo de R$ 1,20 para R$ 0,73.

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Vibra (VBBR3) pagará R$ 478 milhões em juros sobre o capital

A Vibra (VBBR3) pagará R$ 478 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (18).

Segundo o fato relevante, o valor por ação será de R$ 0,42909543292, sendo que o número pode sofrer desconto de imposto de renda.

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Como greve no setor automobilístico dos EUA deixa Elon Musk sorrindo de ponta a ponta

Esta segunda-feira (18) marca o quarto dia seguido da greve convocada pela United Auto Workers (UAW), organização sindical que representa mais de 140 mil trabalhadores do setor automobilístico nos Estados Unidos.

É a primeira vez que uma greve consegue paralisar, simultaneamente, a produção de Ford (F), General Motors (GM) e Stellantis (STLA).

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Não vai de Havaianas: Dynamo vende mais Alpargatas (ALPA4)

A empresa dona da marca dos famosos chinelos Havainas, a Alpargatas (ALPA4), viu a Dynamo diminuir participação na companhia, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda (18).

É a segunda redução de participação da asset na fabricante de calçados em um mês. Com isso, a gestora passou de 14,96% para 9,29% (ou 31.929.576 das ações preferenciais) da empresa.

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Itaúsa (ITSA4) pagará juros sobre o capital próprio; veja valores

A Itaúsa (ITSA4) pagará R$ 0,1165 por ação em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (18).

Segundo o documento, como o imposto de venda, o valor cai para R$ 0,099025.

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O que fez fundos imobiliários de papel saltarem e terem dia de glória?

O índice de fundos imobiliários (Ifix) da B3 abriu a semana de decisões de política monetária do Banco Central (BC) e do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) com sinal negativo. Contudo, o destaque do dia foi a disparada de FIIs de papel que tentam se recuperar da forte desvalorização na semana passada.

Desta forma, o Ifix encerrou o pregão desta segunda-feira (18) com ligeira queda de 0,02% (após ajustes), aos 3.233 pontos. O volume de negócios foi alto e em linha com o visto nos dias anteriores, perto de R$ 270 milhões.

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Ibovespa: Os vilões por trás da queda desta segunda-feira

O Ibovespa, que operou entre altas e quedas na maior parte do dia, se firmou no campo negativo. O principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,40%, a 118.288 pontos.

O mercado observa com olhos atentos a ‘Super Quarta-Feira’, quando os bancos centrais de Brasil e Estados Unidos definem os juros.

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Ibovespa fecha em queda de 0,32%, a 118.383 pontos (dados preliminares)
Por que as ações da Marisa desabam 10% nesta segunda-feira (18)?

As ações da Marisa (AMAR3) desabavam 10,15%, a R$ 0,62, ao final do pregão desta segunda-feira (18). O movimento vem após a varejista transferir seu balcão de crédito para Credsystem.

O plano de negócios inicial prevê volume de receita total potencial superior a R$ 7 bilhões e lucro antes de impostos potencial para a Marisa da ordem de R$ 1 bilhão, disse a empresa. A companhia estima captura valor presente líquido de aproximadamente R$ 400 milhões.

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Ifix fecha em queda de 0,12%, aos 3.230 pontos (dados preliminares); FIIs de papel disparam
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Parceira de Petrobras (PETR4) sobe 200% e revela sucesso de ‘setor esquecido’ da bolsa americana

Petróleo Offshore Petrobras
Weatherford International é uma das fornecedoras de serviços de exploração offshore mais reconhecidas do mundo. [Ímagem: Divulgação]
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Um setor bolsa americana está chamando a atenção dos analistas devido aos seus altos retornos — e não é o de tecnologia.

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Petroleira enche o bolso do investidor com renda fixa isenta de IR; taxas acima de IPCA + 6%

Uma petroleira com ações negociadas na B3, e que já disparou 72% nos últimos 12 meses, conforme o TradeMap, também oferece boa oportunidade de investimento na renda fixa.

As debêntures isentas de imposto de renda emitidas pela Prio (PEJA11) têm recomendação de compra pelo Santander, oferecendo juro real de 6,34% ao ano, com nota de crédito (rating) ‘AA‘.

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Magazine Luiza (MGLU3): Os gatilhos que fazem papel disparar (e Casas Bahia pode estar por trás de movimento)

O Magazine Luiza (MGLU3) é destaque de alta nesta segunda-feira (18) no Ibovespa. Por volta das 15h56, o papel disparava 5,65%, a R$ 2,61.

De acordo com analistas ouvidos pelo Money Times, as projeções do Boletim Focus, divulgadas mais cedo, ajudaram o papel a vencer o pessimismo dos últimos pregões, com a redução do IPCA (índice que mede a inflação) e a alta do PIB (Produto Interno Bruto).

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Por que os EUA podem entrar em recessão, mesmo sem o Fed subir os juros

Mesmo sem aumento na taxa de juros previsto para esta “Super Quarta”, os Estados Unidos podem enfrentar uma uma recessão em breve, com a curva de juros se invertendo.

Isso pode acontecer porque a economia do país está caminhando para uma contração, e a junção dos acontecimentos recentes, como a paralisação de montadoras, uma possível paralisação do governo federal e uma pressão sobre o pagamento dos empréstimos estudantis, representa risco.

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Casas Bahia (VIIA3) segue em forte queda; o que fazer com as ações?

Os papéis da Casas Bahia (VIIA3) seguem em forte queda nesta segunda-feira (18), em uma continuidade do movimento observado desde que a empresa anunciou que levantou R$ 622 milhões em uma oferta subsequente, valor menor do que o esperado. 

Na semana passada, as ações da varejista acumularam baixa de 35%. Nesta segunda-feira, os papéis caíam 3,9%, R$ 0,73, depois de um recuo de 9% no início do pregão.

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Tecnologia: B3 lança plataforma com cursos gratuitos e possibilidade de trabalhar na Bolsa brasileira

A B3 anunciou o lançamento de plataforma exclusiva para oferecer gratuitamente cursos de tecnologia. Desenvolvido em parceria com a Ada, o “B3. Dev” tem como foco quem busca ingressar na área.

Conforme comunicado, serão 12 cursos, sem restrição de número de inscrições e abertas para todo o Brasil. As inscrições podem ser realizadas no site da Ada. Os alunos mais engajados terão a possibilidade de ser contratados pela B3.

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Potencial de alta de 45%: Com posições vendidas em nível recorde, ação desta varejista vale compra, defende XP

A ação da varejista Grupo Soma (SOMA3) não está exatamente uma pechincha, mas vale compra, defende a XP Investimentos. Três pontos explicam a recomendação da corretora:

  • ativos de qualidade no portfólio, com “sólidas perspectivas de crescimento”;
  • estimativas oferecem riscos positivos pela frente; e
  • posicionamento técnico da ação é favorável, com posições vendidas em níveis recordes.

Na avaliação da XP, os preços atuais precificam aproximadamente metade da Farm Global. Em paralelo, tanto a Farm Global quanto a Hering parecem estar sendo ignoradas em termos de valuation olhando para o longo prazo, acrescenta.

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Governo melhora projeção de alta do PIB em 2023 para 3,2% — superior ao Focus

A Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Fazenda, melhorou nesta segunda-feira (18) a projeção oficial para o desempenho da atividade econômica neste ano, passando a prever um crescimento de 3,2%, contra previsão de 2,5% feita em julho.

A secretaria também apresentou projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, uma estimativa de alta de 2,3%, a mesma prevista em julho.

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Cenário de arrecadação em 2024 melhorou e pode facilitar déficit zero, diz secretário de Política Econômica

O governo observa uma melhora no cenário para a arrecadação em 2024, disse nesta segunda-feira (18) o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, argumentando que esse fator pode facilitar o atingimento da meta de déficit zero no próximo ano.

Mello afirmou em entrevista à imprensa que o governo projeta que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que influencia as receitas do governo, ficará negativo em 3% neste ano, revertendo o sinal para uma alta de 4% em 2024, o que deve gerar ganhos de arrecadação.

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Vivo (VIVT3): Como até R$ 5 bilhões podem parar no bolso dos acionistas

A Telefônica Brasil, dona da operadora de telefonia Vivo (VIVT3), anunciou que a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, aprovou seu pedido de reduzir o capital em até R$ 5 bilhões.

Atualmente, a Vivo possui capital de R$ 64 bilhões, o que seria uma quantia muito maior do que o necessário para garantir a gestão do negócio da empresa, comenta o analista Richard Camargo no Giro do Mercado desta segunda-feira (18).

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