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O que fez Hypera (HYPE3) subir 5%? Bancão aponta 5 motivos para apostar na farmacêutica

14 maio 2026, 13:40 - atualizado em 14 maio 2026, 13:45
hypera resultados 1t24 recomendações analistas
(Imagem: Pixabay/@pexels)

As ações da farmacêutica Hypera (HYPE3) chegaram a saltar 5,01% (R$ 23,70) e lideraram no começo do pregão desta quinta-feira (14) a ponta positiva do Ibovespa (IBOV). O movimento refletiu a dupla elevação do papel pelo Citi.

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O banco elevou a recomendação de Hypera de neutro, com alto risco, para compra. “Estamos retirando a classificação de ‘alto risco’ devido à melhora na visibilidade de lucros e fluxo de caixa”, explica o Citi.

Já o preço-alvo subiu de R$ 26 para R$ 28, o que implica um potencial de valorização de 24% ante o último fechamento (13).

Por volta das 13h12 (horário de Brasília), a HYPE3 avançava 4,39%, a R$ 23,56. O Ibovespa, no mesmo horário, avançava 1,11%, aos 179.063,34 pontos, impulsionado pelo exterior e blue chips.



O que está por trás do otimismo para HYPE3?

O Citi considera que a tese otimista para a Hypera tem como base cinco fatores:

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  • maior confiança no crescimento da receita sob condições mais rígidas de capital de giro;
  • ventos favoráveis para margens com um real mais forte;
  • melhora dos fundamentos de fluxo de caixa;
  • opcionalidade ainda subestimada relacionada às canetas emagrecedoras (medicamentos GLP-1);
  • e suporte vindo de compras recentes realizadas pelos controladores da companhia.

O banco ainda elevou as estimativas de lucro para este e o próximo ano em 4% e 5%, respectivamento. Além disso, o Citi vê a ação negociando a múltiplos atrativos de preço sobre lucro (P/L) para 2026 (7,2x) e 2027 (6,5x), com perspectiva de valuation ainda barato.

A partir desse cenário, o banco considera que o valuation, as revisões de lucros e o posicionamento de investidores parecem favorecer a Hypera.

“Em um cenário macroeconômico ainda instável para as ações brasileiras — com Ibovespa e small caps caindo 4% e 5% nesta semana —, preferimos estratégias de valor relativo como forma atrativa de investir no setor sem assumir exposição direcional excessiva”, detalha o Citi.

Mas o banco alerta que o principal risco negativo para a tese de Hypera seria uma deterioração do capital de giro.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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