Análise Técnica

Sinal amarelo: Ibovespa perde os 180 mil pontos e deve manter tendência de correção no curto prazo

13 maio 2026, 11:25 - atualizado em 13 maio 2026, 11:25
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(Foto: iStock.com/primeimages)

O Ibovespa (IBOV) engata a segunda queda consecutiva e opera abaixo dos 180 mil pontos nesta quarta-feira (13). Por volta de 11h (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira caía aos 179.876,53 pontos (-0,26%).

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Para analistas técnicos, a queda recente do IBOV acendeu ‘um sinal amarelo’. A equipe do BTG Pactual avalia que o movimento recente caracteriza uma fase de correção após o forte rali observado entre o final de 2025 e o início de 2026. Na primeira quinzena de abril, o índice superou os 199 mil pontos pela primeira vez.

Os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch apontam que o próximo suporte do IBOV está próximo aos 175 mil pontos.

Já o Itaú BBA considera que o Ibovespa segue sem tendência definida no curto prazo. O relatório de análise técnica do banco, divulgado nesta quarta-feira, também aponta o próximo suporte em 175 mil pontos.

A perda desse nível abriria espaço para uma tendência de baixa, com alvos nos suportes em 163.500 e 159.300 pontos.

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Para o analista Lucas Piza, o IBOV precisaria superar a resistência inicial em 188.700 pontos para retomar um cenário positivo no curto prazo.

“Alguns índices setoriais já mostram sinais de fragilidade, o que pode abrir espaço para novas correções. A possibilidade de retomada existe, mas ainda é cedo para classificá-la como consistente”, afirmou Piza em relatório.

Contudo, “a visão estrutural positiva para o ano, no entanto, segue válida e permanece intacta”, acrescentou. Desde janeiro, o IBOV acumula valorização de 11,59%.



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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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