Passados um ano desde que o crédito consignado privado do trabalhador foi repaginado e ele pode ser considerado um produto bem avaliado pelo setor financeiro, apesar de necessitar de algumas melhorias. O produto existe desde 2003, porém, teve uma série de mudanças do Governo Federal no ano passado. A ideia era deixar a concessão mais democrática e barata e, de quebra, conseguir um legado para o presidente Lula, que sempre buscou incentivar alternativas para impulsionar a economia.
Para isso, o governo criou uma plataforma que centralizasse a concessão. A partir daí, bancos ‘brigariam’ pelo cliente final, tendo as taxas de juros como o grande diferencial. Uma espécie de leilão para quem oferecer o maior lance, ou melhor dizendo, o menor juro. Outra grande mudança foi colocar todos os trabalhadores com carteira registrada (CLTs) para dentro do programa, independentemente da empresa e do tempo de trabalho. Antes, o convênio era estabelecido diretamente entre as empresas.
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