Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanhou a crescente cautela externa, enquanto os investidores avaliam os impactos das tarifas de Trump. Mais cedo, a China decidiu retaliar os EUA e impôs uma tarifa de 34% sobre os produtos norte-americanos, que começa a valer em 10 de abril.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Nesta sexta-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 127.256,00 pontos, com queda de 2,96% — no menor nível desde 14 de março. Na semana, o Ibovespa recuou 3,52%.
No cenário doméstico, os investidores repercutiram aos números da balança comercial, que registrou um superávit de US$8,155 bilhões em março. O resultado representa uma alta de 13,8% sobre o saldo apurado no mesmo mês do ano passado, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
O mercado também reagiu a novos dados de empregos nos EUA. O payroll apontou a criação de 228 mil vagas de emprego em março, bem acima da projeção de 140 mil. A taxa de desemprego subiu para 4,2%, ante a expectativa de estabilidade a 4,1%.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (4) em tempo real
Ao vivo
18h48
Petrobras (PETR4) retoma liderança: veja as ações favoritas de 21 analistas para investir em abril
A Petrobras (PETR4) foi a ação mais indicada para abril, ultrapassando o Itaú Unibanco (ITUB4), que liderou o ranking do mês passado, de acordo com 21 carteiras recomendadas consultadas pelo Money Times. O pódio é completado pelo papel da Vale (VALE3).
Petrobras, Itaú e Vale receberam 16, 14 e 11 recomendações, respectivamente, em análises que foram elaboradas depois de um mês em que o Ibovespa subiu 5,9% em real e 7,1% em dólar, encerrando o primeiro trimestre com uma alta de 17% em dólar.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (4):
> Brava Energia (BRAV3): -12,91%, a R$ 18,34
> Vamos (VAMO3): -9,92%, a R$ 4,36
> PetroReconcavo (RECV3): -8,60%, a R$ 14,35
> Magazine Luiza (MGLU3): -8,22%, a R$ 10,83
> IRB (Re) (IRBR3): -8,11%, a R$ 48,82
17h40
Ibovespa tomba 3% e tem maior queda do ano com retaliação da China aos EUA; dólar sobe a R$ 5,83
O Ibovespa (IBOV) cedeu à forte pressão externa, com a escalada da guerra tarifária iniciada pelos Estados Unidos. Dessa vez, a China decidiu retaliar as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, e impôs uma taxa de 34% sobre a importação dos produtos norte-americanos.
Nesta sexta-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 127.256,00 pontos, com queda de 2,96% — no menor nível desde 14 de março. Na semana, o Ibovespa recuou 3,52%.
Dólar dispara 3% e encerra acima de R$ 5,80 com guerra tarifária
A retaliação da China ao plano tarifário dos Estados Unidos impulsionou o dólar ante moedas emergentes, com a crescente preocupação de uma guerra comercial e os seus possíveis impactos para a economia mundial.
Nesta sexta-feira (4), dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,8350, com alta de 3,68%.
O Ibovespa fechou a sexta-feira (04) em baixa de -2,98%, aos 127.233,39 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
17h10
Fechamento do Ibovespa (preliminar)
O Ibovespa fechou a sexta-feira (04) em baixa de -2,98%, aos 127.233,39 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
17h02
>> Dólar à vista acumula alta de 1,27% na semana
17h01
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,8350, com alta de 3,68%
16h55
Pix parcelado pode chegar em setembro, diz Banco Central
O Banco Central divulgou as datas prováveis para o lançamento do Pix Parcelado. Além disso, o BC anunciou mais duas funcionalidades novas: Pix em Garantia e o autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED)
A data prevista para o Pix Parcelado é em setembro deste ano. A nova funcionalidade permitirá que usuários contraiam crédito para parcelar transações, semelhante ao cartão de crédito parcelado com juros. O recebedor terá acesso imediato ao valor total, enquanto o pagador poderá dividir o pagamento com acréscimo.
Payroll de março ainda não reflete incerteza nos EUA, mas próximas leituras já devem incorporar tarifaço de Trump
O payroll de março ainda não reflete o ambiente de incerteza elevada que a economia dos Estados Unidos (EUA) enfrenta no momento, avaliam economistas.
A economista do ASA, Andressa Durão, afirma que o mercado de trabalho continuou apresentando crescimento em ritmo sólido e a taxa de desemprego permanece em nível baixo.
Como fica o comércio de produtos agrícolas no mundo com tensão entre China e EUA?
A China anunciou tarifas adicionais de 34% sobre os produtos dos Estados Unidos na sexta-feira, a mais séria escalada em uma guerra comercial com o presidente Donald Trump, que alimentou os temores de uma recessão e desencadeou uma derrocada no mercado de ações global.
As taxas se somam às tarifas de 10% a 15% aplicadas a produtos agrícolas no valor aproximado de US$ 21 bilhões em março e ameaçam praticamente acabar com as dezenas de bilhões em comércio agrícola entre as duas nações.
Tecnoshow Comigo começa na segunda (7) com autoridades do setor; Agro Times marca presença na feira
A 22ª edição da Tecnoshow Comigo, uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro, terá sua cerimônia de abertura oficial na segunda-feira (7), às 8h, no Centro Tecnológico Comigo (CTC) em Rio Verde (GO). Com o tema “Gerações do Agro”, a feira se estende até 11 de abril e contará com cobertura in loco do Agro Times, editoria de agronegócio do MoneyTimes.
A solenidade contará com a presença de importantes autoridades, incluindo o governador de Goiás, RonaldoCaiado; o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, PedroLeonardodePaulaRezende; o prefeito de Rio Verde, WellingtonCarrijo; o presidente da Câmara de Vereadores de Rio Verde, IdelsonMendes, entre outros representantes do setor agropecuário, autoridades, políticos e lideranças sindicais e empresariais.
Petróleo tomba mais 6% com retaliação da China ao ‘tarifaço’ de Trump
Os preços do petróleo estenderam as perdas da véspera e fecharam em forte queda nesta sexta-feira (3). A baixa foi impulsionada pela decisão da China em impor uma taxa sobre os produtos norte-americanos, em resposta ao plano tarifário dos Estados Unidos.
Na mínima da sessão, o Brent caiu para US$ 64,03 e o WTI atingiu US$ 60,45, o valor mais baixo em quatro anos.
Vamos (VAMO3): JP Morgan reduz projeções, mas ainda vê potencial de alta de 76%; ações despencam
O JP Morgancortou suas estimativas para a Vamos(VAMO3) após os números do quarto trimestre de 2024 e a cisão do segmento de concessionárias que resultou na Automob. Com isso, promoveu um ajuste do preço-alvo para 2025 de R$ 20 para R$ 8,50, o que implica em um potencial de alta de 76%.
O banco gringo permanece com recomendação de compra para a ação, tendo em vista a melhora sequencial no desempenho operacional da companhia, além do atual foco como um negócio puramente de locação de longo prazo e sua posição técnica favorável.
O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em baixa de -2,99%, aos 127.218,74 pontos, nesta sexta-feira (04).
Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de -4,41%, cotada a R$ 52,45. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em baixa de -4,89%, a R$ 34,24, e os do Itaú (ITUB4), em baixa de -2,91%, a R$ 31,04.
15h28
Trump vê ‘momento perfeito’ para Fed cortar juros, mas Powell não tem pressa
Hoje, a taxa está na faixa de 4,25% a 4,50% ao ano. Na última reunião, de março, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) optou por manter os juros estáveis.
Por volta de 14h50 (horário de Brasília), Minerva (BEEF3) liderava os ganhos do setor com alta de 1,24%, a R$ 6,54. JBS (JBSS3) subia 0,83%, a R$ 41,41, e BRF (BRFS3) tinha ganhos de 0,87%, a R$ 19,81. Acompanhe o Tempo Real.
Brasil tem superávit comercial de US$ 8,155 bi em março, acima do esperado
A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 8,155 bilhões em março, uma alta de 13,8% sobre o saldo apurado no mesmo mês do ano passado, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) nesta sexta-feira (4).
O saldo veio acima de expectativas de economistas consultados pela Reuters, que previam superávit de US$ 7 bilhões para o mês.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.