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Tempo real: Ibovespa tem queda com bancos e Galípolo; dólar sobe e fecha a R$ 5,35

01 dez 2025, 6:30 - atualizado em 01 dez 2025, 18:21
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) iniciou dezembro em tom negativo, realizando os ganhos das últimas sessões, acompanhando o movimento do exterior e novas declarações do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo.

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Nesta segunda-feira (1º), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,29%, aos 158.611,01 pontos. Na sessão anterior, o Ibovespa fechou em recorde nominal histórico aos 159.072,13 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3593, com alta de 0,46%

Em destaque, o presidente do BC, Galípolo manteve o recado firme: a taxa Selic deve permanecer em 15% ao ano enquanto não houver sinais claros de melhora no cenário inflacionário.

Pela terceira semana consecutiva, o economistas consultados pelo Banco Central (BC) reduziram as projeções para a inflação de 2025 e 2026, segundo o Boletim Focus.

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O mercado agora estima o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,43% no fim deste ano, ante a projeção de 4,45% – dentro do intervalo de tolerância da meta perseguida pela autarquia, de 3% com margem de 1,5 ponto percentual.

A escalada da tensão entre o Congresso e o governo também ganhou mais um “capítulo” neste fim de semana. O presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP) afirmou que “é ofensivo insinuar que cargos e emendas resolvem a aprovação de Jorge Messias” ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No exterior, os investidores operaram à espera do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:

Ao vivo
Melnick (MELK3) e Blau (BLAU3) aprovam dividendos e juros sobre capital próprio

A Melnick (MELK3) e a Blau Farmacêutica (BLAU3) divulgaram novas distribuições de proventos aprovadas em reuniões realizadas nesta segunda-feira (1º).

A Melnick aprovou dois pagamentos que somam aproximadamente R$ 65 milhões. Desse total, R$ 13,4 milhões correspondem a dividendos intermediários e R$ 51,6 milhões a dividendos intercalares.

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Ultrapar (UGPA3) pagará R$ 1 bilhão em dividendos; R$ 1 por ação

A Ultrapar (UGPA3) anunciou nesta segunda-feira (1) que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 1,08 bilhão em dividendos, equivalentes a R$ 1 por ação. O pagamento será feito a partir de 16 de dezembro de 2025.

A data-base para ter direito aos proventos será 5 de dezembro no Brasil e 12 de dezembro nos Estados Unidos. As ações passam a ser negociadas ex-dividendos a partir de 8 de dezembro na B3 e de 12 de dezembro na Bolsa de Nova York (NYSE).

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Eleições 2026: Kassab afirma que Tarcísio terá seu apoio caso seja candidato à presidência

O melhor candidato para representar a centro-direita política nas eleições de 2026 é o Tarcísio de Freitas, disse o presidente Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, no evento Arko Talks. Ele reforçou ainda que, caso o republicano se lance candidato à presidência do Brasil, seu partido irá apoiá-lo.

“Ele é o melhor candidato e, se ele for candidato, vamos apoiá-lo”, afirmou.

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Ibovespa futuro cai 0,40%, em movimento de realização; Dólar futuro fica estável

O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25), ou mini-índice, fechou em queda de 0,40% nesta segunda-feira (1), aos 159.570 pontos.

Segundo análise técnica do BTG Pactual divulgada mais cedo, com isso, o ativo se aproximou de outro suporte de correção, que fica nos 158.495 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) segue em região de sobrecompra, mas isso ainda não alterou a tendência claramente positiva no curto, médio e longo prazos.

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Lula envia projeto de gestão de pessoas do Executivo ao Congresso Nacional

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou nesta segunda-feira um projeto de lei que reestrutura cargos do Executivo Federal, além de assinar uma medida provisória que reajusta a remuneração de forças de segurança pública do Distrito Federal e dos Ex-Territórios.

Segundo o presidente, que anunciou as duas medidas em uma publicação no X, o Projeto de Lei de Gestão de Pessoas do Poder Executivo Federal reestrutura e valoriza cargos da Cultura, organiza uma carreira de suporte administrativo do Executivo Federal e cria 8.600 cargos efetivos para universidades federais, além de formalizar propostas de acordos negociados ao longo de 2025, entre outros pontos.

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Smart Fit (SMFT3) pagará R$ 502 milhões em juros sobre o capital próprio

A Smart Fit (SMFT3) aprovou o pagamento de R$ 502 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (1º).

Segundo o documento, o valor por ação será de R$ 0,84, a ser pago no dia 13 de janeiro de 2026.

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MBRF (MBRF3) cai quase 8% em dia de ajuste de posições; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (1º)

A ponta negativa do Ibovespa foi liderada por MBRF (MBRF3), com queda de cerca de 8%, em dia de rebalaceamento das carteiras dos investidores.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (1º):

> MBRF (MBRF3): -7,66%, a R$ 17,85

> C&A (CEAB3): -4,28%, a R$ 17,00

> CVC (CVCB3): -3,72%, a R$ 1,81

> TIM (TIMS3): -3,67%, a R$ 24,40

> Minerva (BEEF3): -2,89%, a R$ 6,05

Eneva (ENEV3) sobe mais de 3% com otimismo dos gestores; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (1º)

Eneva (ENEV3) encabeçou a ponta positiva do índice com alta de mais de 3%, apoiado pelo Santander reiterando a ação como a principal escolha (top pick) na América Latina e a inclusão do papel da companhia na carteira recomendada do BTG Pactual para dezembro.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (1º):

> Eneva (ENEV3): +3,42%, a R$ 20,55

> WEG (WEGE3): +2,10%, a R$ 45,18

> BB Seguridade (BBSE3): +1,47%, a R$ 34,61

> Totvs (TOTS3): +1,21%, a R$ 43,32

> Porto (PSSA3): +1,17%, a R$ 47,74

Ibovespa cai e se afasta de recorde com Galípolo e mau humor externo; dólar sobe a R$ 5,35

O Ibovespa (IBOV) iniciou a semana e o mês de dezembro com realização dos ganhos recentes, com o foco ainda concentrado na política monetária do Brasil e das principais economias do mundo.

Nesta segunda-feira (1º), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,29%, aos 158.611,01 pontos. Na sessão anterior, o Ibovespa fechou em recorde nominal histórico aos 159.072,13 pontos. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (01) em baixa de -0,49%, aos 158.434,29 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Petróleo sobe mais de 1% com tensões geopolíticas e manutenção da produção pela Opep

Os preços do petróleo subiram mais de 1% nesta segunda-feira (1º), após ataques de drones pela Ucrânia, o fechamento do espaço aéreo venezuelano pelos Estados Unidos e a decisão da Opep de deixar os níveis de produção inalterados no primeiro trimestre de 2026.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam a US$ 63,17 por barril, com alta de 1,27%. O petróleo West Texas Intermediate nos Estados Unidos fechou a US$ 59,32 por barril, com alta de 1,32%.

“O mercado está muito nervoso no momento por causa da possível perda da oferta de petróleo russo”, disse John Kilduff, sócio da Again Capital LLC. “Eles estão observando atentamente para ver se esse acordo entre Rússia e Ucrânia vai sair dos trilhos.”

As preocupações com um possível conflito entre os Estados Unidos e a Venezuela estão muito além do foco na guerra na Ucrânia.

“Não creio que alguém esteja muito preocupado com a perda de oferta da Venezuela”, disse Kilduff.

Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group, disse que os ataques da Ucrânia, combinados com os compromissos de produção da Opep, elevaram os preços nas negociações da manhã em Nova York.

— Com informações de Reuters

Gasolina cai 0,27% em novembro com corte da Petrobras (PETR4) em outubro, diz ValeCard

O preço médio da gasolina vendida nos postos de combustíveis no Brasil teve uma queda de 0,27% em novembro, ante o mês anterior, para R$ 6,371, segundo dados da ValeCard, empresa especializada em meios de pagamento e soluções de mobilidade.

A queda apontada pelo levantamento reflete uma parte da redução de 4,9% aplicada pela Petrobras (PETR4) para a gasolina vendida a distribuidoras, em 21 de outubro, segundo o diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard, Marcelo Braga.

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Dólar ganha força com política monetária em foco e sobe a R$ 5,35

O dólar iniciou a semana e o mês ganhando força ante moedas emergentes, com ajustes técnicos. No exterior, o câmbio foi pressionado pela política monetária, em meio à expectativa de corte nos juros dos Estados Unidos e sinais de aumento das taxas no Japão. 

Nesta segunda-feira (1º), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,3593, com alta de 0,46%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3593, com alta de 0,46%
A possibilidade de rali ainda em 2025, segundo analista da Empiricus

O Ibovespa (IBOV) inicia dezembro em queda de 0,3%, refletindo o Boletim Focus e a nova rodada de PMIs, enquanto os investidores aguardam o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. Em novembro, o índice acumulou alta de 6,37%.

No Giro do Mercado desta segunda-feira (01), a apresentadora Paula Comassetto recebeu Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, que apontou a possibilidade de um rali de final de ano, “apesar de termos começado esse primeiro pregão de dezembro com um tom um pouco negativo, vindo de uma surpresa do Japão: um recado mais duro em relação aos juros”.

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‘Grande tema de 2026’ será espaço para cortar a Selic — e para a Galapagos, ela pode cair a 10,50%

A trajetória da política monetária deve dominar o debate econômico em 2026 — e, na avaliação da Galapagos Capital, há, sim, espaço para uma queda relevante da Selic. Segundo a economista-chefe da casa Tatiana Pinheiro, o nível atual do aperto monetário é inédito em duração e já ultrapassa com folga o que seria compatível com a taxa neutra, abrindo margem para um ciclo de flexibilização no próximo ano.

“O grande ponto do ano que vem é a condição de política monetária. Isso vai ter uma influência grande no cenário econômico”, afirmou no evento Arko Talks 2025.

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Bolsa em forte queda, juros e iene nas máximas: Por que a fala do presidente do Banco do Japão mexeu tanto com o mercado?  

O mercado acionário do Japão começou dezembro com fortes oscilações: juros e iene nas máximas, bolsa em queda de quase 2%.  

Durante a sessão desta segunda-feira (1º), os juros projetados do Título do Governo Japonês (JGB) de 10 anos, referência para o mercado, atingiu 1,875% na máxima do pregão. Já o rendimento do JGB de dois anos – o mais sensível à taxa de juros – ganhou 2 pontos-base, para 1,01%, nível mais alto desde junho de 2008. 

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Alto potencial: BTG aponta as 10 melhores small caps para investir em dezembro, com troca de ações do agro; veja carteira

BTG Pactual divulgou sua carteira recomendada para ações de empresas de menor porte, mas com alto potencial, listando as 10 melhores small caps para investir em dezembro.

Em relação ao mês anterior, a única mudança foi no setor do agronegócio: o frigorífico Minerva Foods (BEEF3) deixa a carteira, dando lugar para a agrícola 3tentos (TTEN3).

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OranjeBTC faz nova recompra de ações e não adquire novos bitcoins (BTC) após mNAV ficar abaixo de 1

OranjeBTC (OBTC3) anunciou uma nova aquisição de ações entre os dias 24 e 30 de novembro e nenhuma nova compra de bitcoin (BTC) no mesmo intervalo.  

Em documento enviado ao mercado, a empresa de educação e focada no acumulo de bitcoin ainda informou que decidiu priorizar a aquisição dos próprios papéis após o que chamou de “reprecificação do mercado”.  

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Boom de dividendos? Por que há tantas empresas anunciando proventos neste fim de ano

Nos últimos dias, o leitor mais atento deve ter notado notícias de diversas empresas anunciando antecipadamente o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) para os próximos anos.

O movimento é visto por analistas como uma resposta à tributação de dividendos a partir de 2026, contida na reforma do Imposto de Renda. Dividendos que forem declarados ainda neste ano estão isentos da taxação, o que tem levado as empresas a estudarem a viabilidade de anúncios de novas distribuições aos acionistas.

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