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Vale (VALE3): O que impulsiona a disparada de 4% do papel nesta quarta-feira (6)?

06 maio 2026, 13:33 - atualizado em 06 maio 2026, 13:51
Vale VALE3
(Imagem: Reuters)

As ações da Vale (VALE3) dispararam nesta quarta-feira (6) em meio ao apetite ao risco dos investidores com um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, segundo o site Axios. Na máxima, o papel chegou a avançar 4,06%, cotado a R$ 81,57.

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Além do bom humor do mercado, com a entrada de fluxo estrangeiro, outro fator ajuda a Vale: o contrato mais líquido minério de ferro na bolsa de Dalian, para setembro de 2026, fechou em alta de 2,84%, a 816 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 122,4.

Com o avanço expressivo da Vale na sessão de hoje, a ação zerou as perdas do mês e da semana, enquanto no ano acumula alta de 12,85%.

Entre os papéis mais negociados na B3, a VALE3 tem giro de capital de R$ 709,6 milhões e 20 mil negócios.

O Ibovespa (IBOV) subia 0,63%, aos 187.925,93 pontos, por volta das 12h59 (horário de Brasília). No mesmo horário, a Vale, ação com maior peso do índice, saltava 3,62%, a R$ 81,23, contribuindo positivamente para o desempenho do Ibovespa.

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Bancão eleva preço-alvo de Vale

O BTG Pactual elevou o preço-alvo de VALE3 de R$ 85 para R$ 90, o que implica um potencial de valorização de 14,81% em relação ao fechamento anterior (5). O banco manteve a recomendação de compra para o papel.

Segundo o banco, o preço atual reflete fatores como a percepção de execução significativamente melhor; o risco de segurança pouco material; alguma opcionalidade em cobre; os retornos de caixa consistentes na faixa de 8–10%; e o re-rating de múltiplos de cerca de 15–20%.

“Nosso valuation anterior não capturava integralmente o crescimento em cobre, que agora passamos a incorporar parcialmente, à medida que vemos avanço relevante na redução de riscos desses projetos”, explica o BTG.

Quanto ao minério de ferro, o banco segue com visão construtiva de preços resilientes próximos a US$ 100 por tonelada, com recente pressão inflacionária de frete e custos elevando o patamar para próximo de US$ 110 por tonelada em meio ao conflito no Irã.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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