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WEG (WEGE3): Safra e BBA cortam preço-alvo após balanço do 1T26; veja projeções

07 maio 2026, 12:49 - atualizado em 07 maio 2026, 12:49
(Imagem: Divulgação WEG)

O Banco Safra reduziu o preço-alvo da WEG (WEGE3) de R$ 57,40 para R$ 53 por ação e manteve recomendação neutra, com potencial de valorização de 19%. O Itaú BBA, por sua vez, revisou o alvo de R$ 50 para R$ 48, reiterando recomendação de compra.

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As mudanças refletem uma leitura mais cautelosa após o primeiro trimestre de 2026 (1T26), marcado por câmbio desfavorável, demanda doméstica mais fraca e pressão sobre margens.

No caso do Safra, a expectativa agora é de crescimento mais moderado da receita e de um segundo semestre ainda enfraquecido. A projeção para 2027 foi reduzida em 6,7%, para R$ 48,8 bilhões.

A instituição também cortou a margem Ebitda projetada para 2026, de 21,8% para 21,4%, diante de custos mais altos com matérias-primas, tarifas nos Estados Unidos e maiores despesas trabalhistas ligadas à expansão de capacidade.

Com isso, o lucro líquido estimado para 2026 caiu 10,7%, para R$ 6,1 bilhões, o que representa retração anual de 4,5%.

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O Itaú BBA seguiu linha semelhante e afirmou que o 1T26 “definiu o tom do ano”, também marcado por menor atividade nos negócios de transmissão e distribuição nos EUA. O banco ainda destaca o valuation elevado da WEG, negociando a cerca de 31 vezes o lucro estimado para os próximos 12 meses.

Na visão do BBA, a companhia deve encerrar 2026 com receita praticamente estável em relação a 2025, em R$ 40,5 bilhões, com margem Ebitda de 21,8% e Ebitda de R$ 8,8 bilhões.

O lucro líquido projetado é de R$ 6 bilhões no período, queda de 6% na comparação anual. Para 2027, a estimativa foi revisada para R$ 7 bilhões, 7% abaixo da projeção anterior.

WEG teve resultado abaixo do esperado

Na véspera, a WEG reportou lucro líquido de R$ 1,45 bilhão referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), um recuo de 5,7% em comparação com o mesmo período em 2025.

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Consenso reunido pela Bloomberg apontava para um lucro de R$ 1,56 bilhão no período. Na comparação trimestral, o recuo chegou a 8,2%.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que mede o desempenho operacional, atingiu R$ 2,10 bilhões no período de janeiro a março deste ano, uma contração de 3,2% na base anual e de 8,3% ante o último trimestre.

A margem Ebitda avançou 0,6 ponto percentual de um ano para o outro, chegando a 22,2% no primeiro trimestre de 2026.

*Com supervisão de Kaype Abreu

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Estagiário no Money Times e estudante de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Foi trainee e repórter freelancer na Folha de S.Paulo.
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