Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: Reuters/Paulo Whitaker)
RESUMO: O Ibovespa (IBOV) marcou seu sétimo pregão consecutivo de queda nesta quarta-feira (9), estendendo um movimento de correção que quebrou a expectativa de analistas quanto a uma possível disparada pós-corte de juros no Brasil.
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Referência na Bolsa brasileira, o Ibovespa encerrou a sessão em baixa de 0,57%, a 118.408,77 pontos.
Wall Street voltou a pesar para o mercado local. No entanto, agentes financeiros têm repercutido a semana mais cheia da temporada de balanços.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados hoje em tempo real. Veja os destaques:
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23h13
Máquina de gerar resultados, Banco do Brasil (BBAS3) está uma pechincha, avalia XP
Com essa máquina de gerar resultados, o banco teria um preço sobre lucro (P/L) de aproximadamente 4,1x para 23 (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)
Os resultados do Banco do Brasil (BBAS3) do segundo trimestre foram bem recebidos pelos analistas da XP, que classificaram os números como consistentes em praticamente todas as linhas, incluindo a qualidade de crédito.
De acordo com os analistas Bernardo Guttmann, Matheus Guimarães e Rafael Nobre, o bancão caminha para bater o guidance (projeções) do topo da faixa, com lucro anual de R$ 35 bilhões a R$ 37 bilhões. Com essa máquina de gerar resultados, o banco teria um preço sobre lucro (P/L) de aproximadamente 4,1 vezes para 23.
Lucro da Hapvida (HAPV3) cai 8% na base anual com custos mais elevados
Lucro líquido ajustado da Hapvida atinge R$ 221,6 milhões no segundo trimestre (Imagem: Reprodução/Hapvida)
A Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de 221,6 milhões de reais no segundo trimestre, uma queda de 8% na comparação ano a ano, impactada por custos mais elevados, mesmo com o aumento das vendas, informou a empresa nesta quarta-feira.
Na comparação trimestral, o lucro líquido ajustado registrou forte alta (571%).
Dividendos de R$ 2,7 bi: 6 ações, entre bancos, elétricas e construtoras, pagam bolada
(Imagem: Agência Brasil)
Além dos resultados, pelo menos seis empresas anunciaram pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio nesta quarta-feira. Somadas, as cifras chegam a quase R$ 2,7 bilhões.
Construtora pagará R$ 53 milhões em dividendos; veja se tem direito
Companhia anunciou dividendos referente ao segundo trimestre de 2023 e pagará acionistas ainda este mês (Imagem: Divulgação/Mitre)
O conselho de administração da Mitre (MTRE3) aprovou a distribuição de R$ 53,2 milhões em dividendosintercalares, o equivalente a R$ 0,5035 por ação ordinária.
O montante será pago em parcela única em 23 de agosto. Segundo a companhia, o valor refere-se aos ganhos apurados no segundo trimestre deste ano.
Cogna (COGN3) reverte prejuízo e lucra R$ 11 mi no 2º tri, com forte alta na geração de caixa
Presidente-executivo da Cogna, Roberto Valério Neto, afirmou que os números do segundo trimestre mostram consistência de crescimento (Imagem: YouTube/Kroton)
A Cogna (COGN3) teve lucro líquido ajustado de 11 milhões de reais de abril a junho, revertendo prejuízo de 36,6 milhões sofrido um ano antes, em trimestre marcado por crescimento de receitas e forte expansão na geração de caixa operacional.
Em termos não ajustados, o grupo de educação ainda apurou prejuízo líquido de 47,3 milhões de reais, bem menor do que a perda de 101 milhões de um ano antes, mas ainda afetado por amortizações relacionadas a aquisições.
Lucro da MRV (MRVE3) mais que dobra no 2T23; queima de caixa persiste
MRV exibe melhora financeira no 2T23, puxada pelo segmento de incorporação, carro-chefe da companhia (Foto: Flávya Pereira/Money Times)
O lucro consolidado da MRV (MRVE3) mais do que dobrou no segundo trimestre deste ano, para R$ 192,4 milhões. Enquanto o lucro líquido atribuído aos controladores somou R$ 181 milhões, uma disparada de 214,8%.
O resultado considera as vendas da MRV, da incorporadora Sensia, Urba, Luggo e da subsidiária norte-americana Resia (ex-AHS), que juntas formam a MRV&Co.
Petrobras (PETR4): Nova política de preços traz prejuízo à companhia, diz consultoria
A defasagem dos combustíveis chega a 30%, segundo dados da CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) (Imagem: Agência Petrobras)
A nova política de preços da Petrobras (PETR4) está afetando negativamente os balanços da companhia e trazendo prejuízo aos acionistas. Ao menos, essa é a opinião do diretor do CBIE (Centro Brasileira de Infraestrutura), Pedro Rodrigues.
Um dos principais pontos discutidos é sobre a defasagem dos preços dos combustíveis em relação à cotação internacional. Segundo análise do CBIE divulgada nesta quarta-feira (9), o preço da gasolina na refinaria está 30%abaixo da referência internacional, e o do diesel, 27%.
Biden assina decreto que proíbe certos investimentos de tecnologia na China
Joe Biden assina decreto que autoriza a Secretaria do Tesouro dos EUA a proibir ou restringir certos investimentos norte-americanos em entidades chinesas (Imagem: JIM WATSON/Pool via REUTERS)
O presidente norte-americano, Joe Biden, assinou nesta quarta-feira um decreto que proibirá certos investimentos dos Estados Unidos em tecnologia sensível na China e exigirá notificação ao governo de financiamentos em outros setores.
O decreto esperado há muito tempo autoriza a Secretaria do Tesouro dos EUA a proibir ou restringir certos investimentos norte-americanos em entidades chinesas em três setores: semicondutores e microeletrônicos, computação quântica e alguns sistemas de inteligência artificial.
O valor por ação dos dividendos a serem pagos atualizados para a data de hoje, 9 de agosto de 2023, é de R$ 0,14577953576. Para os JCP, a companhia pagará R$ 0,66402886918 por ação.
Bolha de inteligência artificial dá ‘primeiros sinais’ de que pode estourar; entenda
Nvidia divulga resultados trimestrais no dia 24 de agosto. (Imagem: Reprodução)
O rali da inteligência artificial, que fez as ações de tecnologia decolarem no primeiro semestre do ano, começou a dar sinais de desaceleração.
Em comentários feitos a analistas durante as teleconferências de resultados, empresas como Microsoft (MSFT) e da Advanced Micro Devices (AMD) frearam os ânimos mais aflorados de investidores que esperavam uma rápida e drástica implantação de inteligência artificial nas linhas de receita das companhias.
Small cap que dispara 85% no ano anuncia dividendos; veja como receber
Empresa registrou lucros no primeiro semestre e distribuirá dividendos aos acionistas no fim do mês (Imagem: Lavvi/Divulgação)
A Lavvi (LAVV3) distribuirá aos acionistas R$ 16,4 milhões em dividendos intercalares, o equivalente a R$ 0,0840 por ação ordinária.
Em comunicado publicado na noite desta quarta-feira (09) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa de construção civil diz que o montante tem base nas demonstrações financeiras ao período encerrado em 30 de junho (1º semestre).
Banco do Brasil (BBAS3): Lucro atinge R$ 8,8 bilhões no 2T23
Banco do Brasil supera expectativas com lucro (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)
O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil (BBAS3) atingiu R$ 8,8 bilhões no segundo trimestre do ano, mostra relatório divulgado pela estatal nesta quarta-feira (9). A linha veio 11,7% maior em relação ao mesmo período de 2022 e 2,8% superior ao primeiro trimestre.
Os números também vieram acima do esperado. O consenso do mercado falava em um lucro de R$ 8,66 bilhões, segundo levantamento da Bloomberg.
Minerva (BEEF3): Lucro tomba mais de 70% na base anual no 2T23, a R$ 120,7 milhões
Empresa frigorífica reportou lucro de R$ 120,7 milhões, contra ganhos de R$ 424,7 milhões entre abril e junho do ano passado (Imagem: Divulgação/Minerva)
O lucro líquido da Minerva (BEEF3) tombou 71,6% no segundo trimestre do ano ante igual período de 2022, mostra relatório divulgado nesta quarta-feira (9).
A empresa frigorífica reportou lucro de R$ 120,7 milhões, contra ganhos de R$ 424,7 milhões entre abril e junho do ano passado, revelam os resultados.
Já o Ebitda ajustado da empresa somou 569,7 milhões de reais no segundo trimestre, baixa de 30,5% na mesma comparação. (Imagem: REUTERS/Roberto Samora)
A SLC Agrícola (SLCE3) reportou nesta quarta-feira lucro líquido 348,7 milhões de reais no segundo trimestre, com queda de 28,2% em relação ao mesmo período de 2022.
A companhia, uma das maiores produtoras de grãos e oleaginosas do Brasil, disse que houve queda no lucro bruto da soja e do algodão.
Com seca de dividendos, fundo imobiliário despenca 12%; MAXR11 fica ‘na mão’ com aluguel
Índice de fundos imobiliários caiu mais uma vez e vê distância para máxima histórica aumentar, puxado por tombo de papel (Imagem: Iasmin Paiva/Money Times)
Começo de mês e sempre a mesma história. Fundos imobiliários comunicam que aluguéis continuam sendo pedra no sapato. Quem vem dando trabalho é a Americanas (AMER3) – em recuperação judicial. Enquanto um FII teve final feliz com a gigante do varejo, outro segue a ver navios.
O fundo de logística RBR Log (RBRL11) confirmou ontem (08) que a Americanas pagou a parcela que estava vencida desde o mês passado referente ao acordo envolvendo a multa de rescisão antecipada de aluguel.
Gerdau (GGBR4): Balanço levanta questionamentos sobre dividendos extras, diz banco; entenda
Gerdau: Posição de caixa levanta questionamentos (Imagem: REUTERS/David McNew)
A Gerdau (GGBR4) agradou parte dos analistas com os resultados do segundo trimestre do ano. XP Investimentos classifica os números da temporada como “sólidos”, com destaque para as operações da América do Norte, enquanto o Bradesco BBI avalia que o negócio no Brasil e a divisão de Aços Especiais apresentaram melhores números.
Há, no entanto, quem interpretou o balanço como fraco. É o caso do Goldman Sachs, que tem perspectivas de um terceiro trimestre ainda pior para a companhia.
O Ibovespa (IBOV) marcou seu sétimo pregão consecutivo de queda nesta quarta-feira (9), estendendo um movimento de correção que quebrou a expectativa de analistas quanto a uma possível disparada pós-corte de juros no Brasil.
Referência na Bolsa brasileira, o Ibovespa encerrou a sessão em baixa de 0,57%, a 118.408,77 pontos.
0,75 pp é demais? Veja o que o mercado espera da Selic nas próximas reuniões do Copom
Maioria dos analistas mercado esperavam que Copom começasse a flexibilização da Selic com corte de 0,25 p.p. (Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
74% dos analistas esperavam que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzisse a Selicem 0,25 ponto percentual (p.p.) neste mês, mostra o questionário pré-Copom, divulgado nesta quarta-feira (9) pelo Banco Central. Outros 26% do mercado apostavam em uma redução de 0,50 p.p. — o que, de fato, aconteceu.
Para as reuniões de setembro e dezembro do colegiado, 88% e 91% dos analistas, respectivamente, esperam cortes de 0,50 p.p taxa básica de juros.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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