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Tempo Real: Ibovespa cai à espera de Copom; dólar sobe a R$ 5,10 com sinalização de alta nos juros dos EUA ainda neste ano

17 jun 2026, 6:00 - atualizado em 17 jun 2026, 18:14
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanhou a mudança do humor dos investidores internacionais em relação à postura do novo presidente do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), Kevin Warsh.

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Nesta terça-feira (17), o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,70%, aos 168.453,93 pontos. Já o dólar à vista encerrou cotado a R$ 5,1077, com alta de 0,41%.

Warsh ‘abandonou’ o forward guidance para a trajetória dos juros norte-americanos e o gráfico de pontos do Fed sinalizou uma alta nos juros até dezembro. Apesar disso, o BC manteve os juros inalterados na na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano pela quarta vez consecutiva, como o esperado.

Por aqui, além da expectativa para a decisão do Copom, o mercado reagiu ao Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que subiu 0,51% em abril, na comparação com março, pela série com ajuste sazonal. O resultado ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para alta de 0,60%.

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



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Ao vivo
EUA e Irã assinam memorando de entendimento para encerrar a guerra

O texto do acordo entre os Estados Unidos e o Irã com o objetivo de pôr fim à guerra foi oficialmente assinado pelos presidentes de ambos os países, informou a Casa Branca nesta quarta-feira.

Segundo o governo americano, o presidente Donald Trump assinou o documento na noite de quarta-feira, após participar de um jantar relacionado à cúpula do G7 no Palácio de Versalhes, na França. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, também assinou o texto.

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Copom deixa ‘jogo em aberto’ para seguir com o ciclo de cortes, diz analista da Empiricus

O comunicado da decisão de corte da Selic nesta quarta-feira (17) foi mais dovish [tom mais brando] e deixou o jogo em aberto para novos cortes na Selic, mesmo sem dar um forward guidance, na avaliação de Matheus Spiess, analista da Empiricus.

Como o esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros de 14,50% para 14,25% ao ano.

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Itaú BBA ainda vê espaço para corte da Selic na próxima reunião do Copom

O comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira (17) ainda está sendo digerido pelo mercado, mas para o Itaú BBA a leitura é de que o Banco Central ainda deixou espaço relevante para continuidade do ciclo de cortes de juros.

Fernando Gonçalves, superintendente de pesquisa econômica do Itaú BBA, avaliou que o documento do Copom manteve uma “porta aberta” para novos cortes já na próxima reunião, ainda que sem qualquer compromisso explícito.

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Copom endurece comunicação e aumenta exigência para novos cortes da Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, em decisão amplamente esperada pelo mercado. Embora o movimento tenha sido antecipado, o comunicado reforçou uma mudança relevante na forma de comunicação do Banco Central, com tom mais cauteloso e maior condicionamento para os próximos cortes.

O BC destacou piora marginal das projeções de inflação, aumento das incertezas no cenário externo – com atenção especial às tensões no Oriente Médio – e passou a enfatizar o “ajuste total” do ciclo de política monetária, em vez do ritmo de cortes.

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Câmara rejeita destaques à MP do frete e texto vai ao Senado

A Câmara dos Deputados rejeitou nesta quarta-feira, 17, dois destaques apresentados ao projeto de lei de conversão da Medida Provisória (MP) do frete. Com isso, os parlamentares aprovaram a redação final e o texto agora será analisado no Senado.

Um dos destaques foi apresentado pelo PT, que buscava retirar do texto o trecho que anula multas aplicadas a transportadores e motoristas em razão de participação em manifestações e bloqueios realizados em 2022.

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Cobrança de pedágio em Ormuz será mantida, estreito não voltará a estado pré-guerra, diz Irã

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse nesta quarta-feira, 17 que o país “naturalmente” passará a cobrar por serviços no Estreito de Ormuz, segundo a mídia estatal iraniana. Ele afirmou ainda que a rota marítima não voltará às condições anteriores à guerra.

“Isso não significa agir contra as leis internacionais ou a navegação marítima”, declarou Ghalibaf à TV estatal, ao reiterar que o Irã tem soberania sobre o trecho e que cobrará um pedágio dos navios que cruzarem o estreito.

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Oi (OIBR3) fica sem propostas para venda da unidade de negócios B2B

A Oi (OIBR3) informou nesta quarta-feira (17) que não recebeu propostas para a aquisição da UPI Oi Soluções — divisão que fornece tecnologia da informação e conectividade (TIC) para empresas.

Segundo fato relevante, a abertura das propostas fechadas ocorreu em audiência realizada no Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, responsável pela recuperação judicial da empresa, conforme previsto no edital publicado em 5 de maio de 2026.

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Selic a 14,25%: Quanto rendem R$ 10 mil no CDB, LCA e Tesouro; confira

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, nesta quarta-feira (17), mais um corte de 0,25 ponto percentual. Os diretores do Banco Central (BC) optaram pela terceira vez ajustar a taxas Selic, ficando em 14,25% ao ano.

No comunicado, a autoridade monetária destacou que o ambiente internacional continua incerto, com atenção especial para os desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

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Selic a 14,25%: 4 pontos para entender por que o Copom reduziu os juros em 0,25 p.p.

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano nesta quarta-feira (17). Essa foi a terceira flexibilização dos juros e, mais uma vez, a decisão foi unânime.

O corte também veio em linha com o esperado pelo mercado. Na última atualização, com data de referência da segunda-feira (27), o contrato de Opções de Copom da B3 apontava a chance de 79% de o Banco Central (BC) reduzir os juros em 0,25 p.p.

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TIM aprova R$ 400 milhões em JCP; veja quem tem direito

A TIM (TIMS3) anunciou nesta quarta-feira (17) a aprovação da distribuição de R$ 400 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas, conforme comunicado divulgado ao mercado.

O valor bruto estimado por ação será de R$ 0,1674573219. Segundo a companhia, o montante final por papel ainda pode sofrer ajustes em função da eventual variação no número de ações em tesouraria decorrente do programa de recompra em andamento. Caso haja alteração, a empresa informou que divulgará um novo aviso aos acionistas com o valor definitivo.

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Porto (PSSA3) aprova R$ 328,7 milhões em JCP relativos ao 2º trimestre

A Porto (PSSA3) aprovou a distribuição de R$ 328,7 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao segundo trimestre de 2026, conforme decisão do Conselho de Administração realizada nesta quarta-feira (17).

O montante corresponde a R$ 0,5128 por ação em valor bruto e a R$ 0,4235 por ação em valor líquido, já considerando a retenção de 17,5% de Imposto de Renda na fonte para os acionistas não isentos. Os valores serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório do exercício de 2026.

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O que mudou no comunicado do Copom que reduziu a Selic para 14,25%? Veja a comparação

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano nesta quarta-feira (17).

Essa foi a terceira redução consecutiva do Banco Central, em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.

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Allos (ALOS3) aprova pagamento de R$ 438 milhões em dividendos; veja condições

A Allos (ALOS3) informou que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento de R$ 438 milhões em dividendos intermediários aos acionistas.

Os recursos serão distribuídos com base na reserva para investimentos apurada no balanço referente ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.

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Copom reduz a Selic para 14,25% ao ano; confira

O Comitê de Política Monetária (Copom) informou que reduziu a taxa Selic para 14,25% na reunião desta quarta-feira (17). A decisão foi unânime.

O mercado já apostava em um corte de 0,25 ponto percentual, mantendo o tom cauteloso em meio a projeções de pressão inflacionária global por conta do preço do petróleo, que tem ficado em patamar elevado devido ao conflito no Oriente Médio.

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>> Copom: decisão foi unânime
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>> Copom corta 0,25 p.p. e leva Selic para 14,25% ao ano, como o esperado
Queridinha de Barsi aprova agrado a acionista; entenda

A Unipar aprovou mais um programa de recompra de ações, segundo documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (17).

Ao todo, a companhia poderá recomprar até 5,6% das ações preferenciais classe A (UNIP5) e 5,1% das ações preferenciais classe B (UNIP6).

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Warsh assustou Wall Street? Mercado pode ter exagerado na reação, diz economista

A estreia de Kevin Warsh na presidência do Federal Reserve (Fed) veio acompanhada de uma mensagem mais dura do que o mercado esperava. Apesar de manter os juros inalterados nesta quarta-feira (17), o banco central americano apresentou projeções mais inflacionárias e indicou menor disposição para sinalizar antecipadamente seus próximos passos, provocando uma reprecificação das apostas para a trajetória da política monetária nos Estados Unidos.

Para a economista do ASA, Andressa Durão, a principal surpresa não foi apenas o conteúdo da decisão, mas a forma como Warsh deixou claro que pretende reformular a comunicação do Fed.

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Boi: Datagro estima participação de fêmeas acima de 50% nos abates

A participação de fêmeas nos abates de bovinos no Brasil deve permanecer acima de 50% em abril, segundo estimativas da Datagro Pecuária, após o avanço observado no primeiro trimestre.

De acordo com a consultoria, as vacas e novilhas devem responder por 50,7% dos abates nacionais em abril, mantendo a tendência de aumento da participação das fêmeas na oferta de animais para abate. Os dados são acompanhados mensalmente por meio do relatório Brazil Beef Report/Beef Call.

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Título do Tesouro dos EUA de curto prazo atinge maior nível em mais de um ano com Warsh

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries, de curto prazo renovaram as máximas do ano na tarde desta quarta-feira (17) em reação à primeira reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) sob o comando de Kevin Warsh.

Em destaque, o yield (rendimento) do título de 2 anos, considerado mais sensível à política monetária, bateu máxima intradia a 4,229%, no maior nível desde fevereiro de 2025, ante o ajuste anterior 4,047%.

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