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Tempo real: Ibovespa sobe aos 127 mil pontos com ajuda de Vale (VALE3)

20 fev 2025, 6:41 - atualizado em 20 fev 2025, 18:39
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) operou lateralmente, com o mercado digerindo balanços importantes, como o da Vale (VALE3), que veio com prejuízo, mas surpreendeu positivamente com dividendos e recompra de ações, sustentando o índice.

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Nesta quinta-feira (20), o principal índice da bolsa brasileira fechou em alta de +0,23%, a 127.606,49 pontos.

Já o dólar à vista teve queda de 0,37%, cotado a R$ 5,70. Em 2025 a moeda norte-americana acumula queda de 7,68%.

Em mais um dia de agenda econômica esvaziada no Brasil, os investidores se voltaram para o cenário externo, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu anunciar novas tarifas no próximo mês ou antes, acrescentando madeira e produtos florestais à lista de produtos no alvo de seu governo.

Anteriormente, Trump já havia anunciado a intenção de tarifar carros importados, semicondutores e produtos farmacêuticos.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (20) em tempo real:

Ao vivo
Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) anunciam operações que totalizam R$ 6,5 bilhões

Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) assinaram a contratação de duas Notas de Crédito à Exportação (NCE) com compromissos de sustentabilidade, sendo uma no valor de R$ 3,5 bilhões, e a outra no valor de R$ 3 bilhões, ambas com vencimento em 2032.

Além dessas operações, as empresas anunciaram a renovação de Linha de Crédito Compromissada (Revolving Credit Facility – RCF) no valor de R$ 2 bilhões, com vencimento original em 2026, agora prorrogado para 2030 e celebração de Protocolo de Intenções visando à cooperação técnica, sem ônus para as partes, no desenvolvimento de projetos voltados à descarbonização e à preservação de biodiversidade.

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Lojas Renner (LREN3) lucra R$ 487,2 milhões e anuncia programa de recompra de ações de R$ 1 bilhão

A Lojas Renner (LREN3) divulgou nesta quinta-feira (20) lucro líquido de R $487,2 milhões no quarto trimestre de 2024, recuo de 7,5% ano a ano e abaixo da expectativa média do mercado.

Analistas esperavam lucro líquido de R$ 630,6 milhões para a companhia de varejo no último trimestre de 2024, segundo a média das estimativas compiladas pela LSEG.

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Marcopolo (POMO4) paga dividendo de R$ 0,23 por ação; veja condições

A Marcopolo (POMO4) informou nesta quinta-feira (20) que aprovou em reunião do Conselho de Administração o pagamento de dividendos no valor de R$ 0,23 por ação, referentes ao exercício de 2024.

O crédito será realizado em 26 de fevereiro, com base na posição acionária dessa data, e o pagamento ocorrerá a partir de 7 de março, disse a empresa. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 27 de fevereiro.

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Rumo (RAIL3) tem prejuízo de R$ 259 milhões no 4T24; confira guidance para 2025

A Rumo (RAIL3), empresa do grupo Cosan (CSAN3), reportou um prejuízo de R$ 259 milhões no quarto trimestre de 2024 (4T24), contra um lucro de R$ 1 milhão no mesmo trimestre do ano passado.

O Ebitda recuou 0,4% no mesmo comparativo, para R$ 1,202 bilhão. Já a receita operacional líquida cresceu 32,4%, saindo de R$ 2,616 bilhões para R$ 3,463 bilhões.

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Vamos (VAMO3) lidera quedas no Ibovespa; veja as maiores baixas

Confira as maiores quedas do índice:

  • Vamos (VAMO3): -5,57%
  • Gerdau (GGBR4): -5,36%
  • Metalurgica Gerdau (GOAU4): -4,92%
  • Automob (AMOB3): -3,70%
  • Banco do Brasil (BBAS3): -2,98%
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PetroReconcavo (RECV3) sobe 7,41%; confira as maiores altas do Ibovespa

Confira as maiores altas do índice:

  • PetroReconcavo (RECV3): +7,41%
  • Vale (VALE3): +3,68%
  • Totvs (TOTS3): +3,08%
  • RaiaDrogasil (RADL3): +2,65%
  • Bradespar (BRAP4): +2,65%
Mercado Livre (MELI34) tem lucro de US$ 639 milhões no 4T24, acima do esperado

O Mercado Livre (MELI34) divulgou nesta quinta-feira um lucro líquido melhor do que o esperado para o quarto trimestre, quase quatro vezes acima do apurado no mesmo período de 2023.

A empresa, a maior da América Latina em valor de mercado, informou que seu lucro líquido entre outubro e dezembro chegou a US$ 639 milhões, aumento de 287% ano a ano e bem acima dos US$ 401,5 milhões esperados por analistas em pesquisa da LSEG.

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Nubank (ROXO34): Lucro sobe 85% e vai a US$ 552,6 milhões no 4T24; ação despenca

O Nubank (ROXO34) apurou lucro líquido de US$ 552,6 milhões no quarto trimestre de 2024, alta de 85% ante mesmo período do ano passado, mostra balanço divulgado nesta quarta-feira (20).

No ano, a fintech lucrou US$ 1,9 bilhão, salto de 110%, consolidando, assim, a boa fase que vive. Antes do IPO, abertura de capital, a empresa era cobrada pelos lucros, que só aparecerem em setembro de 2021.

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Ibovespa (IBOV) sobe aos 127 mil pontos com ajuda de Vale (VALE3); dólar recua 0,37% para R$ 5,70

Ibovespa (IBOV) operou lateralmente, com o mercado digerindo balanços importantes, como o da Vale (VALE3), que veio com prejuízo, mas surpreendeu positivamente com dividendos e recompra de ações, sustentando o índice.

Nesta quinta-feira (20), o principal índice da bolsa brasileira fechou em alta de +0,23%, a 127.606,49 pontos.

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Ibovespa fecha em alta de 0,23%, em 127.607,61 pontos, segundo dados preliminares
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Como será o amanhã do Plano Safra 2025/2026?

Estamos às vésperas dos festejos do carnaval de 2025. Pandeiros, cuícas, agogôs e tamborins já no famoso “esquenta” vão dando o tom para as últimas avaliações e ajustes que o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), anda fazendo em consultas às entidades representativas do agronegócio.

O Mapa procura colher sugestões para a elaboração do Plano Safra, está preocupado visando a equalização orçamentária dos juros para o financiamento da próxima safra.

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Dólar segue exterior e cai ante real enquanto mercado monitora tarifas dos EUA

O dólar fechou a quinta-feira em baixa no Brasil, acompanhando o recuo generalizado da moeda norte-americana no exterior, ainda que o mercado siga operando sob tensão em meio às promessas de tarifas de importação dos Estados Unidos.

O dólar à vista fechou em baixa de 0,37%, aos R$5,7045. Em 2025 a moeda norte-americana acumula queda de 7,68%.

Às 17h02 na B3 o dólar para março — atualmente o mais líquido — cedia 0,31%, aos R$5,7125.

Em mais um dia de agenda econômica esvaziada no Brasil, os investidores se voltaram para o cenário externo, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu anunciar novas tarifas no próximo mês ou antes, acrescentando madeira e produtos florestais à lista de produtos no alvo de seu governo. Anteriormente, Trump já havia anunciado a intenção de tarifar carros importados, semicondutores e produtos farmacêuticos.

O fato de Trump indicar que as tarifas não serão imediatas, porém, abriu espaço para uma queda do dólar nesta quinta-feira, mesmo porque a sessão da véspera já havia sido de elevação da moeda norte-americana pelo mesmo motivo — as promessas de tarifas.

Após marcar a cotação máxima de R$5,7271 (+0,02%) às 9h01, na abertura do mercado, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,6865 (-0,69%) às 14h43. No restante da tarde, recuperou algum fôlego, mas ainda encerrou em baixa.

Oncoclínicas (ONCO3) engata quarto pregão seguido de alta e dispara quase 70% no ano

As ações da Oncoclínicas (ONCO3) registram mais um dia de disparada nesta quinta-feira (20) — pelo quarto pregão consecutivo. Às 15h55 (horário de Brasília), os papéis saltavam 35% na B3, cotados a R$ 4,05.

Na véspera, a companhia divulgou ao mercado o recebimento de uma correspondência da gestora Latache informando que dois de seus fundos de investimento adquiriram uma participação relevante na companhia. A gestora já tinha posição na empresa.

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Moraes multa X, ex-Twitter, em R$ 8,1 milhões por descumprimento de decisão judicial

O ministro do Supremo Tribunal FederalAlexandre de Moraes determinou nesta quinta-feira (20) que a rede social X pague multa de R$ 8,1 milhões por ter descumprido a ordem da corte para entregar os dados cadastrais de uma conta usada pelo blogueiro bolsonarista Allan dos Santos.

A decisão faz parte de inquérito que investiga Santos pela divulgação de informações falsas. O blogueiro, um dos principais nomes das mídias bolsonaristas, hoje vive nos Estados Unidos e é considerado foragido pela Justiça brasileira, já que há um mandado de prisão contra ele no inquérito das milícias digitais,

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BBAS3, BBDC4, ITUB4 e SANB11: Qual pagou mais dividendos em 2024?

Os quatro maiores bancos listados na B3, Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4), Itaú Unibanco (ITUB4) e Santander (SANB11), distribuíram um total de R$ 48,9 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP) em 2024, segundo dados da Elos Ayta. O montante representa o segundo maior valor distribuído desde 2010, ficando atrás apenas do recorde de R$ 58 bilhões pagos em 2019.

Liderando a distribuição, o Itaú se destacou com o pagamento de R$ 21,9 bilhões em JCP no último ano. Esse valor, entretanto, ainda não supera o recorde do próprio banco de R$ 26,1 bilhões, registrado em 2019.

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‘Não se pode colocar o mesmo preço que você exporta’; fala de Lula para alta dos ovos no Brasil faz sentido?

O presidente da República, Luiz Inácio Lulada Silva, disse, em entrevista a Rádio Tupi FM do Rio Janeiro, que será preciso realizar uma reunião sobre a recente alta dos preços do ovos.

“Quando me falaram que uma caixa com 30 ovos está R$ 40, é um absurdo mesmo. Vamos precisar discutir com os atacadistas para trazer o preço para baixo. O fato de vender em dólar, que está alto, não significa que você precisar colocar para o brasileiro o mesmo preço que você exporta”, ressaltou.

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Dividendos do Banco do Brasil (BBAS3) vão diminuir? Entenda a nova política aprovada

O Banco do Brasil (BBAS3), um dos favoritos para lucrar com dividendos, trouxe novidades que podem não ser tão boas assim para o seu investidor. Isso porque a estatal passará a ter uma faixa de payout (fatia do lucro que é paga em dividendos) de 40% a 45% neste ano. Antes, a política era de 45%. Ou seja, na prática, o BB pode depositar menos na conta do acionista.

Segundo os executivos, a medida é uma forma de proteger o banco, já que houve piora do cenário, com alta da inadimplência, principalmente no agronegócio. O objetivo é dar flexibilidade à gestão do capital, o que garante remuneração bastante atrativa para os investidores.

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O que fazer com 3tentos (TTEN3) após ação cair 13%? BTG vê reação exagerada e que há interesse além do biodiesel

A decisão do Governo Federal de adiar o aumento do percentual de biodiesel no diesel de 14% para 15% — que estava prevista para 1º de março — caiu como uma bomba para as ações da 3tentos (TTEN3). Nos últimos dois dias os papéis recuaram quase 13%, o que o BTG Pactual considera uma reação exagerada.

De acordo com os analistas, há muito mais na economia do esmagamento de soja realizado pela empresa do que apenas a produção de biodiesel. Além de destacar as margens do óleo de soja, o banco defende que a decisão não representa uma queda na demanda por biodiesel, mas sim um crescimento mais lento.

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Tesouro Direto atinge marca de 3 milhões de investidores ao final de 2024, e ticket médio diminui, mostra B3

O número de investidores no Tesouro Direto alcançou um recorde, saltando de 2,5 milhões para 3 milhões em 12 meses. O valor representa um aumento de 22% no ano de 2024, de acordo com o levantamento da B3 publicado nesta quinta-feira (20).

A análise considera produtos de renda fixa, renda variável, derivativos e dados do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para a poupança. No total, a B3 alcançou o número de 5,3 milhões de investidores.

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Musalem, do Fed, cita risco de aumento das expectativas de inflação e de estagflação

O presidente do Federal Reserve de St. Louis, Alberto Musalem, destacou nesta quinta-feira (20) os dois riscos de aumento das expectativas de inflação e de estagflação difícil de lidar, em comentários que enfatizaram as escolhas potencialmente difíceis que o banco central dos EUA enfrenta.

Embora muitos de seus colegas digam que consideram as expectativas de inflação ancoradas, Musalem disse estar preocupado com dados recentes que mostram que elas podem estar aumentando — um acontecimento que pode forçar o Fed a seguir um caminho mais restritivo.

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